Little Anie - Cap. 69 | 1ª Parte

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Little Anie | 1ª Parte

Pov Arthur

Não sei que horas eram. Acabei cochilando junto com Lua e Anie, depois do almoço. Mas agora a pequena não estava mais na cama, e Lua permanecia dormindo. Provavelmente ela não pregou os olhos na noite anterior.

Saber do que tinha acontecido, me abalou profundamente, e saber que ela também queria esse filho, e tinha planejado me fazer uma surpresa, caso engravidasse, só abriu ainda mais essa ferida que sangrava desde a noite anterior. Era um sonho ter mais um filho, e ela mais do que ninguém, sabia disso. E se ela não pudesse mais me dar filhos, eu sabia que se culparia, e sempre ficaria achando coisas, onde não ia haver nada. Eu conhecia muito bem minha mulher para saber que paranoias surgiriam. Já estava se culpando, e me pedia para não fazer o mesmo com ela. Eu acabaria fazendo, caso não implorasse por controle próprio. E quando a noite caísse, e o dia surgisse, eu definitivamente daria tudo para essa história ser um pesadelo. Porque eu não queria ir aquele hospital, e Lua muito menos.

Eu estava com medo de que não pudesse mais ter um sonho, e Lua com medo de não poder realiza-lo. Mas tínhamos Anie, aquele pequeno ser saltitante, curiosa e falante. E que mesmo eu pedindo um menino, porque obviamente, era meu sonho, veio ela, para contrariar tudo. E eu não sei mais viver um dia só sem saber nada dela. Era uma metade de mim, metade que faltaria caso não fosse ela. E eu agradeceria por ter ela, por ser ela.

A respiração de Lua, estava calma. Preferi deixa-la dormindo mais um pouco, e levantei da cama. Fui até o banheiro e depois saí do quarto. Anie estava no quarto dela, sentada no grande carpete da cor vinho, a mesma cor de duas paredes do quarto. Ao seu redor, vários lápis de cores, e folhas com seus "desenhos". Ela falava sozinha, balançando as perninhas de um lado para o outro, já que estava de bruços. Concentrada demais nos seus rabiscos, que não notou minha presença. Pintava algo que eu achei que fosse uma árvore.

