Belo Desastre - CAP. 21

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Belo Desastre



Capítulo 21 : Promessa (Parte 2)

Ele olhou pela janela. As árvores lançavam uma sombra sobre o seu rosto. Arthur cerrou os olhos, e um sentimento pungente e triste tomou conta de mim. Era terrível vê-lo sofrer, sabendo que eu era não só a causa daquele sofrimento, mas a única pessoa que poderia fazer com que ele deixasse de senti-lo.
— Thur? Você está bem? — eu quis saber. Seguiu-se uma longa pausa antes que ele finalmente respondesse.
— Nunca me senti menos bem na vida.
Pressionei a testa no pescoço dele, e ele me abraçou mais apertado.
— Que bobagem. — falei. — A gente vai se ver todos os dias.
— Você sabe que não é verdade.
O peso da perda que ambos sentíamos era esmagador, e uma necessidade irreprimível de nos salvar surgiu dentro de mim. Ergui o queixo, mas hesitei o que eu estava prestes a fazer mudaria tudo. Ponderei que Arthur via a intimidade apenas como uma maneira de passar o tempo, então fechei os olhos de novo e engoli meus temores. Eu tinha que fazer alguma coisa, sabendo que ambos ficaríamos ali, acordados, temendo cada minuto que se passasse até a chegada da manhã. Meu coração quase saiu pela boca quando toquei o pescoço dele com os lábios, sentindo o sabor de sua pele em um lento e terno beijo. Ele olhou para baixo, surpreso, e seus olhos adquiriram uma expressão suas quando se deu conta do que eu queria. Ele se inclinou, pressionando os lábios contra os meus, com um delicada doçura. A quentura de sua boca viajou até meus dedos dos pés e eu o puxei mais para perto. Agora que tínhamos dado o primeiro passo, eu não tinha intenção de parar. Entreabri os lábios, deixando que sua língua encontrasse o caminho até a minha.
— Quero você! — falei. De repente, o beijo ficou mais lento, e ele tentou se afastar. Determinada a terminar o que eu tinha começado, minha boca lidou com a dele com ainda mais ansiedade. Sua reação foi recuar até ficar de joelhos. Eu me levantei com ele, mantendo nossas bocas unidas. Ele agarrou meus ombros para me afastar.
— Espera um pouco. — ele sussurrou com um sorriso, respirando com dificuldade. — Você não tem que fazer isso, Flor. Não é disso que se trata essa noite.
Ele estava se segurando, mas eu podia ver em seus olhos que seu autocontrole não duraria muito tempo. Eu me inclinei para frente de novo e, dessa vez, seus braços me deram espaço bastante para que eu roçasse os lábios nos seus. Ergui o olhar, resoluta. Demorei um instante para proferir as palavras, mas eu as diria.
— Não me faça implorar. — sussurrei, de encontro à sua boca.
Com essas quatro palavras, suas reservas se foram. Ele me beijou intensa e ardentemente. Meus dedos percorreram a extensão de suas costas e pararam no elástico da cueca, e eu, nervosa, percorri com os dedos o tecido. Seus lábios foram ficando mais impacientes, e caí de costas no colchão quando ele se deitou sobre mim. Sua boca encontrou o caminho até a minha novamente e, quando ganhei coragem para deslizar a mão entre sua pele e a cueca, ele soltou um gemido. Arthur puxou minha camiseta pela cabeça, e sua mão, impaciente, foi descendo pela lateral do meu corpo, agarrando minha calcinha e deslizando-a pelas minhas pernas. Sua boca voltou à minha mais uma vez no momento em que ele fez correr a mão na parte interna da minha coxa, e expirei longa e hesitantemente quando seus dedos vagaram por onde nenhum homem havia me tocado antes. Meus joelhos se arqueavam e se contorciam a cada movimento de suas mãos, e, quando afundei os dedos em sua carne, ele veio para cima de mim.
— Beija-Flor, — ele disse, arfando — não precisa ser hoje. Eu espero até você estar pronta.
