Exchanged For a Game- Capitulo 4

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Notas Iniciais: Fico feliz em receber comentários e saber que estão gostando da fanfic, espero que continuem com os incentivos, eles são importantes para qualquer autor. Dedico esse capitulo para a Daniela e para a Duda Coutinho, que pediram nos capítulos passados. Quero que saibam que estou curtinho muito adaptar a fanfic para LuAr, vocês são leitoras incríveis. Boa leitura! 
  



  P.O.V's Arthur Aguiar
-Diga qual jogo você quer meu jovem, saiba desde já que você irá perder. Certo? –Perguntou ele se gabando.
-Quem ri por último rir melhor, Billy Blanco. –Falei o provocando.
-Veremos. –Ele retrucou em um tom debochado.
-É bom em Poker? –Perguntei o encarando.
-Meu querido eu sou bom em todos os jogos desse cassino. –Falou ele dando ênfase em meu “meu querido”.
  Caminhamos até uma mesa desocupada de Poker e nos sentamos. Coloquei a quantidade de dinheiro que daria a Billy caso eu perdesse e ele colocou apenas uma pequena quantidade para dizer que apostou, pois era proibido um jogador não apostar nada, mas fora daquela quantidade de dinheiro...Ah, fora daquele meio de dinheiro, eu ganharia meu prêmio mais valioso.
  O jogo já havia começado, Billy estava em vantagem, ele estava ganhando. Ele acha mesmo que vai ganhar? Ele estava muito enganado, comprei mais fichas, ele poderia trocar as fichas dele por dinheiro a qualquer momento, mas ele estava se divertindo vendo que eu estava perdendo, isso não vai ficar assim.
  Comprei novas fichas e estava mais na frente de Billy , ele estava com um ar confuso, parecia que iria desistir da nossa aposta a qualquer momento, se é isso que está na mente dele, nem que me paguem vou desistir.
  Billy havia perdido todas suas fichas, ele comprou mais, pois assim como eu, ele ainda tinha essa chance, mas depois dessa seguinte rodada não importaria quem ganhasse ou perdesse, o perdedor não poderia comprar mais fichas.
-Acha mesmo que vai me ganhar fácil Aguiar? –Ele perguntou debochando.
-Vamos ver Billy, quem sabe não é mesmo? Afinal, você também joga duro. –Falei apoiando um braço na mesa e passando as mãos no meu topete e a vadia de Billy suspirou, sorri me divertindo com aquilo e Billy a olhou sério.
  Billy continuou o jogo sério, ele estava perdendo, podia ver o arrependimento em seus olhos por apostar sua própria filha.
  Bingo! O jogo havia acabado e Billy havia perco sua filha.
-Como eu disse Billy, quem ri por último rir melhor. –Falei debochando e soltando uma risada fraca.
-Tem razão Aguiar...Vamos até uma sala reservada conversar sobre o sequestro de Lua, pois ninguém pode desconfiar que eu estive envolvido no sequestro da minha própria filha. –Filho da puta, ele não queria que alguém soubesse e pelas palavras dele, percebi que ele não dava a mínima para Lua.
-Vamos Billy. –Falei simples encarando o decote da tal Rachel. Ela daria uma boa vadia para minha boate, Billy percebeu e a puxou para mais perto de si.
-Me siga Aguiar. –Ele falou e eu assenti o seguindo.
  Subimos por uma escada e seguimos para uma sala do hotel, o cassino se localizava dentro de um hotel.
  -Diga Aguiar! Quando deseja sequestrar Lua? –Ele perguntou dando a entender que ele não sentiria a menor falta dela.
-Amanhã. Pesquisei sobre sua filha Billy e sei que amanhã ela terá uma apresentação no Dolby Theatre, minha equipe irá sequestrar ela depois da apresentação.
-Por que andou pesquisando sobre a vida de Lua? –Ele perguntou como se aquilo realmente importasse pra ele. 
-Nada que seja do seu interesse. –Respondi dando de ombros. –Diga para sua princesinha aproveitar seus últimos momentos com sua família feliz. –Falei dando ênfase em “família feliz” porque de feliz aquela família não tem nada. –E nem tente colocar seguranças atrás dela ou policiais, porque você irá receber as consequências. –Falei e virei as costas indo em direção a porta quando ouço a voz de Billy atrás de mim.
-Em que você trabalha garoto? –Ele falou com a voz alta para que eu pudesse escutar da porta.
-Você deveria saber. –Falei simples e bati a porta.
P.O.V s’ Lua Blanco
  Hoje seria o dia da minha apresentação, eu havia acordado radiante como se nada pudesse estragar meu dia, nem mesmo a diaba da Rachel. Fui até o banheiro e liguei a banheira e a enchi de sais. Caminhei até o meu closet e tirei meu vestido do manequim de ferro preto, tirei minhas sapatilhas de ponta e minha meia calça das gavetas e peguei minha coroa.