– Eei... – Chamei sua atenção enquanto me sentava no chão ao lado dela. – Faz tempo que acordou? – Perguntei. Anie me olhou.
– Sim. – Respondeu e voltou a dar total atenção ao desenho que ela pintava.
– Por que não chamou?
– Eu chamei. – Ela me olhou outra vez. – Mas vocês não ouviram. – Deu de ombros fazendo seu famoso bico.
– Uhm... Desculpa, tá? – Pedi e ela assentiu.
– Você vai voltar, papai? – Me perguntou voltando a pintar.
– Sim. – Respondi acariciando seus cabelos. – Vim porque sua mãe precisava de mim aqui. – Expliquei. – Mas volto pra cá sexta-feira, vai passar rápido, amor. – Lhe disse.
– Tá bom. – Respondeu. – Mas eu não queria que você fosse... – Murmurou deixando o lápis em cima da folha de papel e se levantou, sentando em meu colo, envolvi meus braços ao redor de seu corpo, apertando-o contra o meu, em um forte abraço.
– Eu também não queria ter que ficar longe de você, filha. – Falei beijando o topo de sua cabeça.
– Não fica, papai... – Murmurou colocando os braços ao redor do meu pescoço.
– É meu trabalho, amor... Um dia você vai entender. – Lhe disse.
– O que minha mamãe tem?
– Como assim, filha? – Perguntei enquanto ela me encarava.
– Ela tá triste, e você também... – Sussurrou encostando o rosto em meu peito. – Eu sei...
– São coisas de adultos, meu anjo. Você não entenderia. – Respondi baixo enquanto alisava seus cabelos. – Não se preocupe... vamos ficar bem, tá bom?
– Tá bom... – Disse.
– Papai ama muito, muito, muito você. Sabia? – Perguntei me deitando com ela sobre o carpete.
– Sabia. – Respondeu sorrindo. – Eu também amo você. – Ela deitou ao meu lado e olhou para o teto, assim como eu. Algumas estrelas, lua e bolinhas transparentes estavam espalhadas pelo teto. No escuro acendiam. – Papai?
– Oi, meu amor. – Virei o rosto para prestar atenção ao que ela me diria.
– Eu tenho uma surpresa. – Disse empolgada enquanto se sentava, com as pernas cruzadas.
– Aé? E qual é a surpresa? Me conte. – Pedi sorrindo.
– Mamãe prometeu não contar. – Falou me olhando séria. Me lembrei exatamente do que Lua pediu "Vou te contar uma coisa, mas tem que prometer, que quando Anie te contar, você vai fingir que não sabe de nada, ok?" E sorri.
– Uhm... Ela não me contou nada. – Lhe disse.
– Papai – Ela abriu um lindo sorriso. E eu voltaria infinitas vezes segundos atrás para ouvir essa palavra outra, outra e outras vezes. – Vai ter uma dança na escola de balé. – Me olhou. Lua tinha me falado da apresentação. Provavelmente Anie, não sabia falar a palavra: apresentação. Por isso, falou dança. Ri.
– É?
– Sim, e a minha mamãe perguntou se eu queria dançar. – Disse ainda empolgada.
– E você vai querer?
– Sim, papai! – Exclamou quase irritada. Como se a pergunta fosse idiota.
– Ok... – Levantei as mãos em sinal de defesa.
– Ela já mandou fazer minha roupa, e a professora já tá ensinando a gente. A roupa é linda, e não é rosa. – Avisou e sorriu ainda mais. Me fazendo rir. Igual a mãe, rosa só no último caso.
– Uhm... Vem aqui. – Me sentei e abri os braços para abraça-la. Anie se jogou em meu colo. – Não tenho dúvidas que você irá ser a bailarina mais linda, meu amor. – Beijei seus cabelos. – Então a roupa não é rosa? – Ri baixinho e ela me olhou.
– Não. É branca, e linda. – Ela me abraçou outra vez. – Pai...
– Tô aqui... – Murmurei.
– Eu quero que você vá. – Me disse em um sussurro.
– Ei, e quem disse que eu não irei? Não vou perder por nada, filha. – Assegurei abraçando-a ainda mais forte.
– Promete? – Ela se afastou de mim e sentou-se em minha frente.
– Prometo, Anie. – Lhe disse.
– De dedinho, papai? – Perguntou me mostrando o dedinho.
– De dedinho, filha. – Lhe disse outra vez. E enganchei o dedo mindinho no dela, selando a promessa, que não poderia ser quebrada.
– E vocês me abandonaram, né? – Ouvimos a voz de Lua. E logo ela caminhou até nós, e ficou ao meu lado. Beijei sua perna, e mordi discretamente enquanto subia o olhar até seu rosto.
– Oi mamãe.
– Oi amor. – Lua lhe jogou um beijo e Anie fechou os olhos sorrindo, para logo lhe jogar outro beijo.
– E você quase chorou sentindo nossa falta? – Provoquei me levantando, sob seu olhar penetrante.
– Quase isso. – Olhou para a filha. – O que estavam selando?
– Uma promessa de pai e filha. Portanto, é segredo, querida. – Beijei sou rosto. –Dormiu bem?
– Sim. – Ela cerrou os olhos. – O que estavam fazendo? – Mudou de assunto.
– Conversando, mas antes, Anie estava desenhando. – Apontei para os papéis no chão.
– Faz tempo que acordaram? Acho que dormi demais. – Ela olhou para o relógio de bichinho que tinha no quarto de Anie.
– Quando acordei, Anie já tinha saído do quarto. Vim ver onde ela estava. – Expliquei. – Vem, vamos comer alguma coisa. – A puxei pela mão. – Filha?
– Oi. – Ela nos olhou.
– Está com fome? – Perguntei.
– Não, papai.
– Uhm... Ok. Qualquer coisa, estamos lá na sala. – Lhe joguei um beijo e ela retribuiu assentindo.
– Está com fome? – Perguntei enquanto descíamos a escada.
– Não. – Negou. – Mas você disse que emagreci. – Fez uma fez careta. – E eu estou horrível. – Completou, sorrindo sem vontade.
– Eei, eu não disse isso. É você quem está dizendo. – Falei encostando-a contra a parede perto da cozinha. Subi minhas mãos pela lateral de seu corpo. E Lua fechou os olhos. Mas eu apenas queria chegar a uma conclusão que estava próxima. Bem próxima. Aproximei os lábios de seu pescoço, e distribuir beijos molhados pelo local, enquanto subia até o lóbulo de sua orelha, para logo depois, provoca-la mordendo-o. Desci umas das mãos até sua coxa, e a puxei para cima, de modo que me encaixei ainda mais entre suas pernas. Ela soltou um gemido baixo ao virar ainda mais o rosto.
– Arth... thur... – Gemeu num misto de repreensão e nervosismo. Como se estivéssemos fazendo algo errado.
– Era só isso que eu queria. – Me afastei de seu corpo. Ciente de que as pernas dela poderiam falhar. – Se continuar com medo do que posso fazer, as coisas vão ficar complicadas. – Falei enquanto ia até a cozinha. A ouvir soltar um suspiro, e minutos depois caminhar logo atrás de mim. – O que quer comer?
– Qualquer coisa...
– Essa resposta é meio vaga. Não responde a minha pergunta. – Retruquei me virando para encara-la.
– Aah... um sanduíche, algo assim. Você sabe fazer um bom sanduíche. – Deu de ombros se sentando à mesa.
– Não é só um bom – Dei ênfase – Sanduíche que sei fazer, querida. – Sorri debochadamente enquanto me virava para a geladeira.
– Para de falar assim! – Exclamou irritada.
– Não falei nada demais.
– Por que tá fazendo isso comigo? – Perguntou mais baixo. Me virei para olha-la. Ela estava com o olhar baixo.
– Eu não estou fazendo nada. É você quem está. – Ela me encantou. – Está com medo de mim? – Perguntei.
– Não! – Exclamou. – Eu só não estou à vontade para...
– Transar? – Perguntei outra vez. E ri sem vontade. – Acha que eu tô pensando nisso? Depois de tudo o que aconteceu? – Perguntei tentando manter a calma. –Às vezes eu acho que você não me conhece. – Completei e ouvimos a porta ser aberta. Mel havia chegado. Fechou a porta calmamente e andou até a cozinha.
– Oi. – Disse baixo. Caminhei até ela e a abracei.
– Obrigado... Por cuidar dela. – Lhe disse ainda abraçado a ela.
– Não precisa agradecer. – Sussurrou se separando. – Tudo certo?
– Uhum... e você, como está? E o... bebê? – Perguntei olhando-a com um meio sorriso. Ela parecia cansada.
– Estamos bem. – Respondeu caminhando até onde Lua estava. – Na verdade, hoje eu estou bastante enjoada. – Admitiu. – Fora isso, tudo certo.
– Que bom. – Falei e voltei para começar a fazer o sanduíche da confusa à mesa.