Estiquei a mão na direção da gaveta superior da mesinha de cabeceira e a abri. Sentindo o plástico entre os dedos, coloquei o canto da embalagem na boca e a rasguei com os dentes. Com a mão livre, ele puxou a cueca para baixo, chutando-a longe como se não pudesse suportar aquilo entre a gente. A embalagem da camisinha estalou em seus dedos e, depois de alguns instantes, eu o senti entre as minhas pernas. Fechei os olhos.
— Olha pra mim, Beija-Flor.
Ergui o olhar para ele, e seus olhos tinham um ar resoluto e suave ao mesmo tempo. Ele inclinou a cabeça, abaixando-se para me beijar com ternura. Depois seu corpo ficou tenso, e ele entrou em mim com um movimento suave e lento. Quando recuou, mordi o lábio com o desconforto, quando voltou para dentro de mim, fechei os olhos com força por causa da dor. Minhas coxas se apertaram em torno de seus quadris e de me beijou de novo.
— Olha pra mim... — sussurrou.
Quando abri os olhos, ele fez pressão dentro de mim mais uma vez e dei um grito com o ardor maravilhoso que isso causou. Assim que relaxei, o movimento do corpo dele de encontro ao meu se tornou mais ritmado. O nervosismo que eu havia sentido no início desapareceu, e Arthur se agarrou a mim como se nada fosse suficiente para ele. Eu o puxei para dentro de mim, e ele gemeu quando a sensação ficou forte demais.
— Eu te desejei por tanto tempo, Lua. Você é tudo que eu quero. — ele sussurrou, quase sem fôlego, de encontro à minha boca.
Ele agarrou minha coxa com uma das mãos e se apoiou no cotovelo, ficando poucos centímetros acima de mim. Uma fina camada de suor começou a se formar em nossa pele, e arqueei as costas quando seus lábios traçaram o caminho do meu maxilar até o pescoço.
— Arthur... — suspirei.
Quando pronunciei seu nome, ele pressionou o rosto no meu, e seus movimentos se tornaram mais rígidos. Os ruídos vindos de sua garganta ficaram mais altos e, por fim, ele fez pressão dentro de mim uma última vez, gemendo e tremendo. Depois de alguns instantes, ele relaxou e foi deixando que a respiração assumisse um ritmo mais lento.
— Esse foi um primeiro beijo e tanto. — falei, com uma expressão cansada e satisfeita.
Ele analisou meu rosto e sorriu.
— Seu último primeiro beijo.
Fiquei chocada demais para responder.
Ele tombou ao meu lado de bruços, esticando um dos braços sobre a minha barriga e descansando a testa no meu rosto. Percorri com os dedos a pele desnuda de suas costas até ouvir o ritmo já normal de sua respiração. Fiquei acordada durante horas, escutando as inspirações profundas de Arthur e o vento fazendo as árvores oscilarem lá fora. Melanie e Chay entraram em silêncio pela porta da frente, e ouvi os dois andando na ponta dos pés pelo corredor, sussurrando um para o outro. Nós já tínhamos feito minhas malas, e me encolhi ao pensar em como a manhã seria desconfortável. Eu achava que, quando Arthur transasse comigo, sua curiosidade seria saciada, mas em vez disso ele estava falando sobre ficarmos juntos para sempre. Meus olhos se fecharam rapidamente só de pensar em sua expressão quando ele soubesse que o que tinha acontecido entre a gente não era um começo, mas uma conclusão. Eu não podia seguir aquela estrada, e ele me odiaria quando eu lhe contasse isso. Com uma manobra, consegui me desvencilhar do braço dele e me vesti, carregando os sapatos pelo corredor até o quarto de Chay. Melanie estava sentada na cama, e Chay tirava a camiseta na frente do armário.
— Está tudo bem, Lua? — ele perguntou.
— Mel? — falei, fazendo um sinal para que ela viesse até o corredor. Ela assentiu, me encarando com olhos cautelosos.
— Que foi?
— Preciso que você leve até o Morgan agora. Não posso esperar até amanhã. — Um dos cantos da boca de Melanie se levantou em um sorriso sagaz.
— Você nunca foi boa em despedidas.
Chay e Melanie me ajudaram com as malas, e fiquei olhando pela janela do carro em minha jornada de volta ao Morgan Hall. Quando colocamos no chão do quarto a última mala, Melanie me segurou pelo braço.
