Mini web: "Contra tudo e contra todos" - parte 2 (ultima)

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POV NARRADOR

Lindo, inesquecível, perfeito. Assim, e com muitos mais adjetivos, se caracterizava aquele pedido original de namoro. “Onde é que ele foi arranjar tanta imaginação?”, era o que Lua mais se perguntava.
Depois da garota ter aceite o pedido de namoro, e consequentemente o anel, os jovens se beijaram por longos minutos. Aquelas velas espalhadas pelo quarto faziam o clima aquecer ainda mais. Estaria Lua pronta para dar tal passo?

- Estou tão feliz! – dizia Arthur radiante. Ele rodopiava Lua a cada cinco segundos.
- Eu também. – ela ria perto do pescoço dele – Eu juro que pensei que estava sonhando.
- Espero que tenha gostado. – ele limpou as lágrimas de felicidade dos olhos dela
- Eu amei. Estava tudo tão perfeito. Um verdadeiro conto de fadas. Parecia coisa de filmes sabe? Eu adorei tudo! Você é de mais.
- Você é que é de mais! Valeu ou não a pena você ter deixado os estudos de lado?
- Claro que valeu. Ficaria aqui o dia inteiro
- Mas você tem de estudar…
- Mas você é mais importante. – Lua deu a ele um beijo que o fez perder a respiração, digamos que foi mesmo de tirar o fôlego a qualquer um. Ela estava com o fogo todo.

Desde logo colocou as mãos dele sobre a cintura dela. Ele aproveitou, alisou as laterais da jovem e depois levou uma mão para os cabelos dela, bagunçando-os, sempre sem parar o beijo.
Entre beijos e mais beijos, foram andando devagar para trás, até Arthur pousar a mão na cama e lá se sentar. Quando se sentou, puxou s cintura da garota para perto, fazendo ela ficar entre as pernas dele. Lua sentiu o seu coração começar a bater forte. Sentiu aquelas conhecidas borboletas na barriga. Sentiu calores vindos do nada… parou o beijo de repente e deu uma volta, recuperando a sua respiração.

- Não quero te forçar a nada. – disse ele também sem fôlego – Não precisa acontecer agora… não quero que você se sinta pressionada.
- Mas eu quero – ela voltou o rosto pra ele sorrindo. Ele abriu largamente também um sorriso, se levantou e a puxou para mais um beijo. 

Dessa vez o beijo não foi tão calmo. Tinha um certo furor. Lua tratou logo de se deitar na cama e puxar Arthur para cima dela. Ela não sabia como ia correr as coisas e pensava que era agindo rápido que estava indo bem. Arthur entendeu o nervosismo dela e pegou as mãos dela, sorrindo

- Calma. Deixa acontecer… - ele riu e beijou ela de novo.

Arthur levantou Lua, puxando ela mais para cima e a inclinou na cama. Devagar, foi tirando cada botão da blusa dela e beijando a sua boca, o seu pescoço, de seguida o peito dela e a barriga. A garota se arrepiava, mas gostava daquela nova sensação. Ela pressionava a cabeça dele para que os beijos se tornassem mais intensos.
Na hora de tirar as calças de Arthur, ela sentiu vergonha e sorriu. Ele entendeu o porquê de tal reação: o volume da tamanha excitação. Arthur estava louco, morto por poder amar Lua como dias para cá ter sonhado.
Nas primeiras investidas Lua sentiu uma dor natural. Um pouco forte de inicio, mas com os movimentos lentos ela foi se acostumado. Quando deu por si, gemia o nome do Arthur no ouvido dele. O garoto fazia o mesmo com ela, enquanto distribuía beijos pelo corpo dela todo. 

Foi uma primeira vez sem esperar. Um pedido de namoro sem esperar. Uma data que com certeza não irá sair da casa de nenhum dos dois tão cedo. Será mesmo uma data importante e bem inesquecível.

