Ela não é quem eu pensava - 4º Capítulo - "Transar"

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POV NARRADOR

Naquela noite, depois de Arthur se desculpar com Lua, os dois foram até um estabelecimentos se divertir um pouco. Incrivelmente, foi à mesa casa noturna em que se conheceram e que Arthur jurou nunca mais lá colocar os pés, visto que tinha sido lá que tinha conhecido “a prostituta”.
Dançando coladinhos um ao outro, foram conversando e deixando escapar uma e outra mão boba. Deixaram se envolver ao som da musica e acabaram se beijando. 

- Que droga, quer me afogar? – ela saiu do beijo
- Eu não
- Então pára de colocar a sua língua na minha garganta! – soltou ela

Ele ficou meio receoso de a beijar novamente, até que ela começa a rir da cara dele. Para se vingar, ele morde o pescoço dela e lá ele deixa uma marca. Novamente se beijavam, loucamente, até esbarrarem na cadeira do bar. Decidem beber algo para todos se acalmarem.


Os três amigos, Chay, Arthur e Micael, levavam em frente a promessa de “não ter um relacionamento sério com ninguém”. Porém, todas as vezes que se encontravam com garotas, não era bem assim que pensavam.

Chay saia com a sua amiguinha Sarah todas as noites. Eles iam até à casa noturna, onde ela cantava e tocava piano e para finalizar a noite, iam para a casa dela ver um filme. Mas Chay estava cansado de filmes. Ele andava esgotado por causa do trabalho e o que ele precisava mesmo era de uma noite de sexo.
Naquela noite, ele disse que ia levar um filme diferente. Sarah não se esperava de ouvir gemidos de prazer e ainda assistir na tv duas pessoas se comendo sem dó nem piedade. Ele ficou animado. O seu “amiguinho” também. Sarah não estava diferente. Ela não podia mentir e dizer que aquele filme não estava mexendo com as suas hormonas. 

Sem ela mais esperar, Chay foi para cima da garota e a baixou. Colocou as pernas uma em cada lado do corpo dela e levou as mãos para os seios dela, onde apertou. Ela soltou um gemido e mordeu o lábio dele jogando a cabeça para trás. Ele abriu a camisa dela, botão por botão. Os seus dedos estavam meios trémulos, pois ele se encontrava nervoso.

Depois de estarem em trajes menores, ele pegou ela ao colo e a levou para o quarto da garota. 
Ela ficou por baixo enquanto ele a possuía. As costas dele tinham as marcações das unhas dela. Chay abre os olhos para olha-la e dá de caras com um ursinho de pelúcia “o encarando”. Daí se lembra que ela tinha, uma vez, comentado que guardava um ursinho de pelúcia que o seu ex-namorado havia lhe dado.

- Aquele animal ali é do seu ex? – ele parou os movimentos e encarou o boneco. 
- É. Fofo né? – ela olhou para o ursinho
- Não! tira ele dali. Ele está me encarando e eu assim não consigo te fod…
- Tá, eu tiro! – ela pegou o ursinho e jogou para de baixo da cama – Melhor assim?
- Muito melhor! Fica de quatro agora! – pediu dele. Ela o encarou e ele piscou para ela mordendo o lábio


Micael também “brincava de médico”. A sua ex havia aparecido novamente no consultório dele, curiosamente na hora de serviço. Micael ficava iludido, pensando que aqueles momentos de prazer, entre eles no consultório, fossem saudade da parte dela e que futuramente pudessem voltar. Mas não. Tudo passava de um joguinho, da parte dela. Ele é que não percebia.

- Eu estava com tanta saudade – disse ele quando beijou o pescoço dela
- Mas ainda ontem nos vimos
- Mas para mim nunca nada é suficiente
- Eu preciso de ir… - ela riu – Você tem pacientes para atender.
- Você é a minha doente. Uma doente especial.
- E você é o meu médico preferido 

E passaram ali mais umas horas se amando.


Certo dia, Arthur estava em casa sem nada de importante para fazer. Na verdade, era domingo. Estava chovendo e não tinha ninguém em casa com quem conversar, até ao certo momento que Micael chega com Chay. Os dois tinham ido ao cinema ver um filme que há muito tempo esperavam.

