Mini fic - Flagra.

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É grande. Mas vale a pena ler até ao final.

A fic estará adicionada nos marcadores de "Mini fics terminadas"


P.O.V.'s Narrador


     Lua sempre teve uma crush por um dos garotos mais populares da escola. Bom, talvez ele não fosse assim tão popular como os rapazes de 18 anos que já têm mota, já fumam e bebem álcool. Mas ao menos ele era amigo deles, então já é considerado popular.
     O nome dele era Gustavo, mas muitos o tratavam por Guz. Tinha 17 anos e estava no seu último ano no colégio. Era de cabelos claros, olhos claros e estatura média. Era conhecido pelo seu sorriso, o seu olhar e as suas boas notas. Apesar de ser assim, tão bom aluno, não tinha amigos tão confiáveis como imaginava.
     Marisa era a melhor amiga de Lua, que curiosamente se dava muito bem com Guz. E foi através dela que foi marcado um encontro entre o Guz e a Lua. O encontro estava marcado para o dia 15, ou seja, restavam 3 dias.

- O QUÊ? – Lua se exaltou – Três dias? Como assim três dias? Amiga, eu nunca beijei na vida. E se eu fizer figura de otária? E se eu simplesmente não me conseguir aproximar dele? E se eu beijar mal?
- Relaxa, babe. – Marisa dizia nas calmas – É tão simples.
- Fala a jovem que já não é virgem. E não é da boca! – Lua fingiu tossir. – Ele é… espetacular, fantástico, perfeito, encantador… e eu sou eu. Simplesmente eu. Tenho quinze anos e nunca beijei ninguém. Isto é grave!
- Então talvez eu tenha uma solução. – Marisa colocou o dedo indicador sobre o lábio e começou a pensar – Eu tenho um amigo que acabou à pouco tempo com a namorada. Felizmente acabou porque ela era uma autêntica puta! – Marisa suspirou – Ele perguntou-me se eu não tinha nenhuma amiga que o pudesse apresentar. Não tinha pensado em ti, mas talvez sejas uma boa ajuda para ele. E ele para ti.
- Como assim? Ele vai ensinar-me a beijar?
- Exatamente! – Marisa riu – Vou falar com ele hoje. Tenho a certeza que amanhã já se podem encontrar. E escusas de ficar com vergonha, ele é super porreiro!

[…]

     Toda envergonhada, no dia seguinte, Lua foi ter à casa de Marisa, como o combinado. Estava nervosa se não apavorada. Tinha medo de falhar e não ser o suficiente. Tinha medo de ser gozada por este tal Arthur que pelos vistos é experiente no que toca a beijos.
     Lua tinha um vestido sobre o seu corpo, meio justo ao corpo de uma cor simples de verão. Calçava sandálias e usava a sua bolsa de lado. Mantinha o cabelo preso e um gloss nos lábios para sobressair.
      Tocou à campainha e esperou alguém a atender.

- Olá, tu deves ser a Lua. – Um rapaz moreno, cabelos castanhos escuros e de barba cerada no rosto foi quem a atendeu. – Eu sou o Arthur e vou ser teu mestre. Ou professor. – Ele pegou na mão dela e puxou-a para dentro – Bom, professor não. Faz-me lembrar aquelas histórias em que o rapaz ensina a rapariga a ser boa na cama. E não é propriamente isso que te vou ensinar. – Arthur riu.

     Lua estava sem palavras. Ele era um gato!
     Arthur deixou Lua ir à sua frente até à sala, onde estava Marisa, para assim conseguir admirar a parte traseira da jovem. Estatura média, belas cursas e belo rabo. O cabelo dela era loiro, cacheado mas encontrava-se preso. 

- Olá. – Lua cumprimentou Marisa 
- Olá minha linda. Espero que tenhas gostado do Arthur. Bom, o meu quarto é todo vosso. Mas tenham juízo – Marisa e Arthur riram – Têm duas horas. Acho que deve dar. É até a minha mãe chegar, mais quinze minutos de precaução, mais coisa menos coisa. – Marisa fazia gestos com as mãos. – Acredita Lua, ele beija bem! – Marisa piscou para a amiga e riu. 

