O Poderoso Aguiar | 7º Capítulo

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O Poderoso Aguiar
7º Capítulo – Perdão da Dívida

Pov Arthur

Não adiantava mais nada adiar. Aliás eu não estava adiando nada. Nunca fui homem de fugir da raia. Fui obrigado a isso pela ideia daquela infeliz em colocar pimenta na comida. Agora depois de passado o pior, meu rosto já desinchado eu até ri. Lua era terrível. Mas eu dava conta dela. Na verdade eu não pensava mais em domá-la. Eu gostava assim. Mulher que desafiasse meus nervos e meu controle. Era exatamente isso o que ela fazia comigo. O que só me fazia ficar ainda mais maluco por ela. Louco para me enterrar dentro dela. Fazê-la berrar de tanto prazer. E isso seria logo. Mas primeiro... Pérola. Eu já até me sentia mal por isso, afinal eu já andei dando uns pegas em Lua antes mesmo de terminar com Pérola, coisa que eu nunca fazia.

Levantei-me fui atrás de Pérola, encontrando-a na cozinha, como sempre.

– Estava preparando um café pra você, Arthur.
– Podemos conversar agora, Pérola? – Ela suspirou pesadamente antes de se virar para mim.
– Acho que não precisamos ir até seu escritório para você me dizer o que eu já sei.
– Sim, mas eu não gostaria que outras pessoas ouvissem…
– O que isso poderá mudar, Arthur? Eu apenas irei me juntar ao rol de mulheres abandonadas pelo poderoso Arthur Aguiar.
– Você sempre soube que seria assim, Pérola. Todas vocês sabiam.
– Lua sabe?
– Não vamos desviar o assunto. – Ela suspirou novamente.
– Sim, Arthur. Todas nós sabíamos. Mas todas nós sempre tivemos a esperança que se apaixonasse por uma de nós. Mulheres maduras capazes de te acompanhar em qualquer caminho que resolva seguir. Mas tá aí a ironia. Se apaixonou por uma garotinha que mal saiu das fraldas.
– Eu não me apaixonei por Lua. E nem por ninguém. – Ela deu de ombros.
– Minhas coisas já estão arrumadas. Só estava esperando você vir falar comigo.
– Seu apartamento está pronto para você, Pérola. Eu mesmo inspecionei tudo.
– Sim. E acredito que irei gostar. Você conhece meus gostos… e apesar dos pesares, você sempre foi muito generoso com todas as suas mulheres. – Aproximei-me dela e segurei seu rosto em minhas mãos.
– Você foi especial, Pérola. Sabe disso. Foi uma das melhores, sem sombra de dúvida.

Eu não estava mentindo. Realmente Pérola fora uma das que menos me deu aborrecimentos. Tanto que foi a única a ganhar um luxuoso tríplex. O das outras era duplex.

– Espero que… hã… a nova venha a ser também.
– Chay poderá levar você. Seu carro já está em sua garagem também. – Carro?
– Sim. O que você sempre sonhou.
– Eu nunca falei… – Ergui minha sobrancelha e ela entendeu. – Sempre atento a tudo que se refere a nós, não é?
– É por isso que é cada uma a seu tempo.
– Bom… acho melhor eu ir agora.
– Não tenha pressa.
– É melhor assim. E… obrigada por tudo… Arthur.

Seus braços me envolveram e beijei seus cabelos. Uma das poucas que não se descabelou ou se agarrou a mim, como se isso adiantasse alguma coisa. Eu não era tão insensível assim. De verdade eu me sentia mal quando alguma delas partiam. Com Pérola não foi diferente. Mas como diria o Chay… a fila anda. E no meu caso, andava rápido demais.

Assim que Pérola partiu eu fui até o escritório. Ainda tinha coisas chatas a resolver. Uma delas atendia pelo nome de Pedro Cassiano. O vagabundo nem se dera ao trabalho de vir até mim. Mesmo sabendo que sua irmã estava em meu poder. Verifiquei o que tinha para o dia de hoje. Nenhum carregamento, felizmente.

– Chefe?

Ergui meus olhos e vi meus homens parados ali. Estranhei. Geralmente vinham apenas Chay e Micael.

