Little Anie - Cap. 72 | 3ª Parte

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Little Anie | 3ª Parte

Pov Arthur

Lua se acomodou ao meu lado, enquanto segurava uma das mãos de Anie. E eu me lembrei daquele breve desespero que foi ver minha filha quase caindo daquela ponte.

Se antes eu já não queria deixar Anie sair com outras pessoas e sem eu e Lua por perto. Agora mesmo que eu não deixaria. Eu tinha motivos para isso, e era melhor Lua entender e não tentar me contrariar.

Não demorou muito para que, John estacionasse na frente da casa. A chuva tinha dado uma trégua. Saímos do carro, e Anie permaneceu dormindo. Entramos em casa e eu caminhei para o quarto, até Sophia me chamar outra vez.

– Arthur. – Me chamou um pouco baixo, e para não parecer mal educado, eu parei me virando. – Eu sei que você deve estar chateado comigo. Eu só queria... – Ela mexia as mãos sem parar. E eu acabei interrompendo-a. Embora eu estivesse prestes a mentir, eu não queria mais ouvir pedidos de desculpas.
– Tá tudo certo, Sophia. – Tentei ser convincente. Mas Lua me fitava, ela me conhecia muito bem para saber que eu acabara de mentir.
– Aah, Arthur! – Exclamou alto, e depois colocou a mão sobre os lábios ao ver Anie se mexer em meu colo.
– Eu vou levar minha filha para o quarto... antes que ela acorde. – Avisei. – Boa noite. – Saí dali.
– Droga, Lua. Eu não tive culpa. – Ouvi-la dizer para a irmã e logo cheguei ao quarto. E Lua não demorou a entrar também.
– Pega o pijama dela. Por favor! – Lua me pediu assim que saí do banheiro. Caminhei até o guarda-roupa, e peguei o que ela havia me pedido. – Você está muito chateado não é? – Perguntou baixo, tirando o casaco de Anie.
– Eu queria não está tão chateado. Mas não consigo. – Entreguei a ela o pijama e me sentei na cama. – Quer ajuda? – Lua assentiu.
– Segura ela. – Puxei Anie com cuidado para meu colo, e Lua tirou as botas, e a calça que ela vestia. – Eu sei... mas também acredito na minha irmã. Sei que ela não fez por querer, Arthur. – Falou baixo. – Não consigo ficar chateada com ela. Soph já me pediu desculpas. – Completou. Anie se mexeu inquieta e tentei fazer com que ela acordasse. Seria mais fácil de vestir a roupa dela.
– Acorda, filha. Para sua mãe vestir seu pijama, hein? Aí depois você volta a dormir, tá bom? – Sussurrei e Anie abriu lentamente os olhos, e assentiu se aproximando de Lua, que me olhou um pouco confusa por ver Anie não reclamar.
– Prontinho... – Lua murmurou beijando a testa da filha. – Volta a dormir, amor. Você não quer ir ao banheiro? – Perguntou logo em seguida.
– Não, mamãe... – A garotinha murmurou e logo se jogou na cama. A embrulhei, e lhe dei um beijo na bochecha. Lua me olhou e sorriu.
– Eu também entendo, você Luh. Sophia é sua irmã. Vou ficar quieto, ok? – Falei enquanto me levantava. – Eu só queria te pedir uma coisa. – Falei assim que ela começou a tirar a roupa.
– Pode pedir. – Disse baixo e seguiu para o banheiro. Fui atrás dela e parei na porta.
– Lua, não fique zangada comigo. Eu só não... não quero que Anie saia mais com Sophia sozinha... – Ela abriu a boca para falar alguma coisa, mas eu continuei falando. – Pelo menos, por enquanto. E eu espero que você me entenda. Não quero brigar por isso.
– Uhum... Tudo bem. – Foi só o que ela disse e ligou o chuveiro.

Saí do banheiro, deixando a porta encostada e me deitei na cama. Não demorou muito para que ela saísse do mesmo. Se enxugou rápido e depois vestiu uma camisola, embora estivesse frio, Lua não tinha roupas de dormir maiores que essas. Ela se deitou na cama devagar, passando uma das mãos pelo cabelo da filha. Levantei, rodeando a cama e me deitei atrás dela, abraçando-a.