     Chegou a hora. Os dois subiram para o quarto de Marisa e Arthur fechou a porta. 

- Bom, é melhor nós conversarmos um pouco e depois passar… à ação. – Ele sorriu e esfregou as mãos. Lua ainda se mostrava um pouco tímida.
- Está bem. – Ambos se sentaram na cama, lado a lado. Arthur virou-se um pouco para o lado de Lua para ficar diante a ela.
- Então, eu tenho dezoito anos e estou no primeiro ano da universidade estudando gestão. Eu sei que isto não tem nada a ver com aquilo que vamos fazer mas sinto-te muito nervosa.
- Eu realmente estou nervosa! – Lua couro.
- Qual é mesmo o teu problema?
- Eu aposto que a Marisa já te disse. – Lua se levantou – Daqui a dois dias tenho um encontro. Nunca beijei na vida. Tenho medo de falhar. Quero parecer experiente porque sei que o rapaz em questão já teve muitas namoradas e quero parecer tão boa ou melhor que elas. – Lua suspirou enquanto andava pelo quarto – Eu não sei realmente se nos vamos beijar no encontro mas há uma grande probabilidade.
- Entendo. Então, não tem nada que saber. – Arthur se levantou e foi até Lua.

     Antes de mais, ficou por trás de Lua passando de leve as suas mãos pelo braço dela. Encostou a sua cabeça à dela e falou para o ouvido de Lua.

- Tens de realmente conhecer o rapaz em questão para não tremeres tanto assim. – Arthur riu ao sentir que Lua estava literalmente a tremer – Se não o conheceres, que acho que é o caso, tenta manter-te confiante e esconde esse nervosismo todo. – Arthur pegou nas mãos dela ficando ainda na mesma posição. Balançou de um lado para o outro e Lua aos poucos foi se deixando levar – Delicadamente, vou pegar na tua cintura e fazer com que fiques virada para mim. Vais sentir o meu corpo mais próximo para o seu. Podes pôr as mãos onde bem te apetecer, mas normalmente vocês colocam as mãos entrelaçadas sobre o nosso pescoço.

     Arthur largou as mãos de Lua para poder tocar pela primeira vez na cintura da jovem. Girou-a para si e colocou as mãos sobre o fundo das costas dela. Não queria ser indelicado ao pouco de apalpar-me de imediato o seu rabo.
     Lua, ao estar agora diante de Arthur, mudou o seu modo de respirar. A sua respiração tornou-se pesada por estar cada vez mais nervosa. Sentiu o corpo dele bem encostado ao seu e levou as mãos ao mesmo. Depois, dedilou até aos seus ombros. Andou mais um pouco com as mãos e colocou-as sobre os ombros dele.
     Os dois continuavam a balançar de um lado para o outro, como se estivessem realmente a dançar uma muito bem lenta numa festa ou em alguma coisa parecida. 
     Lua colocou o rosto sobre o ombro dele enquanto Arthur continuava a falar sobre o ouvido dela.

- Vamos juntar os nossos rostos. Eu provavelmente vou tocar-te o rosto com a minha mão e roçar o meu nariz no teu. Quando estiveres com o teu crush, só tens de sorrir. Adoramos ver-vos sorrir quando estamos prestes a beijar-vos. 
- E eu devo continuar com as mãos onde estou?
- Sim, claro. Mas se o beijo for intenso, podes sempre mudar as mãos para as costas ou para o peito dele. No momento, tu só vais querer saber do beijo.

     Arthur sorriu para ela. Levou a sua mão direita ao rosto dela e segurou devagar. Lua fez como ele pediu: apenas sorriu. Olharam-se bem no fundo dos olhos um do outro e Arthur roçou os seus narizes. Ambos fecharam os olhos.

- Em todos os beijos que eu vou dar com rapazes vai ser assim? Terei sempre de fazer isto?
- É claro que não – Arthur riu baixinho, sem tirar o seu rosto de perto do rosto dela – Cada beijo terá a sua intensidade. Tudo dependerá do momento.