– Algum problema?
– Sim.
– O que foi dessa vez?
– Pedro Cassiano. – Foi só pensar no capeta e diabo mostrou o rabo. Suspirei pesadamente.
– Invadiu um dos galpões. Onde estava a coca. Ele queria… você sabe…
– E como ele descobriu a porra do galpão?
– Ao que parece ele seguiu o Micael.
– Amadorismo com você, Micael?
– Desculpe-me o vacilo, Arthur. Não vai acontecer de novo.
– Com certeza não. A não ser que queira ir parar numa vala fedida por aí. Continue, Chay. E ai?
– Bom… pegamos ele, é claro. Mas Bernardo achou melhor deixá-lo preso e vigiado e virmos falar com você primeiro.
– Obviamente que Bernardo agiu certo, como sempre.
– Obrigado, chefe.
– Bom… tragam-no aqui. Depois de darem as boas-vindas a ele. – Chay riu com prazer, acompanhado por Bernardo.
– Sim senhor, chefe.

A porta do escritório se abriu de repente e olhei incrédulo. Era atrevida mesmo, gente. Além de entrar sem bater… o que ela queria vestida naquela roupa?

– Posso falar com você, Arthur?

Quatro pares de olhos a encararam, famintos. Meus olhos se fecharam em fenda e travei meus dentes.

– Que diabos faz aqui? Ainda mais sem bater?
– Oi rapazes…
– Olá…

Eles responderam em uníssono, como se estivessem em transe. Bandida! Já saquei. Queria me provocar.

– Podem ir rapazes. E tragam-me o homem.
– Sim chefe. Com licença, senhorita.
– Toda. – Ela era só sorrisos.
– Eu não faria isso se fosse você. – Falei assim que a porta se fechou atrás deles.
– Isso o quê? – Sentou-se cruzando as pernas, deixando quase seu útero de fora.
– Provocando os rapazes.
– Ah… eu fiz isso?
– Lua não brinque comigo ou… – Ela se levantou e caminhou até a porta.
– Está nervosinho hoje. Eu volto outra hora. – Avancei sobre ela e prensei-a contra a parede antes que saísse.
– Vamos parar com esse joguinho, hã? Veio aqui me provocar. Me mostrar como é gostosa. Não precisa disso. Eu sei disso há séculos.
– Não seja idiota, Arthur.
– E sabe por que quer me provocar? Porque está louca para que eu foda você. Anime-se Lua. Pérola já se foi. Será a próxima em minha cama. – Senti seu corpo estremecer e sorri.
– Não seja presunçoso, Arthur. Eu não quero…

Invadi sua boca antes que ela terminasse de falar. Seus braços imediatamente enlaçaram meu pescoço, deixando sua língua tocar a minha. Minha mão apertou seu seio e Lua gemeu baixinho.

– Negue que você me quer. Negue que está louca para sentir meu pau devorando você.
– Está louco, Arthur.
– Sim… assim como você está louca por mim.
– Não passa de um imbecil.
– Sei disso. Assim como sei que você está encharcada ai embaixo. Quer tirar a prova?
– Não.

Eu ri e desci minha mão, puxando sua perna e colocando-a em volta da minha cintura. Passei meu dedo e afastei a calcinha. Nós gememos juntos. Era como eu disse. Estava inundada com seu próprio tesão.

– Nossa… que porra de mulher mais gostosa que você é…
– Arthur…
– Isso… geme para mim… só mostra o quanto você quer.

Seus dedos apertaram meus cabelos e sua boca procurou a minha novamente, seus quadris se esfregando nos meus. Peguei-a pela cintura e levei-a até a mesa.

– Deite-se ai.

Ela obedeceu. Apoiada nos cotovelos, a planta dos pés sobre a mesa. Arranquei sua calcinha, enfiando um dedo dentro dela. Ela gemeu e tombou sua cabeça para trás. Estoquei uma vez e ela mordeu os lábios.

– Eu sei que é muito pouco para você.

Enterrei minha língua na boceta suculenta e molhada. Lua gritou e seu corpo escorregou sobre a mesa, ficando completamente deitada e aberta pra mim. O gosto delicioso e doce penetrou minha boca, me fazendo gemer. Meu pau estava duro e molhava minha calça de tesão. Lua rebolou em minha boca, gemendo novamente. Agarrei suas coxas investindo minha língua mais fundo. Apertei seu clitóris entre meus dentes e ela berrou, segurando minha cabeça com as mãos, seu gozo escorrendo em minha língua.