Era sábado, 7h45 da manhã. E Lua não parou quieta naquela cama, nenhum segundo sequer durante a noite e a madrugada toda. E agora estávamos os dois encarando o teto. Eu não havia dormido nada, e ela estava meio de banda comigo ainda. Me mexi na cama ficando de bruços, e levei uma das mãos até seu rosto, e acariciei sem dizer nada. Lua fechou os olhos, e também permaneceu muda. Me mexi outra vez, e agora eu estava sobre ela, que permaneceu de olhos fechados. Beijei suas bochechas, e depois desci os beijos para o seu pescoço, uma de minhas mãos estavam em sua nuca, e a outra, em sua cintura.

– Não vou passar dos beijos... – Sussurrei sentindo-a se arrepiar. – Eu estou aqui, é só isso que quero que saiba. Não fique zangada comigo, Luh... Eu só não quero que fuja quando estivermos assim. – Pressionei meu corpo contra o dela. – Eu sei que não deve tá pensando nisso, e nem eu... Eu só gosto de provocar. Você sabe... – Beijei seus lábios. – Eu espero. Abra os olhos. – Pedi. E ela o fez.
– Estou com medo.
– Eu sei que está. Eu vejo, eu sinto, meu anjo. Mas eu estou aqui, olha... – Sorri de lado. E ela me abraçou.
– Eu quero que prometa, que vai ficar.
– Pra sempre, Luh. Pra sempre... – Sussurrei.