     Arthur agora juntou as duas mãos e colocou os seus lábios aos dela. Lua abriu os olhos repentinamente. Sorriu entre aquele conhecido beijo de chapa ou selinho. Desceu as mãos dos ombros dele até ao seu peito. Arthur agora interlaçou os seus lábios nos dela e ela fez igual ao que ele fazia. Ele beijou cada um dos lábios dela à fez, tudo muito lentamente. Depois, puxou o lado inferior dela e voltou a beijar-lhe. 

- Ok… - Arthur respirou fundo. – Isto é a primeira parte do beijo.
- Primeira parte? – Lua disse sem folego?
- Estás assim tão ofegante? Sabes que podes respirar nas pausas do beijo, certo? – Arthur riu. A cara da Lua era totalmente de um ponto de interrogação. – Com o tempo, vais te acostumar.
- Mas o encontro é já depois de amanhã.
- Mas nós ainda temos… - Ele verificou o relógio – Uma hora e quarenta e dois minutos. 
- Vamos beijar o tempo todo?
- Claro. Hoje eu beijo, mas amanhã tu é que me vais beijar. 
- A sério? Mas e se eu não souber?
- Eu sou um bom professor. Quero dizer, mestre. – Arthur riu. Pegou novamente no rosto dela com as mãos e beijou-a. Lua deu o beijo de olhos abertos, surpreendida. – Agora vamos avançar. O beijo de língua.
- É mesmo preciso?
- Não queres?
- Quero, quero. Só não estava à espera que me ensinasses mesmo tudo.
- Então vamos lá. 

     Voltaram à posição anterior. Começaram um beijo e Arthur tomou a iniciativa de colocar a língua dentro da boca dela. Uma sensação gostosa e diferente que causou em Lua borboletas na barriga. A língua dele puxou a sua, de leve, e fez com as as duas juntas bailassem dentro da boca de Lua. O beijo terminou quando Arthur chupou o lábio inferior de Lua.

- Uau! – Lua riu maravilhada e com a boca totalmente vermelha
- Agora faz-me a mim o que acabei de te fazer.
- Mas já?
- Sim. – Arthur sorriu.
- Vou tentar…

     Arthur encostou-se ao beiral da janela do quarto de Marisa e cruzou os braços. Lua seguiu-o parando à sua frente. Tirou os braços dele e colocou-os sobre a sua cintura e depois segurou o rosto de Arthur. Encostou os seus lábios aos dele, interlaçou-os e fez, por segundos, com que aquilo fosse tudo muito simples. Depois, tocou com a sua língua na língua dele e sentiu uma sobrecarga de electricidade sobre o seu corpo fazendo com que intensificasse o beijo. Nisto, Arthur pressa mais a sua cintura contra à dele e excita-se. Lua voltou novamente a esquecer-se de respirar e afastou-se de Arthur a tossir novamente.

- Muito bom! – Arthur riu – Mas precisas de controlar a tua respiração.
- Desculpa, empolguei-me. Isto é realmente bom.
- Não dá vontade de parar, não é? – Arthur aproximou-se de Lua e puxou-a para outro beijo. Desta vez, com as mãos mais baixo do que antes. – Vamos seguir? – Perguntou Arthur entre os beijos.
- Sim. Mas antes, eu posso pôr as minhas mãos no teu cabelo enquanto te beijo?
- Claro que sim. – Arthur riu antes de responder. – É onde quiseres.

     Arthur aproximou-se e colocou uma mão no pescoço de Lua, criando assim uma aproximação. Respirou calmamente pelo nariz de como a que Lua sentisse a respiração dele a bater no seu pescoço. Depois,  Arthur molhou os seus lábios com a língua e deu sobre o pescoço de Lua um beijo simples mas duradouro. Ele largou bem devagar os seus lábios do pescoço dela, sentindo cada parte da pele dela se arrepiar. Por fim, deu uma mordida de leve, puxando a pele do pescoço dela bem carinhosamente.

- Isto é então o beijo no pescoço.
- Mas devagar, certo?
- Sim. Mas queres mais rápido?
- Não sei… não é igual?
- Talvez a sensação não seja. – Arthur riu maliciosamente. 

