Ela não é quem eu pensava - Ultimo capítulo - "Fazer amor num supermercado"

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POV NARRADOR

Chay e a sua amiguinha pouco se importavam com quem estava do lado de fora do banheiro da casa do amigo – do qual foram à festa do dia da ação de graças. Transaram sem dó nem piedade na banheira. Ela estava contra a portinha de vidro da banheira enquanto ele a possuía por trás. Ele agarra os cabelos dela e puxava enquanto ela se limitava a gemer e pedir por mais.

- Eu nunca esperei dizer isso mas… - dizia Chay – Você é muito gostosa!
- Isso você já me tinha dito – respondeu a garota. Eles trocaram de posições, dessa vez, estavam deitados. Ele por cima dela.
- Acho que não quero nunca desapegar de você. Sei lá, você é diferente das outras com quem eu costumo fazer sexo.
- As outras eram atraentes que nem eu?
- Digamos que você é mais que elas. Mas eu sempre escolho garotas bonitas para sexo, dizem que são as melhores. Mas elas são coisinhas fáceis, ao contrário de você
- E você gosta de garotas difíceis ou fáceis?
- Difíceis! – ele mordiscou a orelha dela
- Quer dizer que gosta de mim?
- Gosto! – ele sorriu – E você?
- Digamos que você se tornou num bom amigo.
- É? – ele sorriu – Bom saber.

Entretanto, Micael passou por um bar qualquer e pediu uma garrafa de vodka. Com ela na mão, dirigiu feito louco na estrada e foi à casa do tal amigo, à festa do dia da ação de graças. Entrou, com a garrafa na mão, em casa, chamando à atenção de todo o mundo. Ele deu um “oi”, tentando parecer uma pessoa normal e procurou um lugar para poder estar em paz e pensar no fracasso que acabará de viver.
A mulher por quem ele dedicou vários anos da sua vida, dizia-se apaixonada. Casaram. Quando ele pediu um filho, ela negou. Quando ele queria fazer amor com ela, ela dizia que não queria porque tinha dores de cabeça ou estava cansada do trabalho. Se ele cometesse um mero erro, bem pequeno, ela fazia uma escandaleira como se fosse uma coisa do outro mundo. Ou seja, ela arrumava sempre pretexto para brigar.
Ele notou ela muito amiguinha de um colega de trabalho, até que descobriu que ela o traia com ele, o tal colega de trabalho. Depois do divorcio já ter saído, eles dois resolvem se encontrar novamente e fazer amor, como nunca antes tinham feito.
Quando ele pensa que tudo está indo certo, ela diz que não sente nada por ele.
Enfim, desilusões amorosas são sempre assim.

Micael queria estar num “mundo à parte”, por isso, decidiu ir para o banheiro beber a garrafa de vodka que ainda ia a meio. Talvez se bebesse ela toda de uma vez, esquecesse a porra de vida que tem.
Micael entrou no mesmo banheiro em que Chay e a amiguinha dele transavam. Eles se assustaram assim que ouviram a porta abrir e fecharam rapidamente a cortina. A garota estava novamente contra do vidro, da portinha da banheira, enquanto ele ficava por trás ela.
Micael não deu conta de nada. Mijou, mesmo sem ter vontade e depois se sentou na pia bebendo. Chay e a amiguinha continuaram transando de um modo discreto.

Arthur se arrumou e para esquecer Lua, que estava no funeral do pai, decidiu ir à festa da ação de graças. Ele decidiu levar uma garrafa de champanhe para mostrar uma boa educação.
A sua consciência estava pesando muito. Lua, em pouco tempo, tinha se tornado em alguém especial para ele, porque ela não tinha vergonha de nada. Partilhava a sua vida com ele e não tinha medo de se entregar. Ela não escondia a pessoa que realmente era.
No momento em que ela mais precisava dele, ele não estava. E agora? Como ficariam as coisas? Será que ela se ia irritar com ele? Ficaria ela chateada? Mas afinal… eles nem namoram. Apenas se beijam quando estão carentes e fazem sexo a toda a hora, de preferência na cama da casa dela que é “alta e muito confortável”.

Depois de trocar três ou quatro palavras com as pessoas presentes na festa, Arthur foi ao banheiro. Curiosamente, ao mesmo banheiro que Chay, a sua amiguinha e Micael estavam, visto que era o único banheiro da casa.
Quando entrou, deu de caras com Micael. Ele estava ainda sentado na beira da pia mas desta vez a garrafa de vodka já estava totalmente vazia.