– Será que sempre vamos conviver com o medo de que possa acontecer alguma coisa com nossa filha? – Sussurrou e eu suspirei, apertando-a ainda mais contra mim.
– Não pense nisso, Luh. – Beijei seu ombro. – Assim você vai ficar mais mal ainda. – Expliquei. – Anie é uma criança, todos os pais tem medo de que aconteça algo com seus filhos, não importa quantos são, não importa a idade que tenham. – Finalizei.
– Você está certo. – Concordou.
– Se eu falasse que sei, ia soar convencido. – Brinquei e Lua riu. – Durma. Amanhã a gente vê o que faz.
– Nós vamos embora? – Me perguntou.
– Não sei. Tudo bem se irmos?
– Sim. – Respondeu. – Vamos com o Mika?
– Melhor não. A gente vai de táxi, na sexta-feira. Que tal? – Sugeri.
– Você não quer ir com a Soph?
– Não, Lua. Não é isso. É só que ela vai ficar se desculpando toda hora. Não quero brigar com sua irmã. – Expliquei alterando um pouco a voz. Não queria mais falar sobre o acontecido.
– Você não confia mais nela para cuidar da Anie? Arthur, ela vai ter um bebê! – Exclamou.
– Agora não mais. Sim, o bebê vai ser dela. E espero que ela cuide bem dele. Agora vamos dormir. Está tarde. – Falei rápido querendo encerrar o assunto. Aquela discursão não valeria apena.
– Boa noite. – Disse Lua, e logo se acomodou em meus braços.
– Boa noite. – Desejei beijando seus cabelos.

Demorei quase uma hora para pegar no sono, ao contrário de Lua. Olhava para Anie cada vez que ela se mexia na cama. Achando que talvez ela pudesse acordar assustada. Mas em momento algum ela se acordou.

Pov Lua

Acordei com Arthur praticamente em cima de mim. Eu não entendia como ele conseguia dormir assim. Um dos braços estavam em volta da minha cintura, uma das pernas em cima da minha, a outra ele queria colocar no meio, só pode. O outro braço estava embaixo da minha cabeça. Tentei me mexer, mas como previ, não consegui.