E mordi seu lábio inferior, puxando-o antes de voltar a beijar seus lábios mais profundamente. O beijo era tão calmo, nossas bocas se moldavam perfeitamente. Nossas línguas não travavam uma luta, elas estavam em paz, e lentamente se tocavam, se enroscavam. Puxei seu lábio inferior outra vez, e desci os beijos para seu pescoço. Ouvindo-a ofegar. E descer as unhas pela minha costa. Fechei os olhos com força, e mordi levemente seu ombro antes de voltar a me deitar na cama.

– Uhm... que tal um banho? – Olhei para o relógio. – É quase 7h40. – Lhe disse.
– A consulta é as 9h30... Quer dizer, pra ir pegar o resultado. – Corrigiu.
– Vamos tomar um banho. – Falei novamente. – De banheira... – Completei. Lua me olhou com uma sobrancelha erguida. – Sim, Lua... Só banho. Não acredita? – Ela não respondeu. – Vem... ainda dá tempo. – Respirei fundo.

Eu me obrigava a não pensar no resultado. Embora fosse importante, eu queria acreditar que nada ia mudar. Mas Lua não fazia o mesmo. Caminhamos até o banheiro, eu rapidamente enchi a banheira, enquanto ela escova os dentes. Depois prendeu o cabelo em um coque, e se virou para me olhar. Estendi minha mão em sua direção, e ela a pegou. E andou até mim. A virei de costa pra mim, e abri o famoso laço a frete da camisola, abrindo-a e deslizando as alças pelos ombros dela. Distribuir beijos por onde a camisola passava. Até livra-la da peça. A virei de frente pra mim e beijei seu pescoço.

– Relaxa Luh... Já disse que são só beijos. – Falei beijando o canto de sua boca. Desci as mãos para sua cintura. E ela envolveu os braços em meu pescoço.
– Você não presta. – Sussurrou.
– Aham, e você colabora pra isso. – Respondi.

Me afastei dela, e me despir. Senti seu olhar percorrer meu corpo. E se eu realmente não tivesse controle sobre meus desejos mais íntimos, Lua já estaria em cima daquela pia desde o instante em que entramos nesse banheiro. E não seria um “Você não presta.” Que ela estaria sussurrando. Não que eu fosse um insensível, eu sabia e também podia sentir o quanto tudo isso nos abalou. Mas provoca-la era algo tão fácil pra mim, que mesmo sem perceber, eu acabava fazendo.

– Não me olhe assim, se realmente quer tomar – Enfatizei – um banho. – Completei e entrei na banheira. Logo me sentei na mesma. A água morna me fez relaxar. – Não vem? – Perguntei e estiquei a mão para que ela pegasse.
– Não tem como não... olhar... – Gaguejou. – Era só um banho. – Disse.
– E vai ser, querida. Vem? – A chamei outra vez e Lua segurou em minha mão. Entrou devagar, se sentando entre minhas pernas. Encostou a cabeça em meu peito e eu desci as mãos para sua cintura, subindo e descendo vagarosamente. Ela apoiou as mãos em minhas coxas e fechou os olhos. Beijei seu pescoço. – Sabe, Anie ontem me perguntou porque estávamos tristes. – Comentei e Lua virou a cabeça para me olhar. – Ela disse que sabia que estávamos tristes.
– O que você disse a ela?
– Que era assunto de adulto, e que ela não entenderia. E Lua, esse assunto é só nosso... Você... Uhm... Vai falar com mais alguém sobre esse resultado? – Perguntei.
– Mel e Soph, sabem do exame. Você sabe como minha irmã é... Você não quer que ninguém saiba? – Me perguntou agora virando todo o corpo de frente pra mim. Passei as mãos pelos cabelos e a encarei.
– Não é isso. É que eu só acho que isso interessa só à nós dois. Mas se você quiser contar, não vou ficar chateado e nem nada. – Deixei claro.
– Eu não quero contar... Mas Soph vai me perturbar com isso.
– Ela não precisa saber de tudo, amor. – Sorri de lado.  – Vem... – A puxei para um abraço, que não durou muito.
– Você trancou a porta? – Me perguntou se levantando.
– Não. – Respondi sem entender.
– Dou menos de cinco minutos para Anie chamar por um de nós. – Esclareceu. E me lembrei que ela tinha crescido o suficiente para chegar a maçaneta da porta e abri-la. Lua vestiu o roupão e antes que alcançasse a maçaneta da porta do banheiro, Anie chamou por ela. – Eu disse. – Me lançou um meio sorriso. – Não demore aí. – Ela abriu a porta e logo a fechou.
– Cadê meu papai? – A ouvi perguntar.
– Está tomando banho. – Lua respondeu.

