Arthur - Too Far 1.1 - Capitulo 23

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Arthur
Eu tinha só apagado? Merda. Isso era. . . era. . . não havia palavras para o
que era. Eu ainda estava deitado sobre Lua, provavelmente sufocando-a,
apesar de seus braços estarem firmemente enrolados no meu corpo. Ela não
estava tentando me empurrar.
Eu não queria sair dela. Estar dentro dela me fazia sentir em casa. Mas eu
tinha acabado de tomar sua virgindade e em algum momento perdi a minha
mente no processo.
Voltei e ela apertou seu poder sobre mim. O prazer que ela me deu foi mais
do que ela poderia saber. Eu gostava de saber que ela me queria perto.
- Eu já volto. Eu preciso cuidar de você primeiro. - eu disse a ela, em
seguida beijando-a suavemente antes de me levantar e ir para o banheiro.
Eu não me incomodei com a roupa. Ela tinha visto tudo de mim agora. Ela
podia lidar com isso. Eu levei uma toalhinha em água quente, antes de molhar o
pano me certifiquei de que era agradável e acolhedor. Ela precisaria se limpar.
Por mais que eu quisesse fazer isso de novo, ela ia precisar de tempo.
Voltei para a sala e os olhos de Lua estavam presos nos meus, então
caiu para a minha cintura. Seus olhos ficaram grandes e seu rosto ficou
vermelho.
- Não banque a tímida comigo agora. – brinquei com ela. Toquei-lhe no
joelho e o moveu. Ela não estava ajudando.
- Abra para mim. - eu instruí, e gentilmente cutuquei o joelho de novo. - Não
muito. - eu disse a ela. Só o necessário para obter um melhor acesso.
A pequena mancha de sangue em suas dobras rosa fez o animal selvagem
dentro de mim rugir de prazer. Isto era meu. Eu tinha feito isso. Ninguém tinha
estado aqui antes de mim. Era foda, mas eu não podia evitar. A ideia de que
ninguém jamais a tocou me deixou louco.
- Está doendo? - Eu perguntei, enquanto eu limpava a área mais
suavemente que podia. Eu queria beijar lá e fazer tudo melhor, mas eu não tinha
certeza de que ela estava pronta para isso de novo, ainda.
Quando ela estava tão perfeitamente imaculada como antes de tê-la
tomado, eu parei de limpar e joguei o pano na lata de lixo. Era hora de abraçar
forte. Deixar-me aproveitar o conhecimento que ela era minha. Eu me arrastei
até deitar ao lado dela e a puxei em meus braços.
- Eu pensei que você não fosse um abraçador, Arthur. - disse Lua,
enquanto inalava a pele do meu pescoço com seu narizinho.
- Eu não sou. Só com você, Lua. Você é a minha exceção. - Palavras
mais verdadeiras do que nunca foram ditas. Lua era a minha única exceção.
Ela sempre seria. Eu puxei as cobertas para cima e sobre nós, então coloquei a
cabeça debaixo do meu queixo. Ela precisava descansar, e eu precisava segurá-
la. Para alimentar o animal possessivo que ela tinha despertado dentro de mim,
com a certeza de que ela estava a salvo aqui comigo.
Levou apenas minutos antes de sua respiração desacelerar e seus braços
estarem negligentes ao meu redor. Ela estava esgotada. Ela tinha trabalhado o
dia todo. . . e, em seguida, isto. Sorrindo, eu fechei os olhos e inalei o cheiro
dela.
O medo na parte de trás da minha cabeça que ela me deixaria quando ela
descobrisse a verdade ameaçou arruinar este momento. Mas eu empurrei-o para
longe. Ela ia me amar. Eu a faria se apaixonar por mim. Então. . . então ela me
ouviria, e ela me perdoaria. Ela tinha que fazer.
Acordei com um corpo nu, macio e bonito ainda enrolado contra mim. O sol
estava espiando através das persianas. Eu não me importava que horas eram,