— As coisas vão ser tão diferentes no apartamento agora.
— Obrigada por me trazer pra casa. O sol vai nascer daqui a pouco, é melhor você ir. — falei, abraçando minha amiga antes que ela partisse. Melanie não olhou para trás quando saiu do meu quarto, e mordi o lábio, inquieta, sabendo como ela ficaria brava quando percebesse o que eu tinha feito. Minha camiseta estalou quando a puxei pela cabeça, pois a estática no ar tinha aumentado com o inverno que se aproximava. Sentindo-me um pouco perdida, me enrolei que nem uma bola debaixo do espesso edredom e respirei fundo pelo nariz, o cheiro do Arthur ainda permanecia em minha pele. Eu sentia a cama fria e estranha, um contraste evidente com a quentura do colchão dele. Eu tinha passado trinta dias confinada em um apartamento com o cara considerado o mais vagabundo e infame da Eastern, e, depois de todas as brigas e as convidadas da madrugada, aquele era o único lugar onde eu queria estai.
As ligações começaram às oito da manhã e continuaram, de cinco em cinco minutos, durante uma hora.
— Lua! — Kara grunhiu. — Atende a droga do telefone!
Estiquei a mão e o desliguei. Somente quando ouvi os socos na porta me dei conta de que eu não poderia ficar o dia enfurnada no quarto conforme tinha planejado. Kara puxou a maçaneta com força.
— Que foi?
Melanie passou como um raio por ela e parou ao lado da minha cama.
— Que diabos está acontecendo? — ela me perguntou aos gritos. Seus olhos estavam inchados e vermelhos e ela ainda estava de pijama. Eu me sentei na cama.
— Que foi, Mel?
— O Arthur está completamente maluco! Ele não fala com a gente. Destruiu o apartamento, jogou o aparelho de som pela sala… O Chay já tentou conversar com ele, mas não adianta!
Esfreguei os olhos com a curva das palmas e pisquei.
— Eu não sei.
— Não sabe droga nenhuma! Você vai me contar que diabos está acontecendo, e vai me contar agora!
Kara pegou o nécessaire de banho e saiu voando, batendo a porta com força. Franzi a testa, com medo de que ela fosse avisar o conselheiro residente, ou, pior ainda, o diretor.
— Fala baixo, Melanie, meu Deus. — sussurrei.
Ela cerrou os dentes.
— O que você fez?
Presumi que ele ficaria chateado comigo. Não esperava que ele fosse ter um acesso de fúria.
— Eu… não sei. — falei engolindo em seco.
— Ele quase bateu no Chay quando ficou sabendo que nós te ajudamos a ir embora. Lua! Por favor, me conta! — ela implorou, com os olhos alterados. — Estou ficando apavorada!
O medo estampado em seus olhos me forçou a contar somente meia verdade.
— Eu simplesmente não consegui dizer adeus. “Você sabe como despedidas são difíceis pra mim.“
—Tem mais alguma coisa, Lua. Ele está completamente doido! Ouvi o Arthur chamando o seu nome, depois ele correu o apartamento inteiro te procurando. Ele entrou com tudo no quarto do Chay, exigindo saber onde você estava. Depois tentou te ligar. Várias e várias vezes. — ela suspirou — O rosto dele estava… Nossa Lua. Eu nunca tinha visto Arthur daquele jeito. Ele arrancou os lençóis da cama e jogou longe, fez o mesmo com os travesseiros, estilhaçou o espelho com um soco, chutou a porta do quarto… arrancou das dobradiças! Foi a coisa mais assustadora que já vi na vida!
Fechei os olhos, fazendo as lágrimas que se acumulavam descerem pelo rosto. Melanie me empurrou o celular dela.
— Você precisa ligar pra ele. Pelo menos para dizer que está bem.
— Tudo bem, vou ligar pra ele.
Ela empurrou o celular na minha direção mais uma vez.
— Você vai ligar pra ele agora.
Peguei o celular das mãos dela e passei os dedos pelos botões, tentando imaginar o que eu poderia dizer. Ela o arrancou da minha mão, discou o número e me devolveu o celular, que encostei na orelha, inspirando fundo.
— Mel? — Arthur atendeu, com a voz grossa de preocupação.
