Capítulo 22 - Decicion‏

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POV's Lua Blanco

-Lua! Que surpresa boa. Eu estou indo encontrar o Aguiar, e não seria uma má ideia lhe dizer quem encontrei em um local como esses. –Arrepiei-me e girei no banco, dando de cara com Chay, acompanhado de uma bela moça com pernas torneadas e cabelos castanhos escorrendo até suas cinturas finas.

  Ele revisou seu olhar entre em mim e Melanie.

Meu corpo estava arrepiado, minha espinha tremia dentro de mim, e me coração se arrebatava em meu peito a cada vez que meu peito subia e descia em busca de oxigênio. 

-Chay, não pensei que lhe veria por aqui. –falei com dificuldade, sentindo as lágrimas quererem vim á tona.

-Eu imaginava. –Ele sorriu irônico, e por um instante não senti meus pés.

-Por favor, não diga nada ao Arthur. Ele vai me fazer voltar para aquele lugar imundo. Por favor, Chay. –Juntei minhas mãos, como se estivesse orando. E, de fato, eu estava orando pela minha vida á partir daquele momento.

-Vamos para o carro, Lua. –ele disse, e entendi aquilo mais como uma ordem do que uma pergunta.

  Será que Arthur havia colocado ele para me vigiar? Tudo aquilo foi fácil demais. Não podia ser isso, não podia ser verdade. Eu queria acreditar que não, mas o meu coração não queria se acalmar, era como se eu estivesse em uma adrenalina extremamente perigosa.

-Até mais, Melanie. –A abracei, e beijei seu rosto que se encontrava cor-de-rosa. Ela também estava se sentindo intimidada por Chay, e raramente ela ficava assim.

-Até, Lua. –ela murmurou tristonha.

-Se eu fosse você, começava á me despedir. - Chay falou, e a morena siliconada riu.

  Os ignorei e segui atrás dos dois que não paravam de se mordiscar, aquilo já estava me dando ânsia de vômito.

-Deixe ela ir no banco de passageiro. –ele disse para ela.

-Mas...

-Não discuta comigo. –dito isso, ela se calou e foi para os bancos de trás.

  Em silêncio, e sem a mínima vontade de rir da careta dela, sentei no banco de passageiro e esperei Chay dar a volta para adentrar no veículo e sentar em seu lugar.

-Por que, você faz essas coisas? –ele murmurou, tirando o carro do lugar.

-Que tipo de coisas? –perguntei, sem entendê-lo, e tirei minha atenção das filas de boates que preenchiam calçadas naquela noite.

-Você sabe do que estou falado, Lua, e já deve ter sacado que Aguiar é esquentadinho, tem o temperamento quente.

-Eu sei. Mas, ás vezes todo mundo precisa de alguém pra desabafar. Não conte nada á ele, Chay. Eu prometo que não irá se repetir.

-Eu espero que esteja certa das suas palavras. Se quiser sair pra visitar alguém, ou precisar de algo, fale com ele, mas não teste sua sorte. Você já deve ter percebido o quanto Aguiar tem moral nessa cidade, não só aqui, mas em toda Califórnia, e bastaria uma ligação de algum fofoqueiro de plantão que você já deveria começar a rezar pela sua vida. –ele deu seu sermão, e me odiei tanto por ter sido burra. O que ele havia dito fazia muito sentido, e eu agi como uma idiota, sem pensar. –Eu não contarei nada a ele, dessa vez.

-Obrigada. –sorri o mínimo que consegui. Naquele momento, eu queria pular em cima dele, e abraçá-lo com todas minhas forças, mas provavelmente ele acharia que sou uma louca. –Eu prometo que não irá se repetir. –Ele assentiu e focou sua atenção na estrada.

  A vadia morena devia ter escutado tudo, e aquilo, de certa forma me amedrontava. Ela não seria capaz de abrir a boca, ou seria? Chay, provavelmente não deixaria barato.

-O que dirá para os seguranças? –murmurei baixinho, quase eu mesma não escutei o que havia acabado de sair dos meus lábios. Eu estava pedindo a ajuda dele, pela segunda vez.

-Que lhe encontrei na rua, e resolvi lhe dar carona. –disse pensativo.

-Tudo bem.

  Não dissemos mais nada. O caminho foi silencioso, e só a brisa que invadia o carro deixava o clima menos carregado.

  Atravessamos o portão da mansão de Aguiar, e a mentira de Chay colou, mas aqueles malditos seguranças não deixaram de fazer piadinhas, porém Chay não lhes deu muita confiança.

-Lua! –Chay me chamou, antes que eu caminhasse para os fundos da mansão.

-Oi? –murmurei.

-O que você fez para conseguir sair? –ele perguntou com um sorrisinho malicioso, e balancei a cabeça negativamente, imaginando o que ele havia pensado.

-Me vesti de empregada, e falei que iria ao mercado comprar a comida do almoço de domingo.

-Boa garota. –ele sorriu e acenou, antes de partir com seu carro luxuoso.