mas eu sabia que ela se importaria. Eu queria ela aqui comigo, mas não sobre o
que eu queria. Isto era sobre Lua. E ela não gostaria de estar atrasada para o
trabalho. Seu senso de responsabilidade não permitiria isso. Eu tive que acordá-
la, por mais que deixá-la dormir nos meus braços me atraísse.
Respirando fundo, eu deixei o cheiro dela encher a minha cabeça. A
memória de seu outro cheiro fez meu pau semi ereto ir para completamente
duro. Eu não iria fazer algo que seria doloroso para ela, mas eu poderia fazer a
carne tenra se sentir bem e aliviar minha fome.
Mudei-me para baixo de seu corpo e peguei uma de seus adoráveis pés
descalços, em seguida, dei um beijo no peito do pé. Ela não se moveu. Sorrindo,
eu continuei trilhando beijos até sua panturrilha e voltei para baixo novamente,
provando sua pele a cada pequenos beijos.
O corpo de Lua começou a se esticar e se mover. Só um pouco no início,
mas o momento em que ela acordou, eu soube. Os movimentos lentos, fáceis,
pararam e seus olhos se abriram. Eu continuei beijando sua perna, sorrindo
enquanto eu observava seu rosto sonolento.
- Ah, finalmente. Eu estava começando a me perguntar o quanto eu
precisaria te beijar, a fim de acordá-la. Não que eu me importe de beijar mais
acima, mas isso levaria a mais um pouco de sexo incrível e você só tem 20
minutos para chegar ao trabalho.
Os olhos de Lua se arregalaram, ela sentou-se na cama tão rapidamente
que eu tive que deixar a perna dela ir. Eu sabia que ela não gostaria de perder o
trabalho.
- Você tem tempo. Vou preparar alguma coisa para comer enquanto você
se arruma. – eu disse. Eu queria passar o café da manhã entre as pernas, mas,
novamente, não se tratava da necessidade do Arthur, naquele momento.
- Obrigada, mas não precisa. Eu pego alguma coisa na sala dos
funcionários quando chegar lá. - ela disse, corando quando ela pegou o lençol
para manter os seios nus cobertos. A mulher carinhosa da última noite se foi e
uma nervosa estava em seu lugar. O que eu tinha feito de errado?
- Eu quero que você coma aqui. Por favor. - eu disse, olhando-a de perto.
A pequena chama em seus olhos me disse que ela precisava ouvir isso.
Será que ela precisava de tranquilidade? – Esta bem. - ela disse. - Eu preciso ir
para o meu quarto tomar um banho. - Ela ainda parecia nervosa.
Eu queria que ela ficasse aqui. Eu queria que ela usasse as minhas coisas.
Mas. . . porra. – Estou dividido, porque eu quero você tomando banho no meu banheiro, mas eu não acho que eu vou ser capaz de ir embora sabendo que
você está nua e ensaboada em meu boxe. Eu vou querer acompanhá-la. - eu
admiti.
- Por mais atraente que pareça, eu estaria me atrasando para o trabalho. -
disse ela, com um pequeno sorriso.
- Certo. Você precisa ir para o seu quarto. - Ela olhou em volta, para suas
roupas descartadas. Eu queria ela em minhas roupas esta manhã. Quando ela
saísse do meu quarto como um anjo amarrotado, eu queria a minha camiseta
contra sua pele, cobrindo o que me pertencia. - Coloque isso. Henrietta vem
hoje. Vou pedir para ela lavar e passar suas roupas de ontem a noite. - eu disse,
pegando a camiseta que eu usei na noite passada e joguei para ela.
Ela não discutiu. Eu não conseguia desviar o olhar enquanto ela puxava
minha camiseta sobre a cabeça e deixava cair o lençol, uma vez que ela tinha
certeza de que eu não podia ver seus seios. Acho que o fato de que eu chupei
eles e os lambi como um homem obcecado ontem à noite não importava. Ela
estava cobrindo esta manhã.