— Sou eu. A linha ficou muda por muitos instantes antes que ele finalmente falasse.
— Que porra aconteceu com você ontem à noite? Acordei hoje de manhã e você tinha ido embora… Você simplesmente desaparece sem se despedir? Por quê?
— Eu sinto muito. Eu…
— Você sente muito? Eu estou ficando louco! Você não atende o telefone, sai daqui escondida e… por quê? Achei que a gente finalmente tinha se entendido.
— Eu só precisava de um tempo para pensar.
— Pensar em quê? — Ele fez uma pausa— … eu te machuquei?
— Não! Não é nada disso! Eu sinto muito, muito mesmo. Tenho certeza que a Melanie te falou que eu não sou boa com despedidas.
— Eu preciso te ver. — ele me disse, com desespero na voz. Soltei um suspiro.
— Tenho muita coisa pra fazer hoje, pilhas e pilhas de roupa suja para lavar.
— Você se arrependeu. — ele disse com a voz partida.
— Não é… não é isso. Nós somos amigos. Isso não vai mudar.
— Amigos? Então que porra foi o que aconteceu na noite passada? — ele disse, com raiva transbordando na voz.
Fechei os olhos com força.
— Eu sei o que você quer. Só não posso… fazer isso agora.
— Então você só precisa de um tempo? — ele me perguntou num tom mais calmo. — Você podia ter dito isso, não precisava fugir de mim.
— Pareceu mais fácil.
— Mais fácil pra quem?
— Eu não conseguia dormir. Não parei de pensar em como ser as coisas de manhã, colocando as malas no carro da Mel, e… seguiria fazer isso, Thur — falei.
— Já basta que você não vai mais morar aqui. Você não pode sinceramente desaparecer da minha vida assim.
Forcei um sorriso.
— A gente se vê amanhã. Não quero que nada fique esquisito, preciso de um tempo para organizar algumas coisas. É só isso.
— Tudo bem, — ele disse — eu espero.
Desliguei o celular e Melanie olhou com raiva para mim.
— Você transou com ele? Sua vadia! E nem ia me contar?
Revirei os olhos e caí no travesseiro.
— Não tem nada a ver com você, Mel. Essa situação acabou de se tornar um caos completo.
— Qual o problema? Vocês dois deviam estar delirando de felicidade, não quebrando portas e se escondendo no quarto!
— Não posso ficar com ele! — sussurrei, mantendo os olhos no teto.
Ela cobriu minha mão com a dela e falou em um tom suave:
— O Arthur precisa ser lapidado. Acredite em mim, eu entendo qualquer reserva que você tenha em relação a ele, mas olha o quanto ele já mudou por você. Pense nas últimas duas semanas, Lua. Ele não é o Mick.
Eu sou o Mick. Se eu me envolver com o Arthur, tudo pelo que nós duas lutamos… puf! — estalei os dedos. — Simples assim.
— O Arthur não ia deixar isso acontecer.
— Não cabe a ele isso agora, não é?
— Você vai partir o coração dele, Lua. Você vai partir o coração dele! A única garota em quem ele já confiou a ponto de se apaixonar, e você vai acabar com ele!
Desviei o olhar de seu rosto, incapaz de ver a expressão que acompanhava o tom suplicante de sua voz.
— Eu preciso de um final feliz. Foi por isso que viemos pra cá.
— Você não tem que fazer isso. Esse lance pode dar certo.
— Até a minha sorte acabar.
Melanie jogou as mãos para cima, depois as deixou cair no colo.
— Ai, Lua, não vem com essa merda de novo. Nós já falamos sobre.
Meu telefone tocou, e olhei para o mostrador.
— É o Parker.
Ela balançou a cabeça.
— Ainda estamos conversando.
— Alô? — atendi, evitando o olhar de Melanie.
— Lu! Primeiro dia de liberdade! Como está se sentindo? — disse ele.
— Eu me sinto… livre — falei, incapaz de exibir qualquer entusiasmo.
— Vamos jantar amanhã à noite? Senti sua falta.
— Tudo bem. — limpei o nariz com a manga da blusa. — Amanhã está ótimo.
Depois que desliguei o telefone, Melanie franziu a testa.
— Ele vai me fazer perguntas quando eu voltar. — disse ela. — Vai querer saber sobre o que conversamos. O que eu falo pra ele?
— Diga a ele que vou manter minha promessa. Há essa hora amanhã, ele não vai mais sentir a minha falta.