Fechei os olhos e apoiei minha cabeça na borda da banheira. O tempo não podia parar só por um dia não? Me perguntei. E afundei na banheira.

Pov Lua

Tínhamos saído de casa às 8h50. E agora eu suava frio, sentada em frente aquela porta branca, esperando o médico me chamar. Arthur estava ao meu lado, tão nervoso quanto eu, mas fingindo muito bem que estava super calmo. E quando a porta se abriu. Minhas pernas tremeram. O médico chamou meu nome, e Arthur se levantou, me estendeu a mão para que eu segurasse, caso contrário, eu não conseguiria levantar sozinha.

– Fique calma, eu estou aqui. – Murmurou apertando minha mão. Assenti e mordi os lábios. Ele fechou a porta e nós caminhamos até as cadeiras em frete a mesa do médico. Sentamos, e Arthur permaneceu segurando minha mão.
– Bom dia. – George nos disse. – Sou George. – Ele estendeu a mão direita.
– Bom dia. – Falamos juntos.
– Arthur Aguiar. – Arthur o cumprimentou. Apertaram as mãos.
– Bom, Lua... O resultado está aqui. – Ele pegou um envelope. – Foi um exame bem a fundo. Eu expliquei a você... – Me disse e eu assenti. – Quer que eu leia? – e perguntou. – Ou prefere você mesma ler? – Não respondi. Apenas peguei o envelope das mãos dele e comecei a abrir. Arthur me olhava. E quando eu tirei os papéis de dentro do envelope. E comecei rapidamente a correr os olhos por eles, tentando achar o resultado final, meu coração batia tão rápido, que cheguei a pensar que Arthur e o médico estavam escutando as batidas. E na última folha, bem embaixo, e em negrito, estava: Negativo. Não. Eu não poderia ter mais filhos.

Continua...

Se leu, comente! Não custa nada.

Miiiiiiiiiiiiiiiiil desculpas. Terminei de escrever agora. E aqui está. Não me matem por conta do resultado. Sorry! Choremos :´(
E aí, o que acharam? Sei que irei fazer geral se roer de curiosidade e ansiedade... Mas fazer o que? Sou dessas haha... Vou tentar postar o próximo cap. O mais rápido possível.

Beijooooos...

14 comentários:

  1. Que dó deles agora eles vão sofrer muito

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  2. Que dó deles agora eles vão sofrer muito

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  3. Acho que ela irá engravidar, mesmo com este resultado. Algo que é impossível, mas acho que vai acontecer isso!

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  4. NOSSAAAA, pior noticia
    coitados deles, coitado do Arthur
    estou com muita dó deles.

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  5. CHOREEEEEEEEEEEEEEEEI, tadiinhos :'(

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  6. Nãoooooo acreditoooo!! E agoraaaa, como vai ser anciosa pelo próximooo!!

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  7. Nossa estou com muita dó deles, eles não merecem passar por isso!!!!Já estou chorando aqui,nem quero imaginar a tristeza deles,vão sofrer demais!!!
    Carol

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  8. Ela tem que engravidar mesmo o resultado sendo esse! Mais?

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  9. Eita! Acho que Lua nunca irá se perdoar :( mesmo ela ñ tendo culpa.
    Ansiosa para o proximo capitulo.

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