- Agora, levante-se. Eu quero ver você. - eu disse a ela, a necessidade de
vê-la em minha camiseta. Era uma imagem que estava destinada a ficar marcada
no meu cérebro para a eternidade.
Ela se levantou e a camiseta bateu em suas coxas. Saber como ela estava
nua por baixo e quão facilmente eu poderia buscá-la e abrir as pernas, me fez
repensar meus planos para hoje.
- Você pode dizer que está doente? - eu perguntei, olhando para ela,
esperançoso.
- Eu não estou doente. - respondeu ela, com uma expressão entre as
sobrancelhas.
- Você tem certeza? Porque eu acho que estou com febre. - eu disse,
brincando, andando em volta da cama e puxando-a em meus braços. - Ontem à
noite foi incrível. - Eu pressionei meu nariz em seu cabelo.
Seus braços vieram ao redor da minha cintura e seguraram com firmeza. -
Eu tenho que trabalhar hoje. Eles estão me esperando.
Isso era Lua. Era uma das muitas  coisas que me atraiu para ela. Ela não
ia mentir ou ignorar uma responsabilidade. Deixei-a ir, dei um passo para trás e
coloquei distância entre nós. - Eu sei. Corra, Lua. Desça o seu traseiro
bonitinho e prepare-se. Eu não posso te prometer que eu vou deixar você ir, se
você ficar aqui olhando assim por muito tempo.
Um sorriso irrompeu em seu rosto e ela saiu correndo para as escadas. Sua
risada arrastou atrás dela e tudo o que eu podia fazer era ficar lá como um
idiota, sorrindo.
Eu me banhei e me vesti rapidamente, então chamei Chay. Eu não queria
perguntar a Lua sobre sua agenda, mas eu queria uma desculpa para estar no
clube. Eu nunca ia lá a menos que Gi me queria para jogar golfe ou jantar.
- Alô? - Chay disse, parecendo surpreso que eu estava ligando.
- Hey. Vocês vão jogar golfe hoje? - Perguntei.
- Uh, sim. Nós jogamos golfe todos os dias. Você sabe disso.
- Eu quero entrar. - eu disse.
- Você vai jogar golfe? - Perguntou ele, o choque em sua voz.
Eu não via qual era o grande negócio. Eu tinha jogado golfe com eles antes.
Eu joguei com Gi e Guga em uma ocasião. - Sim, e daí? - Disse.
Chay riu. - OK, com certeza. Você não joga com a gente faz uma
eternidade. O que deu hoje? Normalmente você tem que ser arrastado para o
campo, por Giovanna ou Guga.
Eu não estava respondendo a isso. Ele não precisava ficar com a ideia
errada sobre Lua. Eles precisavam me ver com ela. Eu tinha que ter certeza
que todos eles saberiam quanto fora dos limites ela estava. - Vontade de jogar
golfe. - eu respondi.
- Tudo bem, então. Nos vemos as 11:30. Fernando tem que estar em uma
reunião esta tarde com o pai, por isso estamos jogando mais cedo.
Eu não apontei que a maioria das pessoas achava uma hora cedo seis ou
sete horas da manhã. Não 11:30. - Obrigado. Veja você, então.
Eu desci as escadas para ver se Lua não tinha saído ainda. Ela não
poderia ter tido tempo de se vestir e comer. Não se ela tomou um banho. Eu abri
a porta para o fundo das minhas escadas e olhei para a direita. A porta da Lua
estava aberta. Ela não estava lá. As luzes estavam apagadas.
Fui para as escadas e desci dois lances de escada de cada vez, na
esperança de alcançá-la a tempo, para um beijo de despedida.
Ela estava em pé no bar, com uma tigela de cereal em suas mãos e uma
colher levantada para a boca. Ela estava comendo. Boa.
- Não me deixe pará-la. - disse eu, caminhando até o pote de café, não
querendo deixá-la nervosa.
Ela parecia tão nervosa. - Você está trabalhando dentro hoje? - eu
perguntei. Ela balançou a cabeça negativamente, em seguida, engoliu.
- Eles precisam de mim lá fora hoje. - disse ela.