– Arthur, Arthur... – O chamei baixo. Não queria acordar Anie. Ele resmungou alguma coisa, e apertou mais ainda os braços em volta da minha cintura. – Caramba, não é possível, acorda! – Falei mais alto. Ele se afastou de mim, e eu pude respirar aliviada.
– Você é muito grossa. – Reclamou.
– Eu não conseguia respirar, Arthur. – Respondi calmamente.
– A intenção não era matar você. – Ele disse emburrado e eu rir.
– Pode parar de drama. Eu sei que não era seu chato. Você tá muito carente, sabia? – Zoei e ele me olhou sério.
– Ainda bem que você tem consciência disso. – Retrucou.
– Aaaaaaah... – Me virei jogando os braços em volta do pescoço dele. – Bom dia, meu amor. – Falei.
– Você é muito confusa, Lua. Deus me livre. – Ele me abraçou, beijando meu ombro depois. – Bom dia, amor. – Ergui a cabeça e o encarei. Ele segurou em minha nuca, aproximando nossos lábios, e mordeu meu lábio inferior.
– Que chato. – Reclamei vendo que ele não me beijaria e Arthur riu.
– Boba... – Segurou em meu rosto com as duas mãos e me beijou lentamente. – Sua camisola nunca me ajuda. – O ouvi falar quando me ajeitei entre as pernas dele. Soltei um riso baixo.
– Você que é pervertido, Arthur. Eu nem tô fazendo nada. – Me defendi.
– E quem disse que você precisa fazer alguma coisa, quando eu estou ficando excitado só com sussurros seus, hein? – Falou sério e eu o olhei mais sério ainda.
– Às vezes eu fico me perguntando se preciso ter medo de você. – Comentei tentando me afastar, mas Arthur me prendeu no meio das pernas dele, e riu.
– Deixa de ser doida, Lua. – Ele não parava de rir.
– Idiota! – Exclamei – Vai acabar acordando a Anie. – Completei.
– Foi engraçado. – Ele me puxou para um abraço e beijou meu pescoço.
– Aaaii – Anie resmungou. – Quero dormir, doga! – Exclamou. E eu rir alto vendo a cara que Arthur fez.
– Lua, olha a paciência que essa garota tem. – Me disse. – Achei que era você falando. – Zombou. Cerrei os olhos dando um tapa nele.
– Nossa, que engraçadinho. – Mostrei língua. – Bom dia, filha. – Falei voltando o olhar para Anie. Que nos encarava emburrada.
– Eu queria dormir. – Reclamou.
– Desculpa, amor. – Pedi acariciando o rosto dela. – A culpa foi do seu pai.
– O QUÊ? Mentir é feio, Blanco. – Comentou.
– Não menti. – Afirmei dando de ombros. – Vem aqui. – Chamei Anie. – Sei que você tá doida para vim aqui, não é? – Sorri e Anie fez uma cara sapeca, completamente desentendida.
– Nããããoo... – Negou. E Arthur riu aproximando os lábios do meu ouvido.
– Sei fazer ela mudar de ideia. – Ele riu divertido. Parecia uma criança quando decidia implicar com a filha. O olhei e ele me puxou para um beijo. Anie sempre se metia no meio quando nos via aos beijos. Quando íamos aprofundar o beijo, aquela mão atrevida se meteu no meio e eu rir. – O que foi hein? – Perguntou encarando a filha e eu segurei a risada ao ver a careta que Anie fazia.
– Eu estou aqui. – Ela apontou para a cama, com uma autoridade que pensava que tinha.
– E daí? Sua mãe está aqui, e eu quero ficar com ela, ora. Tenho esse direito.
– Mas ela é minha mamãe. Você sabe. – Retrucou um pouco irritada.
– E é minha mulher também. – Ele voltou a beijar meu pescoço. E Anie revirou os olhos. Eu me assustava com as reações dela idênticas as minhas, quando eu estava com ciúmes.
– Não! Eu sou criança, papai. Tenho mais dileito. – Disse emburrada. Arthur riu.
– Você tem o que, filha? – Ele não parava de rir.
– Arthur, pode para. – Pedi. Anie não suportava que ríssemos quando ela falava alguma palavra errada.
– Não rir de mim, papai! – Exclamou mais emburrada ainda. Fazendo o famoso bico de choro.
– Desculpa... filha... – Pediu olhando para a menina que tinha os olhos marejados. Era mais choro de raiva. – Não chora, Anie. Eu só achei engraçado, bebê. – Ele tentava se justificar. Me levantei e sentei na cama. – Aaanie... – Ele chamou a pequena. E agora foi minha vez de segurar o riso ao vê-lo sendo ignorado pela filha.
– Eu avisei. – Falei distraidamente.
– Me ajuda, né Lua. – Ele retrucou.
– Se você não consegue, como acha que eu vou conseguir? – Ironizei.
– Tem nem vergonha de ser tão ciumenta, eu hein... – Riu.
– Não estou com ciúmes. Sua filha que está. – Apontei para Anie que estava quase levantado da cama.
– Eei... – Arthur segurou o braço da filha. – Não fique zangada, pequena. Desculpa o papai, tá? – Pediu mais uma vez.
– Não.
– É sim, Anie.
– Você riu de mim. – Ela o lembrou.
– Não, minha linda. É que foi engraçado o jeito que você falou. – Ele explicou paciente.
– Eu sou criança... Mamãe disse que crianças falam assim. – Falou encarando-o. Era engraçado que ela o olhava sério.
– Sim, sua mãe está certa. Crianças falam assim. Eu só achei engraçado, amor. – Disse mais uma vez e puxou a menina para o colo dele. – Desculpa, tá? Prometo não rir mais de você. – Finalizou. – Só não fique zangada com o papai, tá? E nem chore por isso. – Ele passou a ponta dos dedos pelo rosto da filha, enxugando as lágrimas dela. Rir negando com a cabeça. Eles nunca teriam jeito. – Tá? – Insistiu e Anie assentiu escondendo o rosto no pescoço no pai.
– Proooooontooo! – Exclamei. – Já fizeram as pazes. Vamos tomar banho, filha?
– Mãããããããeee...
– Não. Nem vem, Anie. Vamos tomar banho, para aproveitar o dia, amanhã a gente já está indo embora. – Falei.
– É papai? – Ela não escondeu a euforia na voz.
– Uhum. – Arthur murmurou. – Vai lá com a sua mãe, meu anjo. – Falou me entregando Anie no colo.