– Deliciosa… grita mesmo… vai gritar muito mais, garanto. – Seu corpo tremia e ela respirava com dificuldade quando puxei-a da mesa e apertei seu corpo no meu.
– Maldito. – Eu ri.
– Gostosa.
– Me solta!
– Já conseguiu o que queria não é? Gozar deliciosamente comigo.
– Você é um cretino, Arthur.
– Sim… um cretino que você está maluca para subir no pau dele.

Dessa vez eu não fui rápido o suficiente e sua mão desceu sobre minha face. Segurei seus pulsos com força.

– Gata selvagem… você só me atiça mais desse jeito. – Uma batida na porta me interrompeu.
– Um momento. – Virei-me para ela novamente.
– Escute bem, Lua Deliciosa Blanco… se você não quiser meu pau se enfiando dentro de você e te arrombando a noite inteira… é melhor trancar a porta do seu quarto. Agora vá e não dê bola para os rapazes, a menos que queira ser estuprada por vários. – Ela empalideceu.
– Você não permitiria…
– Não? Eu não permito que toquem nas minhas mulheres. Você não é minha mulher… ainda. Agora seja boazinha e vá. – Ela ergueu o queixo em desafio e se preparou para sair.
– Hã… não se esqueça de levar o que restou da sua calcinha. Apesar de que não irá precisar dela mais a noite.
– Não irei pra cama com você, Arthur.
– Como eu disse… tranque a porta. – Ela saiu furiosa mas estacou ao ver quem estava do lado de fora.
– Pedro! – Ele encarou o rosto ruborizado de Lua, os cabelos desalinhados e avançou para mim.
– Seu maldito. O que fez com minha irmã?
– Pelo jeito a falta de juízo é coisa de família.
– O que está fazendo aqui, Pedro?
– Vim buscá-la, é claro.
– Lua… – Eu não precisei dizer mais nada. Apenas deu um abraço no irmão e se afastou.
– Nós dois agora… “Blanco”.
– Podem ir rapazes… mas da próxima vez tragam-me um homem e não um ratinho assustado. – Eles se afastaram rindo.
– Fale logo o que quer Blanco. Não estou com tempo e nem paciência.
– Eu quero negociar minha dívida com você.
– E posso saber como pretende me pagar?
– Eu não sei…trabalhando para você… talvez. – Eu gargalhei.
– Proposta recusada. Mais alguma coisa?
– Por favor, Arthur… senhor Aguiar… eu…
– Fique tranquilo, Blanco. Sua dívida está perdoada.
– Como?
– Ficou surdo?
– Então… não te devo mais nada?
– Nada. Já pode ir.
– Está falando sério?
– Eu tenho cara de moleque?
– Não. Mas… obrigado, senhor Aguiar.
– Agora vá.
– E… Lua?
– O que tem Lua?
– Vou esperá-la.
– Lua não irá.
–Como… como assim?
– Uma troca justa. Você fica livre de sua dívida. E em troca Lua fica comigo.
– Nunca… seu… seu pervertido. Não tocará em minha irmã. – Peguei-o pela camisa, levantando-o, seu rosto próximo ao meu.
– Escuta aqui, seu merdinha… Lua estaria gozando horrores agora se não fosse sua infeliz interferência. Agora suma daqui, antes que você tenha o mesmo fim que ela… nas mãos dos meus homens. – Empurrei-o e suas costas foram de encontro a parede.
– Isso não fica assim. – Revirei meus olhos.
– CHAY! – Gritei e imediatamente a porta se abriu.
– Pois não chefe?
– Tire esse rapazola daqui.
– Eu volto, senhor Aguiar.
–Já ouvi essa frase em vários desenhos animados. Agora vá que a Disney está lançando uns ótimos, bebê.

Ele bufou e foi arrastado por Chay. Idiota. Joguei-me na cadeira, as mãos no rosto.
A imagem e o gosto daquela mulher incrustados em meu organismo. Eu tinha que ter essa mulher e ia ser agora.

Levantei-me e fui até seu quarto, ficando parado do lado de fora. Se a porta estivesse trancada… eu teria que me esforçar para não arrombá-la. Forcei o trinco, estava aberta.

Entrei e a encarei. Sentada próximo a cabeceira me olhava com ar desafiador, e ao mesmo tempo repleto de tesão.

– A porta estava destrancada…
– Isso não quer dizer nada. Eu queria que entrasse apenas para dizer uma coisa.
– Diga.
– Não vai me ter. Pode me jogar para seus homens… fico com eles…todos eles ao mesmo tempo, menos com você.