Voltei-me para o pote de café antes de sorrir. Gostaria de vê-la, então.
Porra, eu adorava golfe. Notei o celular em cima do balcão e peguei. Ela já tinha
esquecido ele.
Mudei a panela e vi sua caminhada para a pia, com sua taça. Dei um passo
e bloquei seu caminho, peguei a taça dela colocando na pia, atrás de mim.
- Você está. . . está tudo bem? - Perguntei, então deslizei a mão para baixo
cuidadosamente no lugar entre suas pernas, que me preocupava que a
incomodaria hoje. Ela tinha que trabalhar fora no calor, e eu não queria que
fosse doloroso.
Ela corou e abaixou a cabeça. – Eu estou bem. - ela disse em uma voz
sussurrada.
- Se você fosse ficar aqui, eu tinha como fazer se sentir melhor. –disse a
ela.
Sua respiração acelerou. - Eu não posso. Eu tenho que ir para o trabalho. -
disse ela, levantando os olhos para encontrar os meus.
Eu escorreguei seu telefone no bolso de sua bermuda. Eu queria com ela o
tempo todo. - Eu não posso suportar a ideia de você se machucar e não poder
fazer nada sobre isso. - disse a ela, lentamente acariciando a parte externa de
seus calções.
- Eu tenho que me apressar. Eu tive que pular o chuveiro, o que é terrível,
eu sei, mas eu não podia tomar banho e comer. Eu não quero você. . . Eu queria
comer, assim você ficaria feliz. - disse ela.
Ela não tinha tomado banho. Bem, foda-se. Eu enterrei minha cabeça na
curva de seu pescoço e respirei fundo.
- Merda, Lua. Eu amo que você vai cheirar como eu todo maldito dia. -eu
admiti. Sabendo que ela não tinha me lavado fez rugir minha besta interior. Eu
estava ficando fora de controle.
- Eu tenho que ir. - disse ela, dando um passo para trás. Com uma pequena
onda, ela correu para a porta.
Não foi até que eu ouvi a porta fechar que eu percebi que não tinha
conseguido o meu beijo. Ela me distraiu com o fato de que ainda estava
carregando o meu cheiro por todo o seu corpo. O sorriso estúpido no meu rosto
estava fazendo o meu rosto doer. Eu não havia sorrido muito em toda a minha
vida, no entanto aquela garota continuou dando-me uma razão para isso.
                                                                                                Continua...............

Como não amar Arthur...

11 comentários:

  1. Lindooooo de maissssss!!! Adoreiii perfeito!!!

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  2. Awwn que perfeito amor, eu quero um Arthur desses pra mim u.u Kkkkk
    Você tá de parabéns amor, arrasou gata <3
    Xx Mila Mozart

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  3. Awwn que perfeito amor, eu quero um Arthur desses pra mim u.u Kkkkk
    Você tá de parabéns amor, arrasou gata <3
    Xx Mila Mozart

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  4. Uiiiiiiiiiiii Thur apaixonado :) kkk mais Manu?

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  5. Que homem é esse? Arthur sempre surpreende <3
    Lua é mulher de sorte *O*
    Adoreeeiii, demaiss de bom a cada capitulo <3

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  6. The only excepcion ♡♡♡ thur é muito foufo Xx adaline

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  7. Cara,perfeitooo ^_^........
    o Arthur é tãããõ fóófiss

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  8. Arthur processivo kkk Lua que aguente agora mais ele ta muito fofo :) ansiosa por mais:)

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  9. Tu nao vai posta hj nao?

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