- Vocês foram os dois ao cinema? – ele assentiram – Gays!
- Fala o cara que demora uma eternidade para sair do banheiro
- Ela gosta! – respondeu Arthur
- Ela? – Micael e Chay perguntaram em coro
- Uê cara… como ela? Isso me cheira a relação!
- Mas não era você que levava o acordo de “não entrar em uma relação séria”, tão a peito?
- Eu levava… quero dizer, eu levo! Eu falei ela porque… a Lu adora o meu…
- A Lu?
- É… a Lua.
- A tal prostituta?
- Ela não é prostituta! – Arthur levantou o dedo e a voz para Chay
- Tá, tá! – Chay levantou as mãos em plena defesa – Você está ficando paradão na dela!
- Claro que não! é só umas voltas
- Umas voltas? Sei! – Micael riu

Os amigos não se esqueciam do que Arthur tinha dito: ninguém podia namorar nem se entregar a sério para garotas. Afinal, elas só os fazem sofrem e tudo tem de ser do jeito que elas querem. Porém, sem eles mesmo se aperceberem, todos, os três, estão se entregando. 
Micael não pára de pensar na ex-mulher e mal pode esperar pela próxima “consulta” com ela, no seu gabinete médico. 
Chay também mal pode esperar pela próxima sessão de cinema. 
Arthur então nem se fala. Cada vez que o celular toca, o coração dele estremece.

- A campainha tocou! – estavam os três jogados no sofá – Vai lá Chay.
- Vai você uê. A casa é vossa
- A casa é do Arthur. – disse Micael – Vai lá.
- Chatos! – Arthur reclamou e foi ver quem era

Era Lua. A garota parecia animada. Arthur não sabia se a mandava subir ou se inventava uma desculpa qualquer para que ela não viesse para a sua casa, afinal, os garotos estavam lá e iam perceber que ali, o caso de Arthur e Lua, existe bem mais do que “simples voltas”.

Arthur engoliu seco e abriu a porta para ela. Ela vinha com roupa de frio, dos pés à cabeça. Trazia em mãos uma garrafa de vodka e um chocolate enorme. 

- Oi! – disse ela animada – Estava em casa sem fazer nada e pensei em vir até…
- Oi! – Chay e Micael acenaram do sofá para ela. Arthur ficou sem jeito
- Bom… é melhor a gente ir dar uma volta por aí e… - dizia Arthur
- Que nada! – Micael se levantou e foi bsucar, das mãos da Lua, a garrafa de vodka – Está mó frio na rua. Vocês ficam!
- E o chocolate também! – foi a vez do chay roubar o chocolate das mãos da garota
- Espero não estar a interromper nada.
- Claro que não está!

Micael foi ligar o aparelho de vídeo game enquanto Chay foi buscar algo à cozinha para comerem. Arthur estava totalmente sem jeito perante ela e os amigos. O garoto não parava de passar as mãos pelos cabelos e de gaguejar quando falava.

- Vim em má altura?
- Não… só que… eu não estava à espera da sua visita.
- Mas se você quiser eu vou…
- Não – ele segurou as mãos dela – Vamos sentar.

Os quatro passaram uma tarde agradável na sala do apê de Arthur. Lua interagiu bem com Chay e Micael. Todos riram bastante devido aos copos de vodka que foram tomados. Aproveitaram o momento para se conhecerem melhor e esquecerem os problemas.

Arthur estava sentado ao lado de Lua, no sofá, e de vez em quando dava um beijo no pescoço da garota ou levava uma mão boba à cintura dela. Chay e Micael, apesar de bêbados, viam perfeitamente a química que Arthur e Lua tinham.
Chay e Micael foram, bêbados, dormir para um quarto e deixaram Arthur e Lua sozinhos no sofá. Ela tinha as pernas por cima das dele e ele não parava de passar as mãos pelas coxas dela, apertando-as. 

- Seus amigos são muito engraçados
- Eu digo o mesmo. acho que eles gostaram de você
- Eu também gostei deles
- Mas confesse… eu sou bem mais interessante
- E imaginativo
- Não entendi?
- Eu nunca vou esquecer que você achou que eu era prostituta
- Por favor Lu, esquece isso. Já foi à tanto tempo
- Não, não foi – ela riu – Mas deixa pra lá. Eu até gosto de você
- Gosta?
- Gosto! – ela riu de novo – Mas talvez seja a vodka a falar mais alto
- Eu acredito que não. eu sou sexy e conquisto todas
- Porém… - ela tirou as pernas de cima das dele – Eu não sou todas
- Eu sei que não. Você é diferente. Você é boa na cama
- No sofá, no chão, no carro, até no supermercado
- Você já transou num supermercado? – Arthur quase gaguejou
- Infelizmente não. Mas é o meu sonho – ela riu
- Você é muito louca.
- E você é muito certinho. O meu pai ia adorar te conhecer
- Sério? 
- Sério!
- Por quê?
- Porque você é o genro que ele sonha ter! – Lua piscou para ele e mordeu o lábio


Era dia da ação de graças em Londres. 
Chay e a sua amiguinha Sarah tinham um amigo em comum que os convidou para passarem o dia em casa dele, junto com outros amigos, entre eles, Micael e Arthur. 

