Mini fic - Pretty woman

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Andamos pelo corredor até parar em uma porta com o número 21. Colocou a mão no bolso da calça e tirou a chave e abriu a porta. Deixou espaço para que eu passasse e eu o fiz, agradecendo. 

- Nossa, essa suite é do tamanho do meu apartamento inteiro! - fiquei impressionada.
- Eu vou lá em baixo perguntar sobre as minhas malas, fica a vontade. - ele disse e saiu. Uns 30 minutos depois ele voltou. Peguei o controle da televisão e mudei o para o canal do hotel. Me levantei. 
- Posso usar o banheiro? - Perguntei.
- Vai lá! 

Cheguei no banheiro e fechei a porta, abri minha bolsa e.. Arthur entrou no banheiro. 

- O que é isso ai? - perguntou ao me ver colocar algo dentro da bolsa. - Pega suas coisas e vaza daqui! - pegou minha bolsa e abriu. 
- Ja te ensinaram que é feio mexer nas coisas dos outros? - peguei a bolsa de volta. 
- Você estava se drogando no meu quarto, quer o que? 
- Se drogando? O que? Pirou? Na minha bolsa só tem batom, camisinhas, meu celular e fio dental. - tirei tudo.- Que eu ia usar, mas você nunca ouviu dizer que quando tem alguém no banheiro devemos esperar?! Olha aqui, não pense que só porque você é um riquinho mimado, pode ficar julgando as pessoas que tem menos dinheiro que você! Eu odeio mal hálito! Só queria passar fio dental, e já sou julgada pelo meu trabalho. Você tá pensando que eu entrei nessa vida por pura safadeza? Não! Foi por necessidade, por não ter como me alimentar! 
- Perdão.. Não quis ser indelicado! 
- Mas foi! - fui até a sala. - Vai pagar por duas horas? Porque seu tempo ta acabando! 
- Dinheiro não é problema.. Quero uma compania durante a noite! 
- Vai sair caro.. 
- Quanto? 
- Quantas horas você quer? 
- Até a hora que eu sair! 
- Que seria..? 
- 06h. 
- Eu pago! 

Narrador pov.

Já havia passado uma hora. Arthur passava as contas da empresa no computador, enquanto Lua estava deitada de bruços no chão da grande suíte, sem sapatos, assitia televisão. 
Ela não resistiu e deu uma olhada para ele, afinal, estava praticamente a chamando. Ela ficou de joelhos, engatinhado até a poltrona dele. Parou em frente de Arthur e delicadamente abriu as pernas do mesmo e pegou o notebook, o colocando no chão. Subiu as mãos até a gola da camisa social dele e a puxou, alargando um pouco, abriu botão por botão, o olhando nos olhos. Ele tentava a todo custo se controlar, nessa noite, apenas nessa noite não queria comandar, ia deixar que ela o mostrasse o caminho. Quando chegou ao cós da calça, tirou o cinto, que logo foi arremessado no chão, junto com a camisa. Ela abriu os botões da calça e colocou a mão na cintura dele, que levantou um pouco da poltrona para que a calça escorregasse. Logo ela jogou a mesma para algum lugar do quarto. Levantou, e ficando por cima dele, beijou seu pescoço. Sentou no colo de Arthur, e gemeu assim que sentiu o quanto ele já estava excitado. Desceu os beijos pela barriga e quando chegava perto da virilha, passou direto para a coxa grossa e firme, ele estremeceu. Agora não eram mais beijos, eram lambidas e mordidas que ela dava e causavam prazer imenso a ele. Lua puxou a cueca dele para baixo, encontrando seu membro, que a essa altura já estava bem mais animado.Sem vergonha alguma, levou as mãos até lá, fazendo movimentos para cima e para baixo. Ouviu gemidos dele quando voltou a beijar sua coxa, indo em direção aonde suas mãos trabalhavam sem perfer o ritmo lento e enlouquecedor. Quando ela colocou a boca em sua virilha, aconteceu o que ele temia. Perdeu o controle sobre seus atos e a puxou pelos cabelos para que sentasse em seu colo. 
- Você está com roupas demais. - ele gemeu, levantando o vestido dela. Ótimo, estava sem sutiã, o suficiente para ele cair de boca do seio direiro enquanto com a mão que estava livre, massegeava o outro. Então, para a surpresa dela, ele a puxou pela nuca, mas ela exitou, colocando os dedos sobre os lábios dele, que logo entendeu. 
- Você faz o que? 
- Tudo, menos beijar na boca. 
- Eu pago por eles. 
- Eles não tem preço. 
- Só um, prometo que não vai se arrepender. 
- Não. 
- Posso tirar isso? 
- Isso o que?
- Essa peruca, sei que não é seu cabelo. 
- Não tire.
- Eu estou te pagando! - lhe beijou o pescoço. 
- Ok, faz o que você quiser. 
- O que eu quiser? 
- Sim! - ele capturou seus lábios rápidamente, esquecendo da peruca. Era como um imã e mesmo que negasse, estava encantada. Encantada com Arthur, com os beijos, com o carinho dele e com o modo que ele a tratava. 

Amanhã tem mais :3 beiijundas

7 comentários:

  1. posta mais,tô amando a web!!!

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  2. Ameeii! só to com saudades de Plano B 2ª temp. Acabou?

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  3. Ameeeeeeiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Posta Mais hojeeeeeeeee pfpfpfpfpfpfpfpfpfpfpf

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