Ambos fizeram as provas da faculdade, agora era só esperar os resultados. Dentro de bem pouco tempo poderão seguir a vida procurando um trabalho de sonho. 

Enquanto isso, Lua e Arthur namoravam escondidos. Quero dizer, não que fosse escondidos, mas não ficavam jogando na cara de todo o mundo que namoravam. A mãe da Lua tinha entendido que a filha estava de novo feliz, mas ainda não sabia a razão.

- Mas é o quê? Foi bem nas provas? Sabe que vai ter boa nota? É o quê filha?
- Ahh mãe, não se vê logo? – ela ria e se deitou no sofá, brincando com a ponta dos seus cabelos – Estou apaixonada mãe.

Dona Eva estendeu um largo sorrido. E que sorriso! Pensou finalmente que a filha tinha se livrado do Arthur Aguiar e assim seria menos um problema na vida atarefada da cantora, mas não…

- E quem é ele? Eu conheço? É da faculdade?
- Sim mãe. É meu colega lá. Quer dizer – a pequena riu – Já fomos colegas, amigos, melhores amigos, amigos coloridos mas agora namoramos sério faz duas semanas já. Ele é tão legal mãe. Quando eu era garota sonhava em ter um namorado de olhos claros, bem alto e moreno, tipo negão. Mas pow, ele totalmente o contrário. – ela deu uma gargalhada
- Mas quem é ele filha? – Ela ria
- É o Arthur. Lembra dele? O pai dele é militar, Leo Aguiar. Eles têm uma casa enorme, você devia ver. Mas agora o Arthur tem um apê só pra ele, porque ele e o pai se zangaram. 

Eva ficou branca e vermelha ao mesmo tempo. Se é que é possível. A sua respiração começou a bater mal. Ela começou a tremer e se sentou logo na cadeira da sala de jantar. Lua estava falando e falando de Arthur, sorrindo apaixonada, que nem se deu conta do estado da mãe.
A empregada passou por lá, chamando à atenção de Lua.

- Precisa de água senhora? O que se passa? O que aconteceu?
- Eu… eu to bem. – Eva chorava e subiu as escadas sem responder a mais nada. 

Lua ficou preocupada de inicio, mas depois deu de ombros, se mentalizando que aquilo era mais um exercício de concentração da cantora.
Pegou o celular e atendeu a ligação do namorado. Ele queria que ela viesse pra casa dele, para verem um filme. “Juro que é sem segundas intenções”, dizia ele com aquele seu jeitinho todo safado. 
Concluindo, o Arthur é que veio para a casa da Lua, ver o filme e acabou passando a noite lá. Eles viram o filme, sem segundas intenções, mas depois do filme, o clima esquentou.

Na manhã seguinte, Eva acordou e foi informada de que Arthur na noite anterior tinha passado lá em casa. Com tanta choradeira por parte de Eva, ela nem se tinha dado de conta disso.
Subiu até ao quarto da filha. Estava disposta a contar toda a verdade. Iria ser um choque. Mas Lua precisava de saber que…

- LUA! – Eva gritou, chocada, fazendo os seus olhos se encherem de lágrimas. A mulher tinha vindo até ao quarto da filha se enchendo de coragem para contar toda a verdade. Quando chega à porta, repara que não estava trancada e entrou sem saber. Porém, se deparou com uma cena.



- MÃE? – Lua se cobriu. Não queria que a mãe lhe flagrasse naquele momento com o Arthur. Bom, não que eles estivessem transando naquele momento. Mas digamos apenas que na noite interior, a canseira era tanta que não tiveram pachorra para se vestirem. – MÃE, EU POSSO EXPLICAR!
- DONA EVA, EU POSSO EXPLICAR!
- SE ARRUMEM JÁ, JÁ! – Eva gritava. Ela começou a chorar. Se deixou arrastar na parede, sentando no chão. Estava sem forças. 

