Little Anie - Cap. 68 | 3ª Parte - Final

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Little Anie | 3ª Parte - Final

Pov Arthur

Me aproximei lentamente de Lua, Anie estava em seu colo, com o rosto colocado ao pescoço da mãe, me inclinei, e beijei seus lábios carinhosamente. Só paramos, porque um pequeno ser, tinha a mania de meter a mão, e separar nossos lábios. Mordi levemente seu dedo, e Anie soltou um gritinho ao puxar a mão. Lua riu baixinho e Anie levou a mão, até a boca de Lua, e tapou.

– Eeei, por que colocou essa mãozinha inconveniente aqui hein? – Perguntei cutucando abaixo de sua costela, e Anie se encolheu, rindo. Voltei a me sentar na cama.
– Porque você estava beijando a minha mamãe. – Disse séria, fazendo tanto eu quanto Lua, ri. Lua beijou ternamente a mão da pequena, que ainda tapava sua boca, e Anie retirou a mão.
– Só por isso? Ciúmes, filha? – A encarei sério. E ela revirou os olhos, igual Lua fazia. – Pais se beijam, sabia? – Falei.
– Mas não muito. – Retrucou. E Lua riu alto. Sorri vendo-a esquecer dos problemas, pelo menos, por esse instante.
– Como você sabe, hein?
– Eu sei!
– Uuuhm... – Lua apertou as bochechas da filha e lhe deu um beijo estalado. – Ciumeeeeentaaa...
– Tô vendo mesmo. – Fiz uma careta. – Ela é minha, Anie.
– Não. É minha, né mamãe? – Perguntou erguendo o olhar para a mãe.
– Óbvio que ela vai dizer que não. – Soei convencido, e ergui uma sobrancelha.
– É mãe? – Anie insistiu. E Lua abriu a boca para falar, mas eu a interrompi.
– É. – Impliquei, e puxei as pernas de Lua, e abri, me deitando no meio delas, e aproximei os lábios de seu pescoço, distribuir vários beijos.
– Você é implicante, Arthur... – Lua me disse.
– Eu não sou não. Só estou falando a verdade... – Falei baixo. – Antes os beijos eram só meus e ninguém reclamava. – Apertei o nariz de Anie, e ela virou o rosto.
– Você vai fazê-la chorar. – Lua comentou acariciando meus cabelos.
– Não vou chorar. – Anie retrucou emburrada. Eu me divertia bastante implicando com as pessoas.
– Aah não? E esses olhinhos brilhando de lágrimas hein? – Perguntei encarando-a. Seus lábios tremiam, tamanha irritação. Ri baixinho me aproximando dela. – Boba. – A puxei para meu colo. – Você parece com sua mãe, sabia disso?
– Eeeii... – Ela beliscou meu braço. – Os defeitos são só meus né?
– Sim. – Assegurei. E voltei a olhar para Anie. – Até o ciúme. – Completei.
– Não tenho ciúmes de você. – Lua retrucou. Ri alto. – Do que tá rindo?
– Dessa piada, amor. E quanto a você, sua boba... – Abracei Anie, e beijei seus cabelos. – Eu deixo sua mãe ser sua também... – Ri baixinho.
– Arthur, você é um idiota. – Lua se sentou na cama.
– Onde você vai?
– Tomar banho. A propósito, vamos filha? – Lua se virou e olhou para Anie, que ainda me abraçava.
– Eu estou com saudades do meu papai. – Fechei os olhos, abraçando-a ainda mais forte.
– Eu também estou com saudades, amor. Muita saudade, filha. – Lhe disse.
– E de mim, ninguém sente né?
– Você estava aqui, Luh. E ah... Quem não é ciumenta mesmo? – perguntei fingindo pensar em uma resposta.
– Aah quer saber? Tenho ciúmes sim. Sou ciumenta sim. E não rir, droga! – Ela me deu um soco.
– Aaii... – Me encolhi tentando parar de rir. E ela me encheu de tapas fazendo Anie rir também. – Lua! Para... sério. Não... Ri filha... Me ajuda. – Pedi rindo tentando segurar as mãos de Lua.
– Que feeeioo, pedido ajuda a uma criança, Aguiar? – Perguntou divertida.
– Aaai... droga! É. É... Ela consegue tudo o que quer. Lua!
– Uhm... mas ela parece estar se divertindo vendo você... – Ela parou com a mão no ar. Minha barriga já estava doendo. – Vendo você levar... tapas. Eu posso fazer isso sempre, Arthur? – Me perguntou rindo.
– Não para mamãe. – Anie pediu.
– Eei, era pra você me ajudar! – Exclamei incrédulo. Lua riu ainda mais. E eu aproveitei sua distração e peguei suas mãos. – Aahãã! – Agora foi a minha vez de ri. E puxei Lua pra cima de mim. – Pode fazer... – Sussurrei. – Sempre que estivermos a sós. – Finalizei mordendo o lóbulo de sua orelha. Lua soltou um risinho abafado, próximo ao meu pescoço.
– Bobo... – Sussurrou. – Eu amo você...
– Eu também amo você. – Falei soltando suas mãos, e segurando em sua cintura.
– Tá... doendo tanto... – Murmurou.
– Eu sei... posso sentir. – Falei sincero. E beijei seu rosto. – Não chore, Anie está aqui... – Murmurei. – Vai acabar não entendendo nada. – Suspirei. E me levantei, sentando na cama, e Lua sentou ao meu lado.
– Vamos tomar banho, filha? – Chamou. Anie assentiu.
– Na banheira! – Exclamou sorrindo. Logo Lua negou.
– Não sua sapeca, hoje não, amor. – Anie fez um bico zangada, mas levantou indo para o banheiro. Lua também se levantou, mas segurei em seu braço.
– Estou aqui... – Sussurrei. – Eu... Eu precisava disso... – Sorri olhando para o banheiro. E logo voltei a olhar para Lua. – Eu sei que você...
– Shhh... – Ela tocou meus lábios. – Eu sei. – Sorriu de lado. – E eu gostei de estapear você. – Segurou em minha mão.
– Pode estapear mais vezes, aqui... – Bati com uma das mãos no colchão. – Não vou me importar. – Completei. E me levantei quando Lua ameaçou ir para o banheiro.
– Arthur...
– Eu. – A abracei forte. – Eu fiquei realmente melhor vendo você sorrir, meu amor.
– Isso sempre vai acontecer quando estivermos assim... – Me disse.
– Eu só estou bem, se vocês duas estiverem. Você sabe, não sabe? – Beijei várias vezes sua testa.
– Sei...
– Maaaamããããee... – Ouvimos Anie gritar.
– Ok. A gente conversa depois, quero te fazer uma pergunta.
– Eu sei que quer...
– Mas só depois, amor... vá lá, antes que Anie inunde esse banheiro. – Avisei. E ela riu outra vez. Se pôs nas pontas dos pés e colocou os braços envolta do meu pescoço. – Você sabe que ela fará isso.
– Você é o melhor marido do mundo... – Me disse. A abracei mais forte, tirando-a do chão.
– E você é a mulher da minha vida... – Falei andando com ela até o banheiro. – Não fique assim. – Lhe beijei carinhosamente. – Sabe que é... Sempre foi. – Comentei.
– Maaaamããããee... – Rimos.
– Vá... – Segurei em seu rosto e lhe dei um selinho demorado.