  Entrei pela porta dos fundos, a qual deixei aberta, e a fechei tentando fazer o mínimo de barulho possível. Tirei as roupas de empregada, e as dobrei do jeito que estavam quando encontrei. Coloquei na prateleira da dispensa e fechei a porta com cuidado. 

  A sala estava escura, porém a luz do abaju estava ligada. Não deveria ser Arthur, ele não chegaria agora. Eu estaria perdida. 

-Boa noite, querida. –Kátia disse, descendo as escadas, e vestida elegantemente em seu robe de seda azul bebê. 

-Boa noite, Kátia. -Sorri sem graça. 

-Oh, não precisa ficar com vergonha! O que estava fazendo aí na cozinha? –perguntou sem abandonar seu lindo e alegre sorriso. 

-Hum... Na verdade, eu estava dando uma olhada no jardim. –Seu sorriso se alargou em seu rosto delicado. 

-E o que me diz? –disse, abrindo a porta da geladeira. 

-É incrivelmente lindo e bem cuidado. –falei com sinceridade, pois ao sair pela porta do fundos, eu havia notado a parede de vidro da estufa, e pude ver algumas tulipas vermelhas. 

-Fico feliz que ache isso. Sou eu quem cuida de todas aquelas flores, são belas. –ela disse e deu uma golada em seu copo de leite. 

-Bem... acho que irei subir, estou com sono. –Fingi um bocejo e espreguiçei. 

-E, eu acho que você não parece me enganar. –Sorriu, e eu deixei meus ombros caírem. 

-Desculpe. Só não temos assunto para compartilharmos, e me sinto com vergonha, nervosa, algo parecido. 

-Oh, tudo bem! Nós podemos pedir uma pizza, e assistirmos á filmes românticos, você gosta? –Ri de sua insistência. 

-Gosto. 

(...) 

 Pela porta da sacada aberta e pelos baixos barulhos estalados, percebi que estava chovendo, e dias chuvosos são extremamente raros em Los Angeles. O despertador ao lado denunciava ser 1:30 pm. Kátia realmente me divertiu na noite anterior, fazia tempo que eu não me divertia daquela forma calma. Sem música alta, sem beijos, sem cigarros, sem um par de salto alto, só no escuro da sala, comendo, e com a TV ligada. Ela fez com que eu me sentisse bem como não me sentia á muito tempo, e acima de tudo é uma pessoa doce, e fácil de lidar.

  Levantei com a minha preguiça costumeira, e estiquei os braços para me despertar. Andei até o pequeno banheiro, e escovei os dentes. Minha barriga roncava alto pela fome que sentia, e minha garganta estava seca. Realmente, dormi demais. Mas, antes eu necessitava relaxar em uma banheira aquecida, e isso era algo que aquele banheiro não oferecia. Tirei a toalha amarela do gancho e abri a porta de madeira devagar, querendo evitar qualquer barulho para não atrapalhar a possível transa de Aguiar.

-Bom dia. –murmurei para uma loira com a face caída pelo sono, e com o rímel burrado. Arthur fez mesmo com que ela soasse.

-Desculpe pela demora, e péssimo dia. –disse mal-humorada, e deu as costas me dando a visão da metade de sua bunda arrebitada que estava pouco tapada pela blusa grande. Ela seguiu para o quarto dele.

  Entrei no banheiro, pendurei minha toalha no gancho, e liguei a banheira de hidromassagem, colocando-a na temperatura quente. Tirei minha roupa, e a deixei jogada no chão.

-Vadia, não sabe nem chupar um pau sem babar. –Arthur disse bravo, e bateu a porta atrás de si fazendo com que eu levasse um susto momentâneo.

-O que deu em você? E, tem um banheiro no seu quarto, só para você, e bem grande por sinal. –sussurrei com a mão no peito, tentando controlar minha respiração.

  Arthur analisou meu corpo da cabeça aos pés, e passou a língua entre os lábios. Ele não deveria ter o direito de fazer isso, não sabe a quantidade de pensamentos maliciosos que tenho com esse seu rápido e maldito hábito.

-Acontece que essa mansão é minha, e posso estar aonde eu quiser, e no horário também. –Colou nossos corpos com brutalidade, e aspirei fundo seu masculino e delicioso. –Você não sabe o quanto fica deliciosa dessa forma, com essa expressão pós-sono e o corpo extremamente quente, pós-aquecido pelas cobertas.

-Diga logo o que está querendo.

-Quero que me chupe. –sussurrou no meu pescoço, tão baixinho que fez minhas pernas tremerem.

-Não vou chupar seu brinquedo que acabou de ser babado por outra, Aguiar. –tentei dizer firme, porém minha voz me entregava, ela estava carregada de excitação. –E, como sabia que eu estava aqui?

-Fui ao seu quarto. E eu não lhe pedi nada, eu ordenei. Quero que me chupe, agora. –disse com a voz arrastada, rouca e o maxilar trincado.

-Lave-o, por favor. –Espalmei minhas mãos em seus peitos, e encarei seus olhos caramelados. Ele bufou, e andou em direção a banheira.

