Sentimentos traiçoeiros - Ironias da vida

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Lua

     Secamo-nos às pressas, entre beijos e desejos do corpo um do outro e de tantas outras fantasias. Reparei no quanto o seu membro "cresceu".
     Entramos no quarto do Arthur, batendo contra a porta, os móveis, tropeçando nos sapatos e finalmente caindo na cama. Um tanto desastrados.

- E agora? - Perguntei eu, ofegante, com o corpo dele em cima de mim.
- Eu não consigo parar... - Ele confessou perto do meu ouvido.
- Eu não quero parar!

     Segurei os seus braços com força quando senti o impulso dele levantar as minhas pernas para cruzar sobre a cintura dele e assim ele se encaixar. Continuou a beijar o meu peito e enquanto eu sentia o seu membro bem próximo de mim, fazendo com que eu ficasse novamente excitada.
     Passou as suas mãos desde o meu ombro até às minhas coxas arranhando de leve ao contrário de mim que vincava as minhas unhas nas suas costas.

     Tive vontade de rir. Há uns tempos atrás eu desejava que isto acontecesse mas não imaginava nunca que fosse com o Arthur. É irônico. A vida é irônica!

- Arthur... nunca pensei dizer-te isto mas amo-te tanto, meu namorado emprestado. - Ri-me enquanto ele mordia o meu ombro.

     Trocamos mais uns beijos, rolamos na cama de um lado para o outro até a campainha tocar.

- É a tua mãe? - Imaginem a maior cara de terror.
- Não... ela não toca à campainha.
- Então? - Perguntei.
- Pizza... - Arthur concluiu.
- Bolas! - Suspirei.
- Esquece a campainha. - Ele pediu.

    Ele pegou nas minhas mãos e colocou-as para cima para poder, mais uma vez, beijar-me.

- É agora...
- Agora? - Engoli seco.
- Sim. - Beijou-me a face para me calmar.

     Arthur levantou-se longe de se importar com o facto de estar ainda nu. De qualquer modo, acho que já passamos essa fase da vergonha, de estarmos nus um em frente ao outro (risos).
     Reparei no seu corpo. Costas largas, barriga lisa mas não em tanquinho, pernas grandes e finas. O seu "amiguinho"? Bom, tão grande como o dono.
     Passou a mão pela sua gaveta e após bagunçar um pouco, tirou de lá o pacote de preservativos.

- Meu deus, que rapaz tão cuidadoso. - Ri-me encolhida em cima da cama. - A minha barriga está às voltas.

     Arthur sentou-se ao meu lado. Abriu o preservativo e aí vi que eu não era a única nervosa. Ele também tremia.
     Observei cuidadosamente ele a colocá-lo no seu membro. De seguida, puxei-o pelo pescoço e deitamo-nos logo ficando ele por cima.

- Espero que nunca te arrependas disto. - Disse-me ele bem no fundo os meus olhos.

     Passou-me um frio pela barriga quando senti ele encostar o seu membro à minha intimidade.

- Ah, meu deus! - Disse entre dentes enquanto fechava os olhos.
- Desculpa. - beijou-me a bochecha.

      Arthur agarrou forte as minhas mãos e começou a penetrar-me devagar enquanto ele também soltava baixos gemidos.

- Aumenta... - Pedi.

     Cruzei as pernas na sua cintura pressionando assim a sua mais contra a minha e ele continuou com as investidas.
     O sangue corria-me nas veias à mesma velocidade que ele metia e tirava o seu membro de dentro de mim. A uma dada altura pensei que o coração me fugia do peito. A adrenalina era transmitida pelo som da minha voz que pedia por mais e pelo som da dele quando gemia o meu nome.
     Antes de chegarmos ao orgasmo, pedi para trocarmos de posições. Ele deitou-se ficando eu por cima do seu colo. Demos as mãos novamente após ele entrar de novo dentro de mim e comecei a fazer movimentos leves. Apetecia-me gemer ao mais alto possível. Mas tinha vergonha.
     Lembrei-me do filme porno que vi uma vez e decidi imitar aquela parte em que a rapariga começa a "cavalgar", por assim dizer, em cima do membro do rapaz.
     Comecei. O Arthur ficou louco e pediu que fosse mais rápido. Pouco depois, sentou-se na cama, sem eu sair da posição que estava e levou as suas mãos ao meu rabo, ajudando nos movimentos frenéticos que nos levavam ao maior prazer de sempre.

- Não pares. - Ele pediu.
- Thur... - Gemi.

     Aquela movimentação deixou o meu corpo todo a estremecer, sinal de que chegamos ao nosso primeiro orgasmo em conjunto. Pousei a cabeça no peito dele enquanto ele me abraçava.

- Obrigada.
- Eu é que te agradeço. - Disse-me ele.


Notas finais

É claro que a fic não ia terminar sem eles terem a primeira vez ahaha
Para quem não sabe, o meu snap é acriisirwin , aceito todos e vejo todos os snaps.
Maaaaaas, a fic está mesmo terminando!
Me digaaaam!! Gostaram? Não gostaram? Podia ser melhor? Podia estar pior? Comentem!

7 comentários:

  1. Que primeira Vez foi essa que ela ñ sentiu dor e nem sangrou ?

    A minha primeira Vez doeu feito a peste

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    1. Só dói qnd a pessoa tá nervosa e ela tava calma

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    2. Ñ meu amor. Dói porq o himen é rompido, e ñ porq ela tava calma ou ñ. Porq eu tava mais calma do que ela e doeu da primeira e da segunda vez.

      Então esse negócio d está calma ñ rola. Porq calma ou , vai doer

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