Uma raiva, um ódio fervente tomou conta de mim. Em um segundo estava à frente dela e arranquei-a da cama, pelos pulsos.

– Ai…
– É disso que gosta não é?

Minha mão segurava seu pulso próximo ao seu rosto… ela aproveitou e cravou os dentes em minha mão. Foi mais surpresa do que dor, mas soltei-a. Lua correu até a porta, mas alcancei-a antes, prensando-a contra a parede e de costas pra mim. Minha mão segurou seu seio e sua bunda se empinou. Sorri.

– Assim fica melhor ainda… lutando contra mim, lutando contra o desejo de me ter dentro de você. – Rocei meus quadris nela, friccionando minha ereção em sua bunda. Lua gemeu jogando sua cabeça para trás.
– Você precisa descobrir uma coisa sobre mim, Lua.

Minha língua circulou sua orelha e se enfiou ali, fazendo Lua estremecer. Continuei rebolando contra ela a boca agora abaixo do seu ouvido.

– Sente como me deixa duro? Tarado por você? Sei que está assim também. Quase posso sentir você escorrendo… doida para sentar em meu pau.
– Ah… Deus…
–Não… nada de Deus aqui. Chame o Demônio… é ele quem está fazendo sua boceta pegar fogo, doida pra ser fodida.
– Arthur... – Lua respirava pesadamente, rebolando contra mim, os lábios entreabertos.
– Vou socar tão forte dentro de você que arrisco a sair do outro lado.
– Deus… – Ela roçava uma perna na outra e empurrei meus quadris contra ela novamente.
– Claro que antes disso outra coisa vai se enterrar em você: minha língua. Vou sugar você até não restar liquido nesse corpo gostoso. 
– Ahhhhhh… PORRA! Acaba logo com isso, Arthur… por favor.
– Por favor, o quê?
– Preciso… de você dentro…
– Sim… eu sei que precisa… vai ter meu pau grande e duro latejando dentro de você… – Investi mais uma vez contra ela. Mesmo sob a calça… eu estava quase explodindo também.
– Me esfregando em suas paredes, fazendo você latejar também e implorar por mais… implorar por meu pau em cada orifício do seu corpo. – Lua berrou, seu corpo se convulsionando e imediatamente levei meus dedos na boceta apertada. Ri baixo em seu ouvido. – Gozou… Entendeu agora, delícia? Por que me chamam de Poderoso? Por fazer uma mulher gozar sem mal tocá-la? Imagina quando estou dentro?
– Deus… – Segurei-a pela cintura e girei seu corpo, suas costas contra a parede.
– Então? Vai continuar lutando? – Ela deu um sorriso cínico.
– Café pequeno, “chefe”. Muitos homens já me fizeram gozar só de me olhar.

Porra! Diabo de mulher… eu sabia que era fachada. Apesar de ser fogosa, Lua era virgem. Eu apostava minha cabeça nisso.

– É mesmo? Café pequeno? Te darei um grande então e duro… muito duro. – Puxei suas pernas quase com violência, enlaçando em minha cintura.
– Você escolhe tigresa… quer gozar com olhares? Ou que se acabar com meu pau dentro de você?

Lua segurou meus cabelos e sua boca engoliu a minha. Eu já tinha minha resposta.

Continua...

Se leu, comente! Não custa nada.

N/M: Woow! Que capítulo hein? Arthur bem convicto das coisas. Esse confia no seu próprio taco. Apostar a cabeça que a Lua – diante desse fofo todo – ainda é virgem. Não é qualquer um que faria isso, não. Hahaha

O que acharam desse capítulo? Vem H O T louco no próximo (emoji cara de safado).

Obrigada a todos os comentários do capítulo anterior.

Com mais de 7 comentários, postarei o próximo capítulo.

Beijos!

9 comentários:

  1. Aí meu Deis posta mais , esses dois tira o frio de qualquer um

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  2. Próximo por favor maiss

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  3. Que fogo é esse gente

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  4. Muito legal o cap! Posta mais!!

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  5. Eles são muito Safados kkkk

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  6. Posta mais logooo...

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  7. OMG!!! Posto outro cap logo, por favor, nunca te pedi nadaaaa kkkk

    By: Naat'

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  8. Adorooo kkkk.Louca pelo próximo cap.Achei q o Pedro tinha ido até o galpão roubar drogas e q n iria atras da Lua.Amando MT.

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