- Micael?
- Arthur? – ele se encararam
- Você não ia sair com a tal garota?

Micael esse tempo todo que transou com a ex-mulher, dizia aos amigos que estava saindo com a garota que conheceu na casa nocturna, a Leonor. Ele sabia que era errado mentir aos amigos, mas ele não queria demonstrar que ainda estava apaixonado pela ex-mulher. Porém, agora ele estava bêbado e não sabia bem o que estava dizendo.

- Que garota o quê caras. Você e o Chay são babacas!

Chay estava na banheira ainda com a garota. Nem Micael nem Arthur tinham percebido isso. Agora, eles, Chay e a amiguinha, já não transavam. Tinham parado assim que Arthur entrou.
Chay se mostrou irritado quando Micael o chamou de babaca.

- Como assim cara? Você bebeu? – perguntou Arthur
- Bebi! Sabe por quê? Porque eu sou um idiota. Porque eu voltei lá, com a minha ex. Transei com ela esse tempo todo. Foi o melhor sexo da minha vida. Hoje, preparei um almoço especial para ela e ia me declarar. Mas a puta me fala que não me ama e que quer é aquele gay do seu advogado, com quem me traiu antes. – Arthur estava chocado com tudo o que ele dizia – Sim, eu menti para vocês. Não, eu não voltei a ligar para a outra garota, da casa noctura.
- Você mentiu esse tempo todo? Cara, eu e o Chay fizemos um pacto com você! Era suposto a gente não se entregar para relações passadas. Era suposto ninguém se apaixonar. Apenas curtir a vida, afinal, somos tão novos. Você me mentiu Micael! – Arthur se mostrava irritado

Chay e a amiguinha tentavam se vestir no pouco espaço que tinham, na banheira. Porém, ao vestir as calças, Chay se desequilibra e caí em cima da torneira, abrindo a água fria. A garota começa a gritar, junto com ele. Micael e Arthur gritam também de susto, pois pensavam que estavam sozinhos no banheiro.
Micael abre a cortina da banheira e a portinha de vidro e dá de caras com a garota semi-nua, assim como Chay que só tinha a cueca boxer vestida.

- Vocês? O que fazem aqui? – Micael perguntou
- Traidores! – Arthur gritou – Você também Chay? Traiu a minha confiança também? que porra de amigos são vocês? E o nosso pacto? Filhos da puta! – gritou irritado – Hoje é dia de passar com aqueles que mais amamos. Era suposto estarmos entre amigos, curtindo o clima. Vocês… - Arthur olhava com cara de nojo para Chay e a amiguinha – Vocês estavam transando?
- Sim… - respondeu Chay inocente – Sabe como é né… a gente tem de se divertir.
- Divertir? – perguntou a amiguinha dele – Você disse que eu era especial e agora diz que eu sou uma diverção?
- O quê? – Arthur gritou novamente – Vocês… que desilusão! – Arthur abriu a porta do banheiro e deu de caras com todo o mundo de ouvido colado à porta ouvindo a discusão.


Saiu daquela casa totalmente sem chão. Aqueles que mais amava, os seus amigos, tinham mentindo pra ele de cara dura. Sem dó nem piedade. Cada um deles, tinha traído a amizade de um jeito diferente.
Chay afinal havia se entregado para a garota que dizia ser “ só diversão”. Afinal, não era bem assim. Micael voltou a paixões antigas. Os dois quebraram o pacto. Só Arthur levou a serio o pacto. Adivinhem só? Ele fez o bem e se deu mal. Não quebrou o pacto com os amigos, mas fodeu completamente o que tinha com Lua.


Uma semana depois, os amigos estavam sem se falar. Micael e Chay se falavam, visto que foram os que realmente quebraram o pacto e fizeram a mesma asneira. Porém, Arthur não falava com nenhum dos dois.
Na sexta à tarde, Micael e Chay decidem tentar se desculpar com Arthur. Vão até ao apê dele (que entretanto Micael saiu). Tocam à campainha e rezam para serem bem recebidos.
Arthur tentava ligar pela milésima vez para Lua, mas a garota se recusava a atender. Deixou o celular de lado e abriu a porta sem ao menos perguntar quem era.

