Forever Too Far - capitulo 18

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Arthur
Está anormalmente quente para um final de novembro. Eu tinha colocado um short e uma camiseta para aproveitar o calor do sol da Califórnia.
Lua ainda não tinha saído do quarto. Se ela não estivesse em breve eu iria até lá, levar um novo prato de comida e alimentá-la. Eu estava feliz que ela estava dormindo, mas ela precisava comer bastante.
Bia havia dito que Lua não tinha comido muito no jantar na noite passada. Eu deveria ter ficado com ela e ido depois com Gi uma vez que Lua ficava escondida na cama.
Se a minha irma excessivamente dramática, não fosse tão perdidamente instável eu não estaria tentando ajudá-la. Eu não seria capaz de viver comigo mesmo se eu a ignorasse e se algo acontecesse com ela. Por mais pé no saco que ela fosse, ela ainda era minha irmã. Eu tinha visto a menina com tranças sorrindo para mim com um sorriso desdentado. Ela tinha sido minha quando estávamos crescendo. Ninguém cuidou dela. Foi difícil para eu esquecer isso.
''Onde está sua garota?'' Kiro perguntou quando ele caminhou para o pátio de volta onde eu tinha decidido me esconder da Gi.
''Ela está dormindo'', eu respondi, contente de ver Kiro fumando fora da casa em vez de dentro.
''Ela á uma coisa doce. Lembro-me da minha Bia'', disse ele antes de furar o cigarro que estava segurando entre os lábios.
''Yeah. Ela é muito, muito perfeita'', eu concordei.
''É preciso protege-la um pouco mais de Giovanna. Ela estava derramando veneno pra ela na ela na noite passada. Sua menina se saiu bem. Fiquei impressionado. Mas você precisa cuidar melhor dela'', ele falou em seguida, jogou as cinzas de seu cigarro antes de se virar e caminhar de volta para a casa.
Eu comecei a perguntar do que ele estava falando quando Giovanna veio por porta a fora vestindo um biquíni e um par de sapatos de salto alto.
''O que está fazendo, menina?'' Kiro perguntou-lhe em tom irritado.
''Indo pegar algum sol. Por que? Você quer ir junto? Talvez conversar comigo?''
Giovanna cuspiu um ódio. Eu queria sacudi-la e perguntar por que ela tinha que ser tão difícil.
''Não. Eu quero saber quando você vai levar seu traseiro para fora da minha casa. Você continue com seu comovente drama. Bia não vai mesmo sair de seu quarto maldito. é hora de você ir incomodar a sua mãe por um tempo e me deixar em paz.'' Eu estremeci ao ver a dor nos olhos da Gi.
Droga, kiro era insensível.
''Por que eu ainda estou tentando? Você não quer me conhecer. Você não se importa em me conhecer. Você tem Bia e isso é tudo o que você quer. Eu não sou nada para você,'' Gi gritou.
''Bia não é uma cadela mediana, Giovanna. Tente ser um ser humano normal e eu então poderei querer conhece-la. Eu não fiquei com sua mão por um motivo garota. Adivinha qual foi a razão'', ele rosnou e empurrou ela.
Os olhos da Gi pareciam vazios e ela ficou ali olhando para a porta. Caramba. Eu me levantei e fui até ela. Ela reparou em mim e balançou a cabeça.
''Não. Eu não quero você também. Você me odeia também. Você a escolheu. Todo mundo quer alguém. Ninguém me quer'', Gi chorou e se virou e saiu correndo de volta para a casa.
Parei na porta e ouviu os calcanhares batendo alto no chão, até que desapareceram. Eu teria que ir buscá-la e falar com ela, mas eu estava dando tempo para ela se acalmar. Ela precisava de um tempo sozinha.
''Isso não soa bem'', Lua disse, interrompendo meus pensamentos. Eu me virei para vê-la descendo as escadas. Seus longos cabelos loiros foram puxados para cima e ela estava usando um maio azul claro com uma saída branca que batia no meio de sua coxa.
Seus olhos pareciam descansados mas o que ela tinha acabado de ouvir fizera com que ficasse com uma expressão preocupada.
''Sim, foi brutal'', eu respondi, diminuindo a distancia entre nós e puxando-a para mim antes para que eu beijasse os seus lábios com de rosa. Eu não gostava de vê-la Tão preocupada assim. Ela colocou os braços em volta da minha cintura e abriu a boca para mim. Eu provei o sabor mentolado de sua pasta de dentes e desfrutei o calor sedoso de sua boca.
Ela moveu os lábios sobre a minha e um gemido escapou de sua boca. Levá-la de volta para cima para o quarto soava bem. Ela começou a me puxar para trás e olhei para baixo em seus olhos com as pálpebras pesadas. Ela estava sorrindo satisfeita.
''Bia disse que seria quente hoje. Pensei em vir tomar um pouco de sol. Eu estive muito tempo lá dentro'', disse ela.
Ela precisava de ar fresco. ''Eu acho que é uma boa ideia. Por que você não se deita em uma das espreguiçadeiras e eu vou massagear seus pés.''
Seus olhos brilhavam de emoção e eu quase ri. Ela adorava ter os pés massageados ultimamente. Eu sabia que era porque ela estava carregando mais peso devido o bebe e que ela não estava acostumada.
''Isso parece maravilhoso'', ela concordou e correu para se instalar na poltrona mais próxima.
Meu telefone tocou no meu bolso e eu comecei a ignorá-lo. Lua olhou para mim enquanto eu estava em cima dela. ''Você não vai atender?'', Ela perguntou.
Enfiei minha mão no meu bolso e vi o numero da Gi piscando na tela. Podia ignorar. Isso não seria bom. Eu queria um tempo com Lua. Eu queria massagear seus pés e ver as carinhas sensuais que ela faz quando eu fazia isso.
''Basta atender, Arthur. Se não, você vai se preocupar'', disse ela.
Murmurando uma maldição, eu apertei em atender e coloquei em meu ouvido. Antes que eu pudesse dizer alá, altos soluços de Gi me cumprimentaram. ''Não venha atrás de mim. Eu lhe disse ontem á noite que eu queria acabar com tudo isso. É isso. Todo mundo me odeia e eu cansei. Adeus, Arthur,'' ela chorou ao telefone antes de terminar a chamada.
''Foda-se'', eu rosnei, colocando o meu celular de volta no bolso. Eu tinha que ir atrás dela. Eu queria acreditar em Lua que Gi não faria mal a si mesma, mas eu não podia simplesmente lidar com isso.
''Ela está ameaçando se matar de novo'', eu disse, olhando para Lua e o seu olhar decepcionado em seu rosto. Eu estava deixando-a deprimida. Eu odiava isso. Eu gostaria de nunca ter vindo, mas eu também nunca seria capaz de me perdoar se algo acontecesse com Gi.
''Vá em frente. Está tudo bem. Ela precisa de você e esta agindo assim para obter a sua atenção.'' Lua respondeu.
Suas palavras faziam sentido.
Ela provavelmente estava certa.
''Nós não sabemos se ela realmente não tentaria alguma coisa. Não posso acreditar que isso é uma ameaça vazia.''
''Eu sei disso.''
''Eu sou tudo que ela tem Lu,'' Eu falei sem querer. Eu não estava com raiva de Lua. Eu estava confuso sobre a maldita compreensão e ela não precisava ter.
Eu estava chateado que ela fosse colocada em espera para a minha família. Eu odiava que ela me deixasse ir cada vez, sem me fazer sentir culpado. Eu odiava tudo isso.
''Eu sei'', respondeu ela novamente. Desta vez, eu podia ouvir a dor em sua voz eu me odiava por colocá-la nesta situação.
''Eu sinto muito, eu só...''
''Você só precisa ir ver sua irmã. Eu entendo'', Lua terminou para mim. O tom duro na voz dela me preocupando, mas nós não tínhamos tempo para lidar com isso agora. Quanto mais tempo eu ficava aqui, pior ficaria. Eu resolveria com ela hoje mais tarde. Eu também ia para ameaçar Gi para ir para um hospital psiquiátrico até que ela parasse de se ameaçar. Então nós voltaríamos para Rosemary. Eu queria a minha vida de volta.
                                                                           Continua.........