Arthur e Lua estavam atrapalhados com tudo. Arthur queria apenas um buraco no chão pra enterrar lá a cabeça e não sair mais. Lua, por sua vez, vestiu as roupas intimidas e depois a blusa jogada do Arthur.

- Mãe, vamos conversar
- Você não sabem o erro que estão cometendo… não sabem! – ela gritava, chorando. Aos poucos, se levantou e colocou as mãos no pequeno armário de Lua, que por cima tinha um espelho. Através do espelho, ela olhava para os dois
- Mãe, eu sei que sou nova. Mas transar faz parte da vida dos adolescentes. Você sempre foi tão liberal, sempre falou abertamente de sexo comigo, por que é que agora tá assim? Agente se protegeu tá? A marca da camisinha dele é das melhores tá? Se quiser eu posso te mos…
- CHEGA! – Eva gritou mais uma vez. Arthur se encolheu, junto com Lua, ainda sentados na cama – CHEGA DESSA PALHAÇADA! VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE NÃO PODEM SE BEIJAR? E MUITO MENOS TRANSAR? VOCÊS SÃO IRMÃOS PORRA, IRMÃOS!
- O QUE? – Lua e Arthur disseram em coro
- Mentira! – afirmou Arthur – Mentira, mentira. É impossível isso. Mentira. – seus olhos começaram a se encher de lágrimas

Lua olhou para Arthur e colocou a mão na boca. Sentiu nojo. Nojo talvez não seria a palavra mais correta… mas sentiu que transar com o próprio irmão não fazia sentido. Ela se sentia a pior pessoa do mundo. Como foi capaz? 
Aos poucos, ela foi se afastando do Arthur. O garoto segurou a mão dela, mas ela largou e se afastou ainda mais. Ambos estavam chorando. Não podiam acreditar…

-Mãe, me diz que isso é mentira. Por favor.
- É verdade minha filha, é verdade… - Eva chorava sem chão. Colocava as mãos na cabeça e pedia a deus que tudo fosse mentira. Que tudo não tivesse passado apenas de um pesadelo
- Mas como… como? – Arthur chorava. As imagens dele com Lua passavam agora todas na sua cabeça. Memorias e mais memorias. Como é que tudo isso foi possível? Como?
- Mãe, me diz que isso não é verdade… - Lua continuava chorando
- O PAI DO ARTHUR, É O SEU PAI LUA! VOCÊS SÃO IRMÃOS!

(…)

Aquela notícia tinha sido como uma boba. Do dia para a noite, tudo mudou. Como encarar tal coisa? Aquele garoto por quem você se apaixonou, afinal de contas é seu irmão. Aquela garota que você beijou e transou, é sua irmã. Como digitar essas coisas? 

Desde aquele dia que Arthur e Lua nunca mais se falaram. Ambos estavam em choque. Mas Arthur ainda queria entender tudo. Depois de uma seria discussão com o pai, descobriu que em anos passados, precisamente 18, que é a idade da Lua, estavam em Londres e teve um caso com Eva. Mas nessa altura, Leo já era casado com a verdadeira mãe de Arthur e o pequeno já era nascido à dois anos. Afinal, o grande traidor é Leo. Leo era casado, mas se meteu com uma mulher que mal conhecia. Prometeu mil e uma coisas a ela, mas quando soube que ia ser pai, fugiu e nunca mais deu sinal de vida. Até o dia de hoje.
Arthur culpa o pai de tudo. Por conta dele, Arthur será infeliz para o resto da vida.

As notas das provas da faculdade tinham saído. Todos foram animados busca-las, desejosos de ver os resultados. Nem Arthur nem Lua combinaram nada com amigos. Decidiram ir sozinhos. É assim mesmo que têm passado os últimos tempos: sozinhos. Longe de tudo e de todos. Pensando nos erros, ou não, cometidos. 
Depois de verificarem as brilhantes notas nas provas, saíram da faculdade e se cruzaram na saída. Lua ia revendo as notas e Arthur olhava pró celular. Na hora de sair, batem um contra o outro.