- O que vocês fazem aqui? – perguntou ele
- Viemos falar com você cara… - disse Micael. Os dois entraram e fecharam a porta. Arthur foi para o sofá onde se sentou, de cara fechada com os amigos.
- A gente veio pedir desculpa. Nós estamos arrependidos. – disse Chay – Eu juro que eu pensei que no inicio aquilo era só diversão. Mas cara, transar com ela todos os dias era tão bom, que quando eu não transava, eu sentia falta. Sem querer, me apaixonei. Mas para que você se sinta melhor, nós já não nos vemos à cinco dias. Ela nem quer olhar na minha cara, visto que eu disse, à vossa frente, que ela era diversão, sendo que no momento antes eu tinha dito que ela era especial. Ela era mesmo especial.
- E cara… - começou Micael – Eu juro que eu tentei focar em outra mulher que não a minha ex… mas você sabe como ela foi importante na minha vida. Basta ela piscar que eu caía aos pés dela. Eu fazia de tudo por ela. Mas para que saiba… eu não voltei a falar com ela e marquei um encontro com a garota que eu conheci no outro dia, a Leonor.
- Vocês acham que eu me sinto feliz por isso? Por saber que a garota já não olha para a sua cara, Chay e por saber que você tem um encontro, Micael? – ele riu irónico – Caras… eu estava saindo com a Lua. a gente se dava muito bem. muito bem mesmo. o pai dela morreu, ela pediu que eu acompanhasse ela no funeral, no dia da ação de graças, e eu não fui. Sabem por quê? Porque eu tinha um pacto com os meus amigos. O pacto era não se envolver. Vocês fizeram o contrário. Eu cumpri o pacto e fui o que mais me fudi nessa história toda. Hoje não ela olha na minha cara, não quer saber de mim nem atender as ligações que a todo o dia eu lhe faço.
- Nós não tínhamos noção que isto era tão importante para você
- Importante? – ele riu – Só importante? Isto era sério! Se tratava de uma questão de amizade. Amizade essa que vocês não levam a sério
- Lógico que levamos! – disse Micael – A gente é irmãos.
- Não sei se somos mais. Vocês me desiludiram! – Arthur cruzou os braços
- O que podemos fazer por você? – perguntou Chay

Arthur começou a pensar. Pensou, pensou e voltou a pensar.
Da última conversa que teve com Lua, o que é que ela disse?

FLASH BACK ON

- Mas confesse… eu sou bem mais interessante
- E imaginativo
- Não entendi?
- Eu nunca vou esquecer que você achou que eu era prostituta
- Por favor Lu, esquece isso. Já foi à tanto tempo
- Não, não foi – ela riu – Mas deixa pra lá. Eu até gosto de você
- Gosta?
- Gosto! – ela riu de novo – Mas talvez seja a vodka a falar mais alto
- Eu acredito que não. eu sou sexy e conquisto todas
- Porém… - ela tirou as pernas de cima das dele – Eu não sou todas
- Eu sei que não. Você é diferente. Você é boa na cama
- No sofá, no chão, no carro, até no supermercado
- Você já transou num supermercado? – Arthur quase gaguejou
- Infelizmente não. Mas é o meu sonho – ela riu

FLASH BACK OFF

- O QUÊ? – Chay e Micael perguntaram ao mesmo tempo
- Como assim cara? você quer transar com ela num supermercado?
- Sim. E eu quero que vocês me ajudem.
- Como?
- Simples. Vão se infiltrar no mini mercado que tem aqui perto, na esquina logo da rua, e vão dar um jeito de, quando ele fechar, eu e ela entrarmos lá dentro. Aí, a gente faz o que tem a fazer e quando quisermos, saímos.
- Mas como vamos fazer isso?
- Se virem! – dito isso, Arthur saiu do apê deixando os amigos lá

Arthur foi em direção à casa da Lua. Ela tinha de abrir-lhe a porta, custe o que custar. O garoto pegou umas flores, mesmo que fosse do jardim dela e bateu à porta. Ela abriu logo. estava com uma camisola de dormir comprida e estava descalça com o cabelo meio bagunçado. Ela ficou envergonhada quando viu que era Arthur.