Pov Arthur | Londres – Quarta-feira.

Nós havíamos chegado de Bibury no dia anterior. Foram menos de 2h de viagem, mas eu estava com saudades de casa. Não que a casa dos meus sogros não fosse aconchegante. O problema era que assim como Anie, eu queria voltar para casa. Embora ela tivesse um motivo a mais para querer voltar: O balé.

Lua havia ligado ontem atarde para se informar dos horários. Elas – as crianças – teriam ensaio todos os dias pela parte da manhã. Das 9h as 10h. Para a apresentação no final do mês. Que Anie me fez prometer que eu estaria presente. Embora eu não fosse viajar durantes as férias da Lua. Ela se sentia mais segura com minha promessa, porque sabia que eu não quebraria – era de dedinho.

Então, aqui estamos nós, quase saindo de casa para ir à escola de balé. Anie insistiu o dia todo ontem, para que eu fosse também ao ensaio. Relutante – muito por sinal – eu prometi que iria. E hoje, antes mesmo de eu abrir os olhos, ela já estava pulando na cama me lembrando do que eu havia prometido a ela. Eu não tinha para onde fugir. Cheguei a perguntar se Anie tinha algum botão para desliga-la. Eu precisava dormir mais um pouco, o que não acabou acontecendo.

Ela vestia um collant, uma meia calça, e uma sainha por cima – na cor rosa. Ela era obrigada a usar essa cor na verdade – a sapatilha era da mesma cor. O cabelo estava preso em um coque. Eu tinha vontade de apertar as bochechas dela.


– Vamos, papai? – Me chamou entrando no escritório.
– Sua mãe já está pronta? – Perguntei enquanto me levantava.
– Siiim. – Disse e voltou correndo para a sala.
– Vamos. – Agora foi a vez de Lua falar e andar até a porta.
– Você está linda, sabia? – Sussurrei próximo ao ouvido dela.
– Sim. – Disse convencida, me fazendo rir. – É para você não tirar os olhos de mim e olhar para outra qualquer. – Completou. Lua vestia um vestido azul claro, acima do joelho – muito acima por sinal – e calçava um sapatênis na cor branca.
– Aii... – Gemi, e Lua me deu um tapa. – Ninguém merece que estamos combinando a cor de roupa de novo. – Comentei e Lua deu de ombros. – Eu me arrumei primeiro. – Completei.
– E daí? – Ela retrucou. Eu vestia uma camisa branca, uma bermuda azul, um tom mais escuro que o vestido da Lua. E calçava um tênis também na cor branca.
– Você é muito mandona. O homem da relação sou eu, só para você saber. – Lembrei.
– Claro. – Ela abriu a porta do carro e entrou. Enquanto eu colocava Anie na cadeirinha.
– Isso foi uma ironia? Ou eu entendi errado? – Perguntei me sentado ao lado dela e colocando o cinto de segurança.
– O que, Arthur? Você é o homem. Já entendi, querido. – Me falou rindo.
– Não vejo a hora de te mostrar o homem que sou. E você não vai rir não, querida. Vai gritar. – Sussurrei dando partida no carro. Lua me deu um tapa na coxa e virou o rosto para a janela.


Não falamos mais nada durante o caminho até a escola. Anie estava entretida demais assistindo a um DVD infantil no banco de trás. Estacionei do outro lado da rua e Lua ajudou Anie a sair do mesmo.