  Voltei para o banheiro e relaxei na banheira, estava tão bom que não percebi que já havia passado 30 minutos, sai apressada da banheira e caminhei até o closet colocando um moletom, calça legging e sneaker, o tempo estava tão frio que por mim passaria o resto do dia embaixo das cobertas com minhas princesas, assistindo um filme do gosto delas e comendo pipoca. Teria que passar o dia na escola de dança me aquecendo até a tarde e depois me arrumar para apresentação, eu ficaria acabada.
   Me vesti e caminhei até o quarto de Julie.
-Acordem amores! –Chacoalhei elas delicadamente.
-Que foi Lua? –Cate perguntou despertando e Julie abriu os olhos em seguida.
-Hoje eu tenho apresentação, vou passar o dia na escola de dança, então vou levar vocês para a casa da tia Hilary, tudo bem? –Perguntei as olhando.
-Tá. –Julie respondeu fraco, enquanto Cate saiu correndo em direção ao banheiro.
-Julie quando a irmã voltar da apresentação, eu vou pegar você na casa de Cate e a gente vai em uma sorveteria, o que acha? –Perguntei, olhando aquele rostinho inchado de sono.
-Tá bom. –Ela me abraçou e eu retribui.
-Vai tomar banho no banheiro da irmã pra ser mais rápido, vou lá embaixo pedir pra Donna fazer nosso café da manhã, já volto, ok? –Perguntei e ela assentiu.
  Ela foi para o meu quarto e eu desci encontrando Donna na cozinha.
-Bom dia Donna! –Falei dando um abraço naquela senhora baixinha fofa.
-Bom dia menina Lua –Ela partiu o abraço e me deu um beijo no rosto. –Hoje é o grande dia, né Lua? Você lutou tanto minha menina para conseguir essa apresentação, passou por tantos testes querida. –Ela falou alisando minhas mãos e me olhando nos olhos.
-É hoje Donna, estou tão feliz.  –Eu falei empolgada, meus olhos com certeza estão brilhando.
-Que bom querida, espero que faça uma linda apresentação como sempre faz meu anjo. –Ela falou carinhosa.
-Obrigada Donna, você pode fazer o meu café e das meninas, enquanto vou arruma-las?
-Claro, pode ir lá! –Ela falou e voltou a terminar de lavar as louças.
  Subi e comecei a arrumar as meninas.
    [...]
    Descemos para tomar café com Donna e depois seguimos para a casa de Hilary. Assim que chegamos, tocamos a campainha e Hilary abriu a porta sorridente como sempre.
-Oi meus amores, como estão? –Ela perguntou abrindo os braços para um abraço coletivo.
-Bem! –As meninas gritaram e nos juntamos para um abraço em grupo.
-Hilary eu to atrasada para o meu treino, tenho que estar bem aquecida até a hora da apresentação, você pode ficar com Julie? Mais tarde venho pega-lá. –Pedi e ela assentiu me abraçando.
-Vai lá anjo, boa sorte! –Ela falou e partiu o abraço.
-Obrigada Hilary, tchau meninas! –Falei e me abaixei na altura delas para que elas pudessem me abraçar.
-Tchau Lua. –Elas falaram juntas.
  Desci pelo elevador e caminhei a garagem entrando no meu carro, parti em direção á Royal Academy of Ballet. Assim que cheguei no estacionamento da academia, peguei meu figurino e adentrei o local.
  O treino passou rápido, ás 18:00 fui para o vestuário tomar banho e logo em seguida me enrolei no roupão, depois fui para o salão para as moças que trabalham naquela área fazerem minha maquiagem e penteado, assim que elas acabaram vesti meu figurino, e ás 19:30 já estava pronta.
  Entrei no palco do teatro e comecei a me mover conforme minha paixão pelo ballet, no final obtive aplausos e mais aplausos.
  Voltei para o vestuário para trocar de roupa e em seguida fui para o estacionamento, sai de dentro da escola de ballet e a rua estava deserta, deveria estar movimentada pois era dia de domingo. Fiquei nervosa assim que vi pelo retrovisor que um carro preto me seguia por um tempo indeterminado e um Fisker Karma prateado fez uma freada brusca na minha frente fazendo eu parar o carro de imediato.
  Homens com capuzes pretos saíram de dentro do carro, vindo em direção ao meu carro e com armas apontadas, abri a porta do carro e sai do mesmo com as mãos para cima em sinal de rendimento.
-O que estão fazendo comigo? –Perguntei com as lagrimas vindo á tona.
-Cala boca e entra no carro. –Uma voz rouca me agarrou por trás me fazendo tremer e ao mesmo tempo me arrepiando, roçando seu membro no meu bumbum.
-Moço, por favor não faça nada comigo. –Falei implorando pela minha vida.
-Cala boca caralho e anda comigo na direção desse carro prateado sem tentar alguma graçinha.
-Não moço, eu tenho uma irmã pra cuidar, por favor. –Falei em meio aos soluços causados pelo choro.
-Não tenho tempo pra isso, já pro carro porra! –Ele falou gritando no meu ouvido.
-Por favor... –Não consegui terminar de falar e vi tudo ficar escuro.  
Notas finais: Eu sei que demorei, não me matem, please. Obrigada pelos comentários, espero ganhar nesse capitulo também. 
Roupa da Lua pra apresentação de Ballet:  http://www.polyvore.com/l%C3%ADv_bal%C3%A9/set?id=103486451

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