- Vá embora!
- Não! – ele foi em direção à porta, empurrou ela para dentro, entrou e logo fechou a porta atrás dele. – Eu tenho algo para te dizer. Eu estava em um pacto com os meus amigos. A gente não podia se entregar para ninguém. Somos tão jovens. Mas foi a maior borrada que eu cometi. Eu juro que eu me arrependi de não ter estado do seu lado no funeral do seu pai. Mas caso eu fosse, implicava uma traição perante os meus amigos. Então eu não fui. Mas descubro que eles me traíram e…
- Eu não estou entendendo nada! – interrompei Lua
- Lua – ele se ajoelhou perante ela e entregou as flores
- Ei, você arrancou as flores do meu jardim?
- Bom… - ele riu – É que como é um pouco tarde já, as floristas não estavam abertas e…
- Continue! – ela riu
- Eu sou um babaca, filho da puta. Mais uma vez fui mal com você. Mas se você me der uma oportunidade, eu juro que nunca mais te vou desiludir. E tem mais… estes dias sem falar com você, me levou a pensar.
- Você pensa? – ela olhou irónica para ele
- Pára. – ele quase riu – É sério. Eu acho… eu acho que estou apaixonado por você. Eu sei que é estranho. É estranho ouvir um cara dizer que te ama, apesar de tudo o que eu já te fiz. Te chamei de prostituta e não fiquei do seu lado quando você mais precisou. Mas eu quero mudar. Eu vou provar que estou disposto a te fazer feliz. E vou começar agora!
- Ah é? Fazendo o quê? – ela cruzou os braços – Você acha simplesmente que eu tenho que aceitar coisas que você diz da boca pra fora? Eu passei os piores dias da minha vida. Aquele funeral foi… foi o momento mais terrível e triste da minha vida. Eu queria um amigo. Eu só queria um amigo do meu lado. Se você fosse comigo àquele funeral, eu não te ia pedir que casasse comigo.
- Mas ir a um funeral implica intimidade. Intimidade implica relação. E o pacto que eu tinha com os meus amigos implicava não ter relação nenhuma com ninguém. Quando eu te vi pela primeira vez, lembra? A gente saiu os três juntos, eu, o Micael e o Chay, com a condição de que íamos encontrar uma garota para passar a noite. Cada um conheceu uma garota. Porém, na noite seguinte, era para conhecer outra e ir sempre assim. Sem compromisso, sem relação, sem intimidade.
- Eu devia estar à espera disto. – ela foi até à sala – Você se mostra um garoto metido, que tem tudo o que quer. Mimado.
- Não! Eu não sou assim. Eu sou legal. Sou amigo, sei ouvir os problemas das pessoas e te garanto que todas as conversas que nós tivemos… eu estava presente de corpo e mente. Eu te ouvi e era capaz de repetir tudo o que você disse na ultima conversa que tivemos.
- Então diga o que foi! – ela cruzou os braços e o encarou
- Eu não vou dizer. Eu vou fazer! Se vista, vamos sair. – ele piscou pra ela

O mini mercado tinha fechado. Chay e Micael se infiltraram dentro daquele mini mercado e ficaram à espera que fechasse. Quando fechou, eles ainda estavam lá dentro, trataram de desligar as câmaras de vigilância do pequeno estabelecimento e depois ficaram à espera de Arthur e Lua, na porta das traseiras.
Assim que eles chegaram, Micael e Chay foram embora deixando os dois lá dentro sozinhos.

- Você me disse uma vez que era o seu sonho fazer amor dentro de um super mercado. – ele sorriu para ela. Estavam já dentro do super mercado, na parte das frutas e legumes frescos. Caminhavam por lá silenciosos e um pouco receosos de serem pegos.
- Não é o meu sonho – ela riu envergonhada – Quem ouve isso, até pensa que sou tarada.
- Mas você é – ele riu – Estou brincando.
- Eu apenas tinha esse pequeno desejo… - ela mordeu o lábio – Eu não acredito que estamos cá dentro. Como é que eles conseguiram fazer isso? Vocês são loucos!
- Eles fizeram isso para se desculparem. E se tudo der certo, eles têm a minha amizade de volta.
- Vamos logo despachar isso. Bom, eu quero comer. Não quero fazer sexo de barriga vazia.
- Amor. O que vamos fazer aqui, é amor. – ele agarrou dela, finalmente, a encostou contra a prateleira de ovos e farinha e a beijou.

Andaram pelo estabelecimento correndo. Pegaram chocolates, beberam refrigerantes e ainda levaram uns para mais tarde. Haviam arcas congeladoras com peixes e carnes congeladas e foi aí em cima que os dois caíram.