– Me dá a mão, papai. Para atravessar a rua. – Ouvi Anie dizer ao olhar para o lado. Para ver se não vinha carro.
– Aah sim, claro. Nunca atravessei uma rua. – Rir dando a mão para ela.
– Deixa de ser chato, Arthur. – Lua reclamou.
– Pai?
– Oi, filha.
– Não é para olhar para a mãe da Evie. Aquela chata.
– Não sei nem quem é Evie, Anie. Vou saber quem é a mãe dela. – Revirei os olhos.
– É aquele projeto de pu...
– Luuuuuuaa...
– Você me entendeu. Chamada Isla. Também acho bom que você nem olhe para ela. Isso vai garantir sua vida. – Me avisou calmamente.
– Você tá louca. – Respondi. – Vamos logo entrar. – A verdade é que Lua é ciumenta demais e pode sim fazer uma besteira contra minha vida.
– Eu não estou brincando.
– Eu sei, amor.
– Bom dia, pais. – Uma das professoras nos cumprimentou.
– Bom dia.
– Oi, Anie.
– Oi.
– Vem, vamos nos juntar a seus coleguinhas está bom? – Perguntou e Anie assentiu. Antes de ir com a professora, ela nos deu um beijo e um abraço.

*

Faltava pouco para acabar a aula, e Lua não parava de tagarelar com uma mãe de uma das coleguinhas de Anie. Eu só sabia que o nome da mulher era Helena. Quanto a Isla, eu nem tinha visto, e a filha dela eu nem me lembrava quem era. Então não sabia se ela estava ali entre as outras crianças.

Mas foi só pensar no nome dela que ela se materializou ali, quase na minha frente. Com um sorriso cínico, um decote que nem parecia que ela estava vestida e um salto. Lua cravou as unhas no meu braço ao ver que eu olhava para a porta, não era só eu que olhava.

– O que foi? – Perguntei tirando gentilmente a mão dela do meu braço.
– O que eu falei? – Me perguntou séria, um pouco com raiva também.
– Não fiz nada, ora. – Me defendi.
– Quer fazer? – Ela ergueu uma sobrancelha.
– Ah, Lua. Para né? – Rir sem vontade.
– Não vejo graça nenhuma. – Retrucou.
– Olha para ela, e olha para você. Por favor, né meu amor?! Deixa de bobagem, linda. – Pedi levando uma das mãos dela aos lábios e beijando-a. – Não vou mais olhar. Pronto. – Falei. Ela concordou e voltou a conversar com Helena.

*

– Arthur, quanto tempo! – Isla, exclamou sentando-se ao meu lado. Me senti um pouco incomodado com Lua ao meu lado, estávamos de mãos dadas e ela começou a apertar minha mão.  – Vocês está bem? – Insistiu.
– Estou ótimo. – Respondi.
– Achei que não veria mais você por aqui... – Continuou. – Da última vez que encontrei com a mãe da sua filha...
– Minha mulher. – Consertei.
– A Lua. – Ela ignorou. Mas eu sabia que estava fazendo aquilo de propósito. – Ela foi tão grossa que...
– Claro. – Rir. Eu havia ficado sabendo disso.
– Ah, eu não estava vendo-a. – Fingiu surpresa. – Oi, Lua.
– Normal da idade... – Lua disse secamente.
– Já, mamãe! – Anie abraçou a mãe e sorriu para mim. – Vamos para casa?
– Claro, meu amor. – joguei um beijo para ela. – Vamos, Luh. – Ela assentiu e se levantou.
– Quero ir no colo. – Ela levantou para que eu a carregasse...
– Que menina abusada. – Comentei carregando-a. – Vou morder você. – Ri quando Anie me abraçou mais forte.
– Nããoo...
– Siiim... Lua?
– Oi, Arthur.
– Ei, não fique zangada. Eu não fiz nada. – Me defendi. – Dirige? – falei entregando a chave para ela.
– Não tem medo que eu bata o carro?
– Não. Eu confio na minha mulher. – Sorri entrando no carro com Anie.

Continua...

Se leu, comente! Não custa nada.

Oi? <3

MEU DEUS!

Sim, foi assim que exclamei. Eu realmente não tô esperando todo esse carinho, palavras lindas, elogios e chuva de comentários. É claro que quando postamos, ficamos tipo: Será que tá bom? Onde podemos melhorar? Será que vão gostar? Será que vão comentar? Aí postamos, e 'Than' ficamos aguardando alguém dar o ar da graça nos comentários. E dá sua opinião. E quando isso acontece, a ficamos mega feliz. Mas eu não estou reclamando não. Looooonge disso. Estou AMANDO <3 Vocês me deixam muito feliz e emocionada.

Tem gente nova \o/ Sejam todos muito bem-vindos.
Gente, tem um menino lendo a fic. Eu nem imaginava. Seja bem-vindo também.

