Milagres do Amor - Cap. 22º

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Milagres do Amor
Chegou a hora?

Pov Narrador

 – Thur é… Perfeito. – diz deslumbrada.

Sobem em algumas rochas gigantescas e seguem em uma trilha, extremamente florida, onde árvores se curvam fazendo um teto maravilhoso, no chão apenas um caminho pequenino e em volta várias flores violetas, tornando o caminho mágico e perfeito.

– Sabia que ia gostar – diz abraçando-a por trás.
– Como achou esse lugar? – diz deitando a cabeça em seu ombro.
– Eu e meus irmãos que achamos, estávamos com vontade de fazer arte. – ri.
– Nós caminhamos praia adentro e entramos nessa trilha, mas no final nos perdemos e ficamos horas esperando por ajuda. No final ficamos os três de castigo.
– Imagino o quanto a Rita e Ricardo tiveram que aguentar.
– Realmente, meus pais pagaram todos os pecados conosco. – gargalha e lhe dá um beijo na bochecha, depois a solta.
– Vamos? – estende a mão para Lua.
– Pra onde?
– Um lugar tão bonito quanto este. – diz sorrindo Lua leva a mão à boca de surpresa.
– Sem dúvidas é lindo mesmo. – diz sorrindo.

Lua pega sua mão e eles continuam andando até o final da trilha. Onde se abre para uma praia deserta de águas cristalinas.

Lua leva a mão à boca de surpresa.

– Sem dúvidas é lindo mesmo. – diz sorrindo. Eles vão mais para o fundo, Arthur se senta na água e puxa Lua para o meio de suas pernas, ela vai sem pestanejar e se ajeita em seu peito, enquanto ele coloca seus braços ao seu redor a abraçando.

Ficam observando a imensidão brilhante a sua frente, aproveitando a companhia do outro, em um silêncio agradável.

– Então, qual a coisa que você mais odeia fazer? – pergunta Lua quebrando o silêncio.
– Têm tantas, acho que esperar vence todas. E você?
– Não fazer nada – ri.
– Mas isso é uma coisa boa, não fazer nada.
– Você fala isso por que faz coisas de mais.
– É pode ser. Qual foi a coisa mais louca que você fez quando criança?
– Ah, não sei, não fui uma criança agitada. Você, aposto que fez barbaridades.
– É sem dúvidas, acho que a pior foi eu ter colocado fogo no meu colchão. – diz rindo.
–Nossa, quantos anos você tinha? – pergunta Lua espantada.
– Acho que 10 anos e no mesmo dia quebrei a mesa de vidro da minha mãe subindo em cima. – gargalha.
– Jura? Não se machucou?
– Por incrível que pareça não. – diz pegando a mão dela e brincando com seus dedos.
– Você foi um garoto muito levado.
– Fui mesmo. Quando você faz aniversário?
– Dia 03 de Setembro. E você e a Mel?
– Dia 20 de junho. Semanas atrás, mas o seu está próximo.
– É.
– Se Mel ficar sabendo disso vai fazer uma festança.
– Mel gosta de festa?
– Aquela Mula? adora.
– Qual filme você gosta?
– De guerra, não sou muito de assistir filme. O seu me deixa adivinhar, A Lua Nova? – diz debochado.
– Argh. – diz virando e batendo de leve em seu ombro, se afastando de cara feia.
– Oh amor fica assim não… - diz dando um selinho demorado em seus lábios.
– Amor? – pergunta com um sorriso de lado.
– Prefere docinho? – pergunta com uma sobrancelha erguida.
– Não, acho que não, ah não sei, os dois são lindos. – diz fazendo biquinho.
– Mas me fala o filme que você gosta.

Lua morde os lábios.

– Você vai rir.
– Não vou.
– Então tá, Monstros S.A – diz extremamente corada.

Arthur tenta segurar mais acaba caindo na gargalhada, Lua fica irritada e pula em cima dele, que cai pra trás de surpreso, ficando entre suas pernas.

– Para, você falou que não ia rir. – Diz batendo em seu peito.
– Desculpe, mas Monstros S.A? – diz entre risos.
– Argh, você é um chato. – diz emburrada, tentando sai de cima dele, mas Arthur não deixa, prende seus braços envolta de sua cintura.

– Oh amor, eu estava brincando. – diz dando beijos em seu rosto, tentando alcançar seus lábios, mas ela esquiva a todo o momento.
– Não estava não, você falou que não iria rir.
– Desculpe-me, prometo que não irei mais. – Lua continua emburrada. – Ok, eu prometo que veremos esse filme juntinhos. – diz dando seu sorriso torto, fazendo o coração de Lua palpitar.

Lua sorri e balança a cabeça sorrindo.

– Promete?
– Prometo.

Ela o beija, apaixonadamente.

– Sabe eu não gosto só de monstros S.A, também gosto de Sr. e Sr. Smith.
– Esse é mais ou menos, só a parte da briga e do sexo selvagem. – diz malicioso.

Lua cora, Arthur a puxa para um beijo.

Do qual no inicio era para ser inocente, da parte de Arthur só para fazê-la esquecer a timidez. Mas o beijo começa a fica forte. A língua macia de Arthur grava cada canto da boca de Lua.

Enquanto a sua saboreia o gosto doce e gostoso da dele, se enroscando em uma dança sensual e excitante.

Arthur se levanta e puxa Lua com ele, ela senta em suas coxas, enrolando suas pernas no seu quadril. E volta a beijá-lo ainda mais libidinoso e voluptuoso.