  Abaixou sua calça de moletom cinza na altura dos joelhos, e com a mão pegou um pouco d’água, e em seguida deslizou sua mão pelo seu mastro tão apetitoso, duro e grosso. Cruzei as pernas tão fortemente que pensei que os músculos tensos iriam estourar.

-Venha. –Gesticulou com o dedo indicador, e sentou na beirada da banheira.

  Me ajoelhei a sua frente, e seus dedos firmes foram parar em meus fios do cabelo despenteado. Posicionei meus dedos ao redor do seu pênis, e ele grunhiu.

-Quer que eu lhe chupe ou lhe masturbe? –falei baixinho e ele abriu seus olhos que antes estavam apertados.

-Me chupe, Lua. Pare de brincadeiras.

-Sempre ao seu favor, senhor Aguiar.

  Abocanhei a cabecinha de seu pênis, e posicionei minhas mãos ao redor de suas bolas, brincando com elas.

-Faça esse trabalho direito. –murmurou.

  Olhei para os seus olhos quase fechados, e suas sobrancelhas franzidas. Encarar sua expressão de tesão, e saber que saber que sou causadora dela é com certeza umas das 7 maravilhas da minha vida.

  A seu último pedido, deslizei meus lábios por seu pênis, não conseguindo chegar até sua base, e escutando o gemido rouco e prolongado de Arthur. Sua mão forçou minha cabeça contra o meio de suas pernas fazendo com que seu pênis fosse de encontro a minha garganta.

-Isso, Lua.

  Tirou sua mão da minha cabeça, e relaxou seus braços na borda da banheira. Continuei o trabalho que Arthur havia começado, sentindo meu coração saltar mais forte a cada vez que praticamente seu pênis fosse engolido por mim. Suas veias saltaram deixando-o mais grosso e duro, e com mais dificuldade tentei continuar.

-Boquinha apertada. –Fez um rápido carinha em meu lábio superior que estava grudado em seu pau.

  Com um gemido alto e de satisfação, Arthur derramou seu líquido branco e melado dentro da minha boca.

-Engula, e chupe seus dedos. –Ordenou.

  Com vontade, engoli aquilo sem nojo algum, e levei meus dedos a minha boca.

-ARTHUR! –Escutei a voz desconhecida do outro lado da porta que estava sendo acompanhada de batidas ensurdecedoras e fez com que Arthur tirasse sua atenção dos meus atos.

-O que foi, porra? –disse alto e nervoso.

-Achamos um chaveiro com a foto de Giovanna no galpão que aconteceu a explosão da carga de armas. Suspeitamos que seja de Brandom. –Arthur empurra meu corpo para trás fazendo com que eu caísse sentada.

  Veste sua calça de moletom rapidamente, mas antes que saísse do cômodo, segurei sua mão fazendo com sua expressão de ódio e nervosa se voltasse para mim. Tão bipolar.

-Eu tenho uma coisa para lhe dizer. –murmurei.

-Diga logo, não tenho tempo para brincar de twist com você.

-Na sua cama, Arthur? –perguntei e ri da minha própria piada.

-Lua, eu tenho coisas para fazer, invés de ficar como um vagabundo em casa da forma como você fica. –Travou o maxilar, e tratei de tirar o sorrisinho do rosto.

-Você... Me deixaria ir para a faculdade?

  Arthur tirou minha mão de cima da sua com brutalidade, e saiu do banheiro batendo a porta.

  Espero que aquilo não tenha sido sua resposta, e sim que tenha outros problemas a resolver que sejam mais importantes do que a minha pergunta feita naquele momento.

A Alice me mandou outro capítulo. Como está a web?


16 comentários:

  1. Tomara que o Arthur deixe Lua ir a faculdade,assim ela podera ver Julie.

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  2. Deveriam fazer o thur ter ciumes dela,eba a Lu na facudade,ele vai deixa ? Curiosa posta + <3

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  3. Posta mais , posta mais

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  4. Mais pf amo d+ essa web ! Ela so e postada em final de semana ne ?

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  5. tá maravilhosoooo maisssssssss

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  6. Posta mais!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

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  7. Ui ++++ curiosa ! A Lua vai ter algo com o Brandom ?

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  8. Acho dificil ele deixar mas tudo pode acontecer espero q ele deixe muuuuito bom posta logo amando
    Lane Lima

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  9. Postaa maisss... essa web ta perfeitaa de mais!!!!

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  10. Saudade dessa web,posta +

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  11. Quando Arthur vai perceber que ama a Lua?

    Posta mais um AMO demais essa web !

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  12. Ele sempre se arrepende de fazer isso cm ela,entao pq faz ? Thur doido.

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  13. maissssssss...pf...amandoooooo...

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  14. AMOOO DE MAISSS ESSA WEBB... POSTAAAA MAISSSSS!!!! POSTA LUA DANCANDO PRA ELE COM AS SAPATILHASS.. ANCIOSA PARA O PROXIMOO

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