Eu não pude responder vocês no capítulo anterior, mas eu li tudo, tudo mesmo. Eu tô apaixonada por vocês. Quero abraça-los. Mas eu estou agradecendo aqui: MUITO OBRIGADO(A) A CADA COMENTÁRIO. Vocês são f o d a s. Os melhores leitores. E espero que continuem interagindo bastante hein? Tô amando tudo isso.

Volto no outro final de semana. Espero que tenham gostado desse capítulo, tanto quanto gostaram dos anteriores.

O que acharam dos Looks? Haha estou amando postar assim. Fica melhor para imaginar né?

Geeente, preciso compartilhar com vocês: Arthur me respondeu naquele chat do twitter dia 04/03. Vocês nem imaginam o tamanho da minha felicidade. É indescritível. Há 5 anos venho tentando. Eu não poderia ganhar algo melhor. Agradeço a Deus, por isso <3.



Meu senhor, quase 03h da madruga. Fuuui...

Beijos... Até o próximo post. Amo vocês.

Bye!

20 comentários:

  1. Calma, Respira e Pronto! HAHAHA
    Depois desse capítulo tive que fazer isso. Vaca, tu me surpreende a cada capítulo de LA. Sério, eu fico cada dia mais apaixonada. Essas partes da Anie com o Arthur, derreti meu coração, é muito amor <3 Tadinha da Lua, querendo ou não ela vai sempre ter essa culpa dentro dela, que o tempo ajude ela nisso :/
    Sobre essa vagabunda da Isla, quero matar ela. Socorroooo, ela é atirada demais. Ainda bem que a Lua é dessas bem grossa kkkkkk A D O R O!
    Anie e Lua realmente são mães e filhas, são ciumentas demais hahah que fofo.
    Enfim, to fazendo meu comentário igual você na sua N/A vaca, um testamento kkkkkkk não aguentei tive que zoar. Passei mais tempo lendo esse final do que a fic mesmo (não me mate)!

    VACAAA, VOCÊ MERECE!!! TO ORGULHOSA POR ENFIM O ARTHUR TER NOTADO VOCÊ! FIQUEI MUITO FELIZZZZ!

    Ps: Quero mais LA logo, obrigada de nada!:)
    Beijos

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    1. Aaaawn, vaca. Obrigada, amiga <3 A intenção é sempre surpreendê-los mesmo hahaha Arthur e Anie <3 (socorrooooooooo é muito amor)

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ainda bem que Isla não existe. Porque o tanto de gente que quer vê-la morta, não é pouco não kkkkkkkk

      Lua e Anie no ciúme nenhuma se supera kkk são idênticas.

      Olha, nem vem zoar não. Ou para com seus S P O I L E R S sagrados de cada capítulo kkkkkkkkkkkkkk sou má! Vai tomar..... uma coca, Brenda. Meu N/A foi super pequeno (emoji revirando os olhos)

      OOOOOBRIGAAAAAAADAAAA! <3 EU SEI, AMIGA. EU SEI <3

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  2. Thur cm medo Q fofo

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  3. Que maravilhaa *----* Feliz demais por você ^^
    Quanto a fic estou amando e contando os dias para o proximo capitulo. :)

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  4. Mds,que cap esplêndido.A Lua ta mais que certa em ter ficado brava ,tem que brigar msm kkkk que abuso,esse"projeto de puta" chega dando encima do marido DELA e era pra ela aplaudir?lógico que não né,ela tinha que ter dado na cara dessa vaca pq eu sou dessas kkkkkkk

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  5. Lua sempre ciumenta e Anie vai pro mesmo caminho, Arthur vai sofrer com essas duas!! Arthur e Anie são tão fofos nesses momentos dos dois. Já quero mais.
    Parabéns pelo Arthur ter te respondido!!!
    Helena

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  6. Como eu amo quando rola ciúmes entre eles.
    Web está cada dia mais incrível.

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  7. Aiii esses capitulos de little Anie são muito perfeitos *-* já li umas 10 vezes :)

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  8. Lua com ciúmes do Arthur que lindo, ficou tão fofinho esse cap. *-*

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  9. Olha eu aqui.
    Tópicos.
    ♠ Vou indicar sua história.
    ♠ Já adorei de início.
    ♠ Quero que continue.
    ♠ E nunca pare por favor.
    ���� já pode continuar.