- Está um pouco frio – ela reclamou
- Eu fico por baixo.
- Não acredito que você está fazendo isso por mim.
- É para te provar o quanto estou louco por você
- Acho que nunca ninguém cometeu assim uma loucura tão grande por mim
- Isto é só a primeira de muitas. – ele mordeu o lábio dela

Lua o olhou com um olhar bem malicioso. Sem falar nada, ela colocou a mão por baixo debaixo da camisa dele, acariciando o peito dele. Passava a mão pelas laterais do corpo dele e arranhava de leve. Marcou território no corpo dele quando lhe fez o primeiro chupão no pescoço de Arthur. Arthur, por sua vez, desceu as mãos pelas costas dela, chegando à bunda e segurou ela com firmeza.
A ansiedade era tanto, que para Lua provocar Arthur, cavalgou em cima dele sem antes tirarem as roupas. Ele estava ficando louco. Deixou gemidos escaparem e sentiu que também tinha de provocar ela. Quis abrir a blusa dela para poder tocar nos seus seios, mas ela não deixou.

- Já lhe fizeram um strip?
- Nunca… - ele babava.

Ele estava deitado naquela arca gelada e ela se levantou. Colocou os pés em cada lado do corpo dele e começou a tirar a roupa de uma maneira sensual. A roupa íntima que tinha não era a mais sexy, visto que não teve tempo para se preparar e nem sabia para onde vinha.
Se agachou perante Arthur, deixou toda a extensão do seu corporal e tentou tirar com pressa as calças dele. Arthur ajudou. Tirou as suas próprias calças, aproveitou e tirou a blusa também. Lua beijou a barriga dele e apertou a intimidade de Arthur.

- Você não vai fazer isso, né? – Arthur riu, fazendo Lua rir também
- Não sou prostituta – ela riu
- Não precisa de ser prostituta para pagar de um bom boquete
- Não faço isso… mas faço outras coisas. – Lua beijou novamente o pescoço dele e mordeu.
- Tipo o quê? – provocou ele. Sem ela reclamar, ele abriu o ziper do soutien dela e jogou longe. – Que paraíso nosso senhor. – Arthur acariciou os seios dela
- Isso digo eu! – desta vez, Lua colocou a mão dentro da cueca boxer de Arthur e tocou no membro dele, o mastrubando-o
- Ahh, não… você não tem esse direito! – Arthur gemeu e riu logo de seguida
- Tenho! – Lua riu e continuou

Depois foi a vez de Arthur a acariciar de maneira que ele preferisse. Os dois loucos estavam gemendo no meio do supermercado achando que tudo aquilo era deles. A sorte, é que já passava da 1hora da manhã e que ninguém se atrevia a passar na rua àquelas horas.

Roupas jogadas no azulejo frio do supermercado, camisinhas usadas mesmo ao lado deles e muito gozo. Lua ia ao céu e vinha. O desejo dela estava sendo realizado. Lua Blanco estava fazendo amor num supermercado.
Depois de várias penetradas, chegaram ambos ao orgasmo. Começaram a rir, sem falarem nela e ela deitou a cabeça no peito dele.

- Realmente você sabe como agradar a uma mulher.
- Uma mulher não… A mulher! – ele olhou pra ela – Você. Você é a única da minha vida.
- Isso é uma…
- Declaração? – ele riu a interrompendo – Talvez seja. – ele beijou a testa dela – Lua Blanco, que pensa de amanhã fazermos amor num banco?
- Num banco? Boa ideia! – ela riu

FIM!

Gente, isto foi a coisa mais hot que eu já fiz em toda a minha vida!
Gostaram da pequena web? Tenho outras em mente (não tão hots suas safadas)

13 comentários:

  1. Cris vc è d++ ❤️❤️ eu ameiii...
    Pode postar as outras q estão na sua mente!! ❤️😍😘❤️ S2
    Gabbyh

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  2. A web tem haver com o filme Namoro ou Liberdade? pois no filme o personagem de Zac Efron, faz um pacto com os dois amigos, onde eles continuariam solteiros. No filme um dos amigos dele é traido pela esposa mais depois transa com ela em um hospital e o outro amigo acaba transando com a melhor amiga no banheiro de uma festa. Ai o personagem de Zac vai usar o banheiro onde o cara tava transando com a garota.

    -Bia

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    1. Esta web foi inspirada nesse filme do zac porém aqui em Portugal se chama "aquele estranho momento". Pra quem leu os "avisos" que eu posto sempre nos finais do capitulo sabe que me inspirei lá

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  3. Cris faz uma mini web inspirada na comedia romantica "A proposta"? Adoro esse filme

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  4. Amei a Web Cris, super safada ♥
    Pode postar as outras viu senhorita? Beijo :*

    Mandy

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  5. Muitp boa. Podia continuar né?!?!

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