Micael disse que tinha de trabalhar, mas a verdade é que o trabalho dele era outro. O médico cirurgião planejou um momento romântico para ele e a sua ex-mulher, na casa em que antes eles viviam juntos. Ele fez almoço, preparou uma bela mesa com flores, colocou mais perfume do que o habitual e ainda escolheu uma música romântica como “música ambiente”. 

Ela nunca mais chegava e ele estranhou a demora dela. começou por arrumar coisas que já estavam arrumadas. Pegou o seu casaco e foi colocar no armário que antes era do quarto deles. Ele esperava que o armário estivesse vazio, mas lá encontrou outro casaco… um casaco que era-lhe familiar. Era vermelho escuro e tinha mas riscas no ombro. 

- Mica… - ela chegou em casa e o chamou. Ele caminhou até ela com o casaco na mão
- Até quando você ia continuar me escondendo isso? – ele mostrou o casaco pra ela
- Eu…
- Você é mentirosa! – ele gritou – Você me disse que não tinha mais nada com aquele maldito advogado. Você me enganou duas vezes caralho…
- Não! – ela gritou, quase chorosa – Eu não disse que não estava mais com ele.
- Mas você ficava comigo dia após dias…
- Eu ficava porque… no final isto se tornou uma brincadeira.
- Uma brincadeira? – ele o encarou – Eu te amo!
- Mas eu não te amo mais Micael. O nosso casamento acabou
- A gente fez amor no consultório onde eu trabalho… arrisquei o meu trabalho por você e…
- O que a gente fez foi sexo. Tudo aquilo não passou de um divertimento para mim, Micael…

Micael jogou o casaco contra ela e saiu de casa. Ele estava destronado.

Arthur estava em casa e esperava uma ligação da Lua. Na noite passada, eles transaram fortemente num motel conhecido, mas hoje bem cedo a garota saiu correndo de lá. Ele não entendeu nada e ficou à espera de uma resposta. Uma mensagem dela, chega...

“Meu pai morreu. Preciso de apoio. Estou sem chão.”

A dúvida é: Arthur devia ir com Lua e prestar-lhe apoio? Caso fosse… isso não seria se envolver de mais com ela? Não seria algo muito sério? Isso implica relação! Mas por outro, ele sente que deve ir, pois ela deve estar destronada mesmo. O pai era tudo para ela. 
Mas se isso implica uma relação, como é que ele ia explicar aos amigos? Como é que ele ia dizer ao Chay e ao Micael que sente que está apaixonado? 
E a aposta que eles fizeram? Como ficaria? 

- Acordo é acordo! Eu não posso… - disse Arthur sozinho

Chay e Sarah já se encontravam na casa do tal amigo onde a festa do dia de ação de graças se ia decorrer. Assim que entraram, receberam cada um, um copo de uma bebida colorida qualquer. Todo o mundo estava com roupa requintada e falavam de modo educado.

- Seria muito foda começar a fazer sexo no meio da sala, né?
- Você só pensa nisso ultimamente – disse ela tentando ser discreta
- É que está difícil controlar. Esse seu decote está me chamando de mais à atenção
- Eu tapo.
- Tapa nada. – Chay pegou na mão de Sarah – Eu já vou destapar lá no banheiro.

De mãos dadas, os dois seguiram para o banheiro. Sem nem trancar a porta, tiraram as roupas e foram transar na banheira. 

Ainda se lembram desta web? Desculpem a demora!
Mas as minhas férias começam hoje e vou conseguir concluir esta web. Está quase terminando.
Estão gostando?

9 comentários:

  1. Posta +++++++++++++++++++
    Estou amando *-*
    Faz o Arthur ir até a Lua !

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  2. FAZ O ARTHUR IR SE ENCONTRAR COM A LUA
    SAUDADES DESSA WEB
    POSTA MAIS
    ANINHA

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  3. Faz o arthur ñ encontrar com a lua e ela ficar magoada com ele . ai ele vai nela e pede desculpa poto logo . ou faz maratona .....

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  4. Faz ele ir encontrar com ela!!!!

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  5. Aii q bom Chris... Faz Maratona pleaseee🙈 & posta maiss, essa web è bom d+++ ❤️❤️

    Gabbyh

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  6. Ameeeeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Posta Mais hojeeeeeeeeeeeeeeeee pfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpf

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  7. maissssssssssssssss necessito por favor posta maiss

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