 Resumo do próximo capítulo.

A faixa vermelha na minha calcinha me fez parar e respirar fundo. O terror lentamente começando a invadir meus pensamentos e minha respiração ficou difícil. Eu fiquei ali olhando para minha calcinha perguntando se isso era normal. Se isso pudesse ser aprovado. Eu deveria ter chamado Arthur. Eu levei um momento para orar. Eu não fazia isso muitas vezes, mas agora eu precisava de alguém para proteger o meu bebe.
Depois da minha súplica silenciosa, saí do vestiário, fui até a mesa e cobri minha metade inferior nua. Uma batida rápida na porta, em seguida, uma pausa antes da abertura, fez-me sentir um pouco melhor. Eu estava indo ter ajuda. Este médico saberia o que fazer. Eu esperava. O homem mais jovem do que eu esperava entrou seguido pela enfermeira que me levara para o quarto.
''Senhorita Blanco, eu sou o doutor Ricardo. Bia me disse que você está sentindo caibras e você está longe de seu médico, na Flórida.''
Eu balancei a cabeça. ''Sim, senhor. Eu estou sangrando um pouco,'' As palavras saíram em um soluço sufocado que não estava esperando.

Se tiver 10 comentários nesse capitulo, eu posto mais um ainda hoje.

18 comentários:

  1. Está divino,posta maaaaaaai

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  2. Maisss por mim que estou esperando

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  3. Ameeeeeeeeeeeeeeei posta +++++

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  4. Que lindo *-* tomara que o Thur volte logo e tome conta da Lua!!!! Aflita com o próximo cap

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  5. Posta mais pelo amor
    xxmandy

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  6. Só acho que vc podia postar mais <3
    XxStee

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  7. Se vc nao postar mais, eu vou ai te bate kk essa web é boa demais

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  8. Essa Gi ela faz drama de mais -.-
    É isso deve ser consequencia dos estresse que ela vem tendo :/
    Tomara que não aconteça nada de ruim com o bb :( Acho que Arthur vai surtar qnd souber
    Ahhh Manuuu posta logo mulher \O/

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