Lua entrou no banheiro, e eu voltei para a cama. Me deitei e coloquei o braço sobre os olhos. Era sexta-feira. E eu nem queria pensar no dia seguinte. E sabia que Lua muito menos. Não sei se foi o melhor. Na hora a gente acha que foi a pior coisa, que pecamos demais e fomos castigados, com algo que queríamos muito, e nos tiraram. Mas a gente nunca sabe porque essas coisas acontecem. Não sei quantos minutos se passaram, mas logo Anie apareceu no quarto, enrolada em uma toalha maior que ela. Quase rir. Me levantei da cama, e ela fez menção de sair correndo, andei mais rápido passando os braços ao redor de sua cintura, e segurando-a, antes que ela escorregasse, estava descalço. Anie jogou a cabeça pra trás, rindo alto.

– Filha, não correr! – Lua gritou.
– Tarde demais, querida. – Comentei. – Você ia cair, Anie... Sem correr, já falamos sobre isso. – Avisei vendo Lua sair do banheiro.
– Eu disse pra não correr. – Falou séria. Coloquei Anie no chão novamente, e como se tivéssemos mandado, ela saiu correndo. Lua fechou os olhos, e eu me aproximei, tocando seu rosto.
– Sem estresse... – Murmurei beijando sua bochecha. – Uuuhm... cheirosa, e eu vou tomar banho. – Apertei sua cintura. E me separei.
– E eu vou ver sua filha, antes que ela apronte uma travessura.
– Aah, só minha agora é?
– Sim, sua... – Ela beijou meu pescoço. – E para! – Bateu em minha mão, que eu sem perceber, ou fingindo não perceber, descia até sua coxa.
– É, Lua... Eu realmente vou tomar um banho. – Segui para o banheiro.