- Desculpa, não te vi. – Na hora de Lua responder, Arthur olha e vê com quem bateu, a sua irmã… estranho dizer isso.
- Desculpa eu. – Lua não queria acreditar. Ia sair de lá a sete pés, mas ele se meteu no caminho dela.
- Me deixa. – ela gritou. Os olhos já continham lágrimas. Ela estava prestes a chorar. Aquilo tudo era difícil pra ela.
- Desculpa, mais uma vez. Mas agente precisa de conversar. Eu sei que é difícil… mas não podemos deixar as coisas assim. Não podemos colocar uma pedra sobre o assunto. 
- Não tem nada para conversar. 
- Temos sim. Por favor, vamos marcar um encontro. Temos de conversar sobre…
- Não há tempo. – respondeu ela
- Como assim não há tempo? Eu sei que você precisa de ter o seu trabalho, mas não…
- Não há tempo Arthur! – ela repetiu – Eu vou embora.
- Embora? Pra onde? O quê?
- Eu vou embora.
- Não, você não pode ir embora… - disse ele desesperado
- Eu vou. Mas acredite, não vou sozinha. – ela colocou a mão na barriga e saiu do colégio

Nessa noite, Lua arrumou as suas malas. O voo para Paris a esperava. A viagem ia ser longa. Tinha de descansar bem, para que no dia seguinte estivesse bem também.
O relógio marcava as 23horas da noite, quando a campainha de lá de casa dela tocou. Era ele. Ele tinha descoberto tudo. Lua ia embora do país, sem lhe dizer nada. Foi a Mel que lhe contou tudo. Ela não ia mentira pra ele sobre uma coisa destas.

- Você não pode ir embora! – Arthur entrou gritando no quarto dela – EU TE AMO LUA, EU TE AMO!
- Não Arthur, não faz isso – ela começou a chorar. A gravidez realmente deixa as garotas com sentimos à flor da pele
- Arthur, por favor, não torne as coisas piores. – disse Eva, chegando atrás dele 
- Agente não pode se separar assim. Ela não pode me deixar. O que agente viveu foi intenso, foi lindo, inesquecível. Que se dane a porra de termos o mesmo pai. Isso não faz de nós verdadeiramente irmãos.
- LÁ NO FUNDO NÓS SOMOS IRMÃOS SIM! – disse Lua com raiva – Você arruinou a minha vida. Somos irmãos, nos apaixonamos, beijamo-nos e você ainda me engravidou!
- Como é que é? – Arthur não sabia disso – Eu vou…
- EU VOU SER PAI DE UMA CRIANÇA ESPECIAL! ESTÁ FELIZ? ESTÁ? – Lua começou a chorar de novo. Ser mão na adolescência já é difícil. Mas ser mãe de uma criança especial, deve ser mais difícil ainda. 
- Você tá grávida?
- Arthur, por estas e por outras coisas é que você deve ir embora. Deixa ela sozinha, por favor. Agente amanhã vai embora. Faz de conta que nada aconteceu. – Eva tentava colocar ele pra fora do quarto de Lua
- Não! – ele largou a mão da Eva e ficou dentro do quarto – Eu não vou abandonar a Lua. ela tá grávida… o filho é meu. E como sabe que ele vai ser especial? Você já foi no medico?
- Acha? Com que cara é que eu ia no medico? Eu chegava lá e falava oi, sou a Lua e engravidei do meu irmão. A criança vai ser saudável? LOGICO QUE NÃO, NÉ BESTA? – Lua gritou 
- Eu já te falei que nós não somos irmãos! Que porra! – ele gritou ainda mais – Por favor dona Eva, nos deixe a sós.
- 5minutos e nada mais.

Eva saiu. Arthur pegou o celular e passou nele todas as fotos tiradas com Lua.