Envolta a área sexual, Lua se esquece de tudo e começa a acariciar a nuca de Arthur descendo por suas costas arranhando-o no processo. Arthur geme em deleite. Ele desce suas mãos, antes em sua nuca, caindo para os ombros deslizando pelo braço até chegar à mão de Lua, que aperta a dele. Ele a larga e coloca em sua barriga alisando carinhosamente o local, a pele macia de Lua arrepia-se pelo contato. Arthur aperta sua cintura e Lua geme.

O espírito libertino de Lua dá seu sinal de vida, ela aperta mais seu corpo contra o de Arthur fazendo com que sua intimidade, encharcada, encostasse-se ao membro, excitado e grande dele. Eles gemem em uníssono.

Lua infiltra suas mãos nos cabelos de Arthur, puxando-o mais pra si, aprofundando mais o beijo, o tornado avassalador e quente.

Arthur sobe uma mão, enquanto a outra permanece em sua nuca, antes na cintura de Lua, para a lateral de sue corpo, chegando ao seio farto e túrgido, escondido apenas pelo pano fino do biquíni. Seu objeto de desejo desde que viu Lua de biquíni.

Sua vontade era de colocá-los na boca e chupar como o mais doce mel de uma colméia. Mas com Lua, ele tinha que ser mais cuidadoso, afinal ela é virgem e o amor de sua vida, merece algo especial.

Quando esse pensamento lhe ocorre, para imediatamente, sua mão que antes se movia, quase se infiltrando por dento do biquíni, para por cima do seio esquerdo, a outra permanece em sua nuca. Sua boca ainda colada na dela.

Parecendo mais um adolescente com os hormônios explodindo, ele sente dentro de sua sunga seu membro grande e excitado pulsando, querendo saltar para seu lugar preferido de ficar e se mover.

Ele cessa o beijo e fecha os olhos tentando recuperar o controle, uma parte de sua mente diz para continuar e empurra a calcinha de seu biquíni para o lado e torná-la sua, coisa que muito tempo quer fazer. Mas a outra parte mais insistente, diz para ele parar por ali, que ela merece mais.

– O que foi? – pergunta Lua com a voz diferente pelo desejo.
– Não podemos continuar. – diz ainda de olhos fechados.
– O que? Você não quer? – pergunta abismada e triste, saindo de seu colo e sentando na área com a água em sua cintura.
– Não, é claro que quero Lua! – diz rapidamente abrindo os olhos tentando consertar a burrice que fez.
– Então por quê? – pergunta triste, prestes a chorar.
– Não torne as coisas mais difíceis pra mim, meu amor, por favor. Volta aqui – diz batendo em suas coxas.

Lua vai, mas fica de cabeça baixa, mordendo seus lábios nervosamente.

– Ei, olha pra mim? – pede.

Lua levanta o rosto e olha, mergulhando na imensidão verde escura e brilhante.

– Lua não é isso que você está pensando. Eu quero mais que tudo fazê-la minha mulher, mas não aqui. Não em uma praia deserta e na água. – diz carinhosamente colocando uma mecha de seu cabelo atrás de sua orelha. – Eu nunca quis uma mulher como quero você, é por isso que quero que seja especial, em um momento especial. Não assim guiados pelo nosso desejo desenfreado. – diz sorrindo torto.

Era exatamente o que Lua estava pensando, que ele não a queria como mulher que não a desejava. Mas como sempre se enganou.

– Mas eu pensei que você queria. – diz parecendo não ter escutado o que ele acabou de dizer.
– E quero, Lua eu estou duro até agora. – diz apontando para o membro ainda em evidencia na cueca azul marinho. Lua morde os lábios e olha para seu membro. – Não faz isso comigo…
– Nós que fazemos o momento e o lugar especial, pra mim qualquer lugar estando com você se torna especial. – diz sorrindo.
– Pra mim também é assim. Mas pensa bem você é virgem, irá doer e talvez sangrar, podemos ser pegos a qualquer momento aqui. Eu e meus irmãos achamos esse lugar e outras pessoas também podem achar. Aqui não e o lugar correto pra isso. Eu quero que tudo seja perfeito pra você. – diz acariciando seu rosto.
– Então não é por que você me acha feia? – diz envergonhada.
– Ficou louca? Amor você é muito gostosa. – diz no pé do seu ouvido fazendo todos seus pelos se arrepiarem.

Ela o abraça pelo pescoço, ele afunda seu rosto nos cabelos molhados dela.

– Eu amo você sua boba. – diz segurando em cada lado do seu rosto e olhando diretamente em seus olhos de chocolates, podendo quase ver sua alma.
– Eu também te amo. – diz deixando uma lágrima cair e sendo enxugada com vários beijos.
– Para sempre amor, não importa o que aconteça. – diz beijando-a apaixonadamente.

Mais um dia se passou e o amor que antes era ignorado ou até então sendo motivo de raiva e tristeza, se tornava cada vez mais forte e avassalador dentro do peito de ambos, como uma tempestade caindo em suas cabeças e não se vê o fim de parar e voltar a ver o sol brilhar.

Continua...

Se leu, comente! Não custa nada.

O que acharam do capítulo hein?
O que estão achando da fic? Não estão gostando? Estou vendo poucos comentários :´(

8 comentários:

  1. Oq n estamos gostando??? Eu amoo e já quero mais..

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    1. Um ou outro comenta, e eu sei quem são. Mas é chato nem todos participarem.

      Fico feliz que esteja gostando, Rafa.

      Beijos!!

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  2. Eu começei a ler essa web essa semana ✌️ Mais ja Amo ❤️❤️ posta Mais Milly❤️ Amo suas web ❤️

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  3. Amando cada dia mais, posta +++++++++

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  4. Cada dia amo mais essa fic *---*
    Posta mais por favor

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  5. Que coisa mais linda Arthur apaixonado *---* Lua ta afoita pra perder o cabaço dela kkkkkkkkkk
    Adorandooo Milly ♡♡♡

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