     Com as mãos ainda na cintura de Lua, Arthur encostou ainda mais o seu corpo ao dela mantendo-a por perto. Beijou os lábios dela, invadindo a sua boca com a Lua, agarrando-a violentamente. Lua agora já sabia controlar a sua respiração, mas com um beijo destes, não sabia quanto tempo ia aguentar.
     Ele largou os lábios dela e passou para o pescoço, dando um beijo fraco mas demorado com aquela mordida especial no final. As mãos dele agora viajaram até ao rabo dela. Quando Lua pensou que o beijo tinha acabado, eis que Arthur a surpreende com um chupão no pescoço. 

- Arthur… - Gemeu sem querer. Deixou-se levar completamente. Ao gemer, arranhou o pescoço dele de leve enquanto fechava os olhos.
- Desculpa. – Ele riu afastando-se um pouco. – E desculpa pelo chupão. Empolguei-me mais uma vez. Mas… tu deixaste-me assim.
- Não precisas de pedir desculpa. Mas agora é a minha vez, certo?
- Claro. – Arthur sorriu bem safado.

     Agora Lua fez o mesmo a Arthur, mas desta vez em cima da cama.
     Arthur pediu que ela imaginasse que estavam sentados num banco de jardim. Então, sobre o colo de Arthur, com uma perna de cada lado, Lua o beijou e chupou o pescoço dele assim como tinha apreendido e não se esqueceu naquela mordida no final. 
     Conforme o beijo se tornava intenso, Lua balançava um pouco a sua cintura sobre a de Arthur, deixando-o totalmente louco. Agora ele não se intimidava e apertava o rabo dela como fazia normalmente às outras suas ex-namoradas. 
     Lua já nem se importava. Beijava-o sem parar. Era uma sensação tão boa, tão diferente, que não se importava de ficar ali por mais de duas horas novamente. 
     Para terminar aquele beijo, Lua puxou o lábio de Arthur e roçou o seu nariz no dele. Ambos sorriram.

- Obrigada por me ensinares estas coisas. Depois de amanhã já não vou parecer uma tontinha.
- Tonto é o rapaz que achares que és tonta. Tu só não tinhas prática, mas agora que a tens és melhor que muitas outras que andam por aí.
- A sério?
- Sim. O teu beijo é ótimo. E já sabes deixar marca no pescoço, penso eu.

     Ainda sobre o colo dele, Lua verificou o pescoço de Arthur e depois colocou as mãos na boca.

- Desculpa, não tinha intenção de te fazer um chupão.
- Na boa. – Arthur riu. – Também tens aí um. Quando fores ao encontro tens de deitar um pouco de base para não se notar e o rapaz não achar que o estás a enganar.
- Vou me lembrar disso. 

     Ambos sorriram um para o outro e deixaram-se ficar assim. Arthur apercebeu-se de que ainda a tinha no seu colo e colocou as mãos em volta do corpo dela, puxando-a para outro beijo.

[…]

     A intimidade entre os dois cresceu tão rápido que Arthur pediu que a última “aula” fosse na sua casa. Deu inclusive, o seu número a Lua para que não se perde-se pelo caminho. 
     Pelos cálculos de Lua, ela estaria quase a chegar a casa de Arthur. Era só virar a primeira à esquerda e procurar a casa cujo número fosse o 30. Porém, sentiu o telemóvel virar na sua mão. Era uma chamada. De Arthur.

- Arthur?
- Olá Lua. Queria só saber se te tinhas perdido ou assim… 
- Não, acho que não estou perdida.
- De qualquer modo, estou à porta de casa. Mal posso esperar até ver-te novamente.
- Porque?
- Porque senti saudade dos teus lábios.
- A sério?
- Não tiveste saudades de me beijar? – Ele perguntou.
- Bom… - Lua riu – A verdade é que senti. Mas acho que é por tudo ser tão novo e tão bom para mim. 
- Quando chegares, quero que ajas como se estivesses no encontro com o rapaz. Qualquer coisa que faças mal, eu aviso-te e ensino-te melhor, afinal, é já amanhã. 
- Está bem… acho que estou a ver-te.

     Arthur olhou para o lado e viu uma jovem se aproximar de si vestida com uns shorts e um top branco, com o telemóvel na mão. Os dois riram. Arthur levantou-se e ficou diante de Lua.