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  10. amei?? adorei?? achei tudo?
    gente eu juro que nao conhecia a Milly, estava procurando uma web e achei essa q é perfeita!!
    A fic é perfeita, amei LuAr!!
    Carliane

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  11. ahh meu Deus está perfeito! você bem que poderia continuar logo né?! pq eu estou ansiosa hahah vem domingo!!

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  12. Leitora nova ✌��️

    Estava eu vagando pelo site aq quando encontro essa sipnose que me chama muito a atenção e que logo me faz ler toda essa fic maravilhosa.
    Tá muito legal mas sinceramente quero a surpresa do Arthur logo!!!!!!
    E ainda exploda no ar :)
    Só N peço pra tu matar essa mulher pq o coisa não aceitaria ela lá hahahah ����
    N aguento mais essa pi(&%$# ��
    Anie tão fofa.
    Amo essas reviravoltas que a vida/fic dá.
    E Agr o meu primeiro ���� nessa fic:
    Então é isso
    Vlw Flw e fui
    KAREN

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    1. Seja bem-vinda, Karen! Fico feliz que tenha gostado. E garanto que irá gostar mais ainda.

      Beijos...

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  13. Ooi Ooi
    Sou sua mais nova leitora! ! ♡♥♡ Estou adorando a fic, por favor, continua rs'
    sério, estou desesperada!!
    HAHAHHAA LUA COM CIÚMES, ADOROOOOOOO!!
    TADINHO DO ARTHUR

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    1. Seja bem-vinda também.

      Irei continuar. Não se preocupe.

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  14. ,mglfknvkldvpv,elmvelnckbBHVIGUVBOIASOASDSKDWÇDF

    MERDAAAAAAA
    DEWFÇWLEFÇLWEF

    NEM SEI O QUE DIZER!!!

    AMEI!!!
    CONTINUA!!
    CONTINUA
    BEIJOS DA AMORA!

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  15. Lua e Arthur casal perfeito? sim? claro? hahaha
    Lua querida, bota pra quebrar gata, mostra o poder que você tem, arrasa ����
    QUE COISA FEIA ESSA MULHER FICAR ENCHENDO O SACO DO MEU CASAL HAHAH ��
    JÁ TO AMANDO A LUA COM CIÚMES, ELA É CAPAZ Q ARMA UM BARRACO NA ESCOLINHA DE BALÉ DE ANIE!!!
    ANIE A FOFURA EM PESSOA!!
    ���� TO MORTA COM ESSE CAPÍTULO, minha alma que escreveu esse comentário
    ATÉ DOMINGO!!! ( espero que não demore ���� )
    AAAAAAAAAAAAAH E OBGD POR FALAR DE MIM, AMO FANFICS DE LUAR, E ESSA É EXPLÊNDIDA!!!
    Ruan

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  16. PUTA QUE PARIU
    EU CHOREI
    VOCÊ CHOROU
    MINHA MÃE CHOROU
    O PAPA CHOROU
    O MUNDO CHOROU COM ESSA WEB PERFEITA!!
    PORRA, MILLY, VC É FODAAAAAAAAA
    CARALHO
    DESCULPE OS XINGAMENTOS HAHAHA
    ESSA MULHER NÃO DÁ UMA DENTRO KKKKKKKKK
    AMO TANTO ESSE AMOR DE LUAR, É VERDADEIRO!
    TE AMO GURIA
    TU BRILHA LINDA
    DARRY

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  17. Demorei mais cheguei u.u, o que falar desse capítulo ? Mds, nada a declarar, mas enfim vamos lá

    COMO A LUA PODE SER TÃO CIUMENTA? HAHA VAMOS CHAMAR O DETETIVE
    ESSA MULHER TÁ DOIDINHA PRA ROUBAR O LUGAR DA LUA HHA
    SOU 100% LUAR
    COMO ASSIM DOMINGO? HAHA QUER me matar? , pelo amor de Deus ������ ENFIIM
    CONTINUAAAAAA LOGOOOOOO PELO AMOR DE DEUUUUUUS ����

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