- Agora me diz. Como é que eu vou deixar fora os melhores meses da minha vida? Eu te conheci, simpatizei logo com você. Começamos com explicações na sua casa. Depois nos tornamos amigos, melhores amigos e até amigos coloridos. A sua primeira vez foi comigo, eu te fiz um pedido de namoro inesquecível. Passamos momentos otimos na minha casa, na sua casa, no jardim e até na praia. Você conseguiu esquecer isso? – ela soluçou e negou – Nem eu. Nem vou esquecer. Me diz, a sua mãe é minha mãe?
- Não…
- Os seus tios são meus tios? – ela negou mais uma vez – E então Lua? não somos irmãos, irmãos. Somos meios irmãos. Só temos um pai em conjunto. 
- Você diz isso como se fosse fácil…
- Se parece fácil, é porque é fácil. Por favor. Não me deixa longe de você, nem desse filho. Seja ele especial ou não, eu vou cuidar dele. Por favor, não me abandona. Me deixa ir com você. 

Lua se deixou levar. Pensando bem, Arthur até tinha razão. Tudo bem que tinham o mesmo pai em comum, mas isso não impedia de nada. Não são irmãos exatos. São apenas meios irmãos. Meios irmãos que se amam e que em breve vão ter um filho.

Em Paris, a vida parecia diferente. Dona Eva não concordava com aquele namoro, mas respeitava. Ao menos, a filha já não andava deprimida pelos cantos, chorando isto ou aquilo

- Está ansiosa? – os dois estavam na porta da sala do hospital. Hoje seria a primeira consulta pra ver como o bebé estava.
- Ansiedade a mil! Estou muito feliz. – ela segurou a mão dele

Quando entraram, a doutora pediu que Lua deitasse na cama e delicadamente puxou a blusa dela para cima, revelando por completo aquela barriguinha de três meses. A doutora analisava a situação, via todos os detalhes do bebé e depois tirou as suas anotações. Ela mantinha um rosto serio, deixando Arthur pasmado, assustado e muito nervoso. 
Foram encaminhados para outra sala, onde a doutora falaria do bebé e mostraria algumas ecografias.

- Bom, eu sei que a situação não deve ser fácil. Mas admiro muito vocês
- Porquê? – com o sorriso da doutora, Arthur se sentiu mais confiante de si mesmo
- Porque não é qualquer pessoa que faz o que vocês estão fazendo. No mínimo, a garota da relação ia abortar. Mas você foi forte né? Teve o apoio de quem?
- Da minha mãe e dele também – ela olhou para Arthur
- E quanto ao bebé? Dá pra ver o sexo?
- Ainda não. Pensei que era menino, mas era só a mãozinha dele que estava entre as perninhas – ela mostrou nas ecografias – Segundo o que eu vi aqui, o vosso filho está saudável. Podem respirar fundo porque por enquanto ele não apresenta nenhuma deficiência. – Lua e Arthur riam um pró outro, aliviados com a situação – Vocês são meios irmãos, o que faz o organismo corresponder bem a esse feto que vem ai. Mas prestem muita atenção nessa gravidez. Não que ela seja de risco, mas digamos que… precisam apenas de tomar atenção. Desejo muitas felicidades a vocês! – ela abraçou os dois

Apesar de muita gente ter se virado contra eles, pelo facto de serem meios irmãos, Arthur e Lua provaram pra todo o mundo que isso não era problema. Mais uma vez, o que conta é o amor. É o sentimento especial que você nutre por aquela pessoa especial.
Eles acreditaram que tudo ia dar certo e tudo deu certo. Em Paris, formaram uma das famílias mais lindas. O bebé nasceu saudável, era um menino. Arthur ficou todo bobo. Passados dois anos, os dois casaram e Bruno, o filho deles, já pedia um irmãozinho pra brincar à bola.

#ficaadica Se é o que você quer, se é o que você acredita, vai em frente. Não desiste. Longe ou perto, eu estarei com você.

Pronto. Pra quem não se lembra, aqui está a primeira parte.  Clica aqui para ver a 1ª parte
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