Woow! Primeiro beijo e primeira vez tudo junto! É isso mesmo produção? hahaha
Triste vida, acabou a aposta. Lua voltou pro Morgan :/
Tadinho do Arthur, ficou desespero, fiquei com uma pena :(
O que acharam da atitude da Lua? Vou confessar, eu quis matar ela!


COMENTEM!!! Estou amando vocês participativas :)

17 comentários:

  1. Junto com o beijo tão esperado veio a primeira vez!! Mas a Lua fugiu :( Arthur ficou desolado
    Helena

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  2. Q porra a lua fez ,posta mais

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  3. Que merdaa quero matar a Lua, porque ela fez isso??? coitado do Arthur

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  4. Nossa eu quero matar a Lua não acredito que ela vai continuar ficando com Parker

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  5. Uollll!! Primeiro beijo e primeira vez tudo junto!! Se a Lua voltar a ficar cm o Parker, dou na cara dela :/ amando a web!! <3

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  6. Tô morrendo de raiva da Lua ( Mais Daqui A Pouco Passa )
    Quando o Arthur E A Lua Conseguem Ficar Junto Ela Faz Merda :,( Poxa ! :,(

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  7. Aí que raiva... Estou com uma vontade imensa de matar a Lua, cortala em pedacinhos... Ele não merece isso... Ela está cega. Não consegue enxergar que o melhor para ela é ele.

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  8. Quem não quiz matar né coitado do bixinho meu Deus com uma primeira dessa não saía de perto dele. Posta mais um por Deus ♥♥

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  9. Lua vaca! Tadinho do Arthur! Mais?

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  10. Meu Deus q capítulo foi esse ?! Mt bom! Quero mais! Posta mais e logo Rs

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  11. Ai que odio da Lua ,eu n acredito que ela foi capaz de fazer isso msm sabendo o que o Arthur sente por ela,ela ta iludindo o coitadinho.Posta maisss

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  12. Lua tem que entender logo que o Arthur gosta dela!!

    By: Naat

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  13. Ridícula a atitude da Lua! Como ele tem a primeira vez com o Arthur e saí sem mesmo se 'despedi'! Fala sério! Tadinho do Arthur. Já quis matar ele, mas agora quero matar a Lua

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  14. Vontade de estrangular a Lua, meu Deus q doida!!!

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  15. Essa web ta demais,super viciante.Fique com pena deles.Posta mais pelo amor de Deus

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  16. Mdss ���� posta mais to enlouquecida com a web quando eles dois vão ficar juntos? q vontade de matar a lua e quando o Parker vai sumir?

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