- Posso já cumprimentar-te com um beijo na boca?
- Eu acho apenas que deves me cumprim…

     Antes se quer de Arthur responder, ela lançou-se a ele. Pulou para cima de Arthur, colocando os seus braços à volta do pescoço dele e ele apenas correspondeu ao beijo agarrando-a à cintura. Aproveitou para apenas subi-la um pouco. 
     Desta vez o beijo não teve aquele início calmo. Lua interlaçou os lábios nos dele e puxou de imediato a sua língua, fazendo com ela uma espécie de luta amorosa mas selvagem. Algo indiscritível. 
     Arthur, sem largar o beijo, levou-a para dentro de casa. Entraram “às escuras” até ele fechar a porta e se encostarem numa parede qualquer. O beijo continuava. Agora Arthur beijava o pescoço dela e dava-lhe leves mordidas ou outras vezes puxando a pele dela, fazendo com que Lua se contorce-se enquanto arranhava de leve as costas dele por cima da sua camisa vestida.
     Pararam o beijo para finalmente se olharem. Riram descaradamente e depois foram se sentar no sofá.

- É uma pena que amanhã vás a esse encontro. O encontro devia ser comigo. Iriamos só beijar. – Arthur confessou
- Vê lá. Não te apaixones por mim.
- Digo-te o mesmo.
- Se fosse só pelo teu beijo, pedia-te já em casamento.
- São os homens quem devem pedir. – Arthur a informou e riu depois – Mas a sério… ontem estive a pensar e será mau não poder te beijar mais, depois de hoje este tempo acabar. – Arthur suspirou – Foi difícil esquecer a minha ex-namorada, mas com o dia de ontem esqueci-a da noite para o dia. Mas agora será difícil esquecer o teu beijo. 
- Oh… - Lua sorriu de lado – Não digas essas coisas. Fico envergonhada. 
- Não fiques. É verdade. – Todo manhoso, Arthur encostou-se ao sofá e puxou-a para outro beijo.

[…]

     O dia chegou. Lua chegou ao parque, local combinado para o encontro com Guz, meia hora antes porque só havia autocarro àquela hora. 
     Lua e Guz combinaram vir de roupa branca. Mas enquanto ele não chegava, ia falando por mensagens com Arthur. Só que, de repente, sentiu umas mãos sobre os olhos dela de modo a taparem-nos.

- Guz?
- A sério? – Arthur riu e deu a volta ao banco encarando Lua que sorriu ao vê-lo – Tocas-te nas minhas mãos o suficiente nestes dias para lhes conheceres. 
- Desculpa, mas pensei que fosse ele… tu estavas agora a falar comigo e como é que…? Ok, esquece.
- Vim dar-te um beijo de boa sorte.
- O quê? Mas não podemos… a ultima aula foi ontem e…
- É só um! – Arthur, muito apressadamente, pegou no rosto dela e envolveu-lhe num beijo.
- Lua? – Uma terceira voz pergunta.
- GUZ? – Lua se levanta rapidamente do banco
- Era pra isso o encontro? Esquece! – Guz deu meia volta e não quis ouvir explicação.
- Desculpa. – Disse Arthur, um pouco arrependido.

     Teria ela se importado mesmo?
     Quem quer corre atrás. Mas Lua deixou-se ficar no banco. Com Arthur. 


Fim

Finalmente voltei a escrever. Já estava mesmo com saudades de postar algo aqui e sei que realmente vocês merecem apesar de eu achar que devem estar a odiar-me por toda esta ausência!
Enfim! Eu estou a escrever duas novas webs mas quero terminá-las então para depois postar aqui. Elas são para 5sosfam mas eu vou adaptá-las para aqui. 

Enfim, espero que gostem desta mini fic.

Ah, outra coisa. Esta fic foi inspirada em umas duas webs que eu estou a escrever. Não me ocorreu outra coisa.

Digam aqui o que acharam s2


6 comentários:

  1. Amei, achei um a.morzinho! Nao daria para fazer uma continuacao?

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  2. ameiiiiiiiiiii ela tinha que ficar só co ele mesmo kkkk

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  3. muito perfeitooooo <3
    -allana

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