Não demorei mais de 15min e logo saí, me enxuguei, e vestir uma boxer preta, e uma bermuda da mesma cor. Saí do quarto, e Lua estava na cozinha com Anie, que tagarelava sem parar, enquanto comia uma salada de frutas. Anie não tomava café, e muito menos Lua, não sei qual o problema, porque se eu não tomasse café, meu dia nunca começava. Me sentei ao lado de Anie e peguei a garrafa de café.

– Mel já foi trabalhar? – Perguntei.
– Acho que sim... – Lua olhou para o relógio que ficava na cozinha. – São quase 9h30.
– Vai tomar só isso? – Apontei para o copo em sua mão.
– Sim. Não estou com fome.
– Óbvio que não, Lua. E nem quero discutir. Come ao menos, uma torrada... – Apontei para as torradas a minha frente.
– Não quero. E pode parar de querer mandar... – Retrucou.
– Tem exemplo da teimosia... – Retruquei de volta. E me arrependi no segundo seguinte. Mas Lua já me olhava irritada e magoada.
– Tá vendo? Era disso que eu... eu estava falando! – Cruzou os braços olhando um ponto qualquer.
– Desculpa, eu não queria...
– Queria! Queria e falou!
– Lua, Anie está aqui.

Olhei para a menina que nos encarava confusa. Ela não disse nada, e terminou de tomar o suco, se levantou e provavelmente, foi para o quarto. Anie continuou comendo a salada de frutas, e depois disse que ia assistir desenhos. Concordei, e quando terminei de tomar meu café, Carla apareceu.

– Arthur! – Exclamou de cenho franzido. – Achei que vinha só semana que vem... – Ela parou por alguns segundos. – Aah...
– Pois é... Você, uhm... Não estava aqui, né?
– Não. Cheguei na segunda.
– Tudo certo. – Falei me levantando. – Fique de olho em Anie. Eu e Lua precisamos terminar de conversar.
– Tudo bem.

Saí da cozinha, passando pela sala, e Anie estava deitada no sofá, rindo de alguma bobagem que um dos personagens falava, ou fazia. Subi a escada, e abri a porta do quarto. Lua estava deitada de bruços na cama, o travesseiro estava sobre sua cabeça, caminhei até ela, e me sentei na cama, me inclinei, tirando o travesseiro. Ela não abriu os olhos, me deitei ao seu lado e a encarei.

– Vai ficar chateada pra sempre? – Ela não respondeu. – Lua, eu não estava mandando em você. Que mania de achar isso! – Exclamei. – Eu só quero o seu bem... com certeza notou que perdeu bastante peso, não? E isso não é um elogio. – Tirei alguns fios de cabelos, que estavam em seu rosto. – Olhe pra mim. – Pedi, mas ela não o fez. – Ok, o que eu vou fazer com você hein? Vim pra gente terminar de conversar... – Continuei. – Não quero que fique doente. Por que não entende isso? Me desculpe por hoje mais cedo. Eu não quis magoar você... Sério Luh, acredite. – Ela tapou minha boca.
– Pare de falar. – murmurou, e tirou a mão da minha boca. Abriu os olhos e me encarou.
– Me desculpa?
– Pare de pedir desculpas, Arthur. Eu disse que você ia acabar fazendo isso... – Me disse.
– Ei, eu não queria fazer, quando vi, já tinha falado. – Me aproximei dela e a abracei. – Você está parecendo uma garotinha com medo de tudo. – A apertei em meus braços e beijei seus cabelos.
– Eu estou com medo...
– Mas eu estou aqui, amor.
– Amanhã pode não... estar. – Disse com a voz embargada.
– Amanhã mais do que nunca, eu vou estar. Não importa o que aconteça, Luh. – Ela ergueu de a cabeça e procurou meus lábios, me beijando tão lentamente, tão cheia de amor, que eu me deixei levar pelo seu ritmo.
– Mas não finja que tudo vai ficar bem, como antes. – Me disse baixo.
– E você... você não finja que tudo está indo tão mal, que não tenha volta, quando ainda temos Anie, Lua. Não vê? Nossa filha, ainda temos ela. Pare de se culpar. Não quero fazer isso com você. Acha que vou te deixar se não puder ter mais filhos? Que tipo de homem sou eu, se fizer isso com você? Que tipo de homem, sou eu, que diz que te ama, e te abandona quando você precisa? Você tá pensando realmente nessas bobagens? Acha que não te amo o suficiente? FALA LUA! – Gritei sacudindo-a. Porque parece que ela não estava escutando nada.
– Eu só tenho medo, Arthur... muito medo. – Me disse.
– Não tenha. Esqueça esse medo. Eu estou aqui com você, só com você, amor. – Falei abraçando-a ainda mais forte. – Eu te amo, Luh. E você não tem o direito de duvidar disso.
– Eu também amo você...
– Eu sei que ama... – Beijei sua testa. – Agora, quero saber se vai concordar comigo, e voltar a se alimentar direito.
– Estou horrível... – Reclamou baixo.
– Eu não disse isso. – Corrigi. – Mas emagreceu, e sabe disso. Você é linda sabia?
– Você vive dizendo isso.
– É verdade, oras. É linda, e minha. – Beijei seus lábios. – Quero te fazer uma pergunta, amor...
– Eu sei que quer. Faça! – Ela se ajeitou em meu colo, e colocou a cabeça em meu ombro.
– Bom, você engravidou, mas... mas nunca esquecia a pílula. O método falhou? – Perguntei baixo, enquanto passava as mãos em suas coxas. – Eu não entendo bem isso... Você sabe.
– Não. – Ela negou. E se afastou, olhando meus olhos, que agora, a confusão se fazia presente.
– O que aconteceu?
– Você vinha me pedindo tanto, que... que eu pensei muito se estava na hora certa sabe? – Disse e eu concordei. – Então... Eu ainda não queria, como você já sabia. Mas eu pensei, e cheguei... cheguei à conclusão de que te daria outro filho. – Senti meus olhos se encherem de lágrimas. – Aí, eu resolvi que não te diria nada, até saber o resultado. Você queria tanto, que eu cheguei a pensar que demoraria tanto quanto tentamos da primeira vez. – Explicou. – E naquela noite, depois de tantas provocações, fizemos amor no sofá, e aqui.  – Ela olhou para a cama, como se estivesse lembrando de tudo que fizemos aquela noite. Apertei as mãos envolta da cintura dela. – Eu decidi que... que seria aquela noite, então, eu não tomei a pílula... mas depois veio aquela confusão toda... e eu pensei que não tinha como engravidar, você entende? Demorou tanto da outra vez. – A encarei sem dizer nada. – E eu voltei com as pílulas normalmente. Eu não senti nada, Arthur, nada. Eu juro... Nada que me fizesse lembrar que poderia estar grávida.
– E as dores? – Lembrei.
– Achei que fosse só da queda. E só realmente pensei em gravidez, quando me vi naquele banheiro, completamente ensanguentada. – Suspirou fechando os olhos. – Eu me senti culpada, e quando o médico afirmou, nossa... eu não pensei em mais nada... eu só tinha medo da sua reação. – Ela me olhou. – Eu queria sim, quando tomei essa decisão... Mas eu não podia imaginar... Eu realmente não... – Segurei em sua nuca, e puxei seus lábios antes de iniciar um beijo calmo.
– Eu amo você. A cada segundo, mais e mais... – Ela fechou os olhos ao ouvir minhas palavras. – E vou te amar para sempre, Luh. – Falei, e ela segurou em minha nuca, passando os dedos lentamente.
– Por que você faz isso comigo? – sorri com a pergunta.
– Pra você tirar da cabeça essas bobagens, e lembrar que eu te amo muito. – Respondi.
– Mas e se eu não...
– Já me deu, Luh... A Anie, um pedacinho de nós. Que ainda precisa da gente, e que tudo o que faz, nem que seja um pequeno gesto, como aquele revirar de olhos, lembra você. Ou o sorriso lindo, parecido com o meu, hã?! – Ergui uma sobrancelha, fazendo-a rir.
– Convencido! – Me deu um leve tapa no braço.
– O que mais eu poderia insistir pedindo, se não pudéssemos mais ter? Se eu olho pra Anie, e daria a minha vida por ela, sem pensar uma vez. Não vou ser egoísta... Você já me dá tudo todos os dias, querida. Não vê? – Segurei em rosto. – Hã?
– Eu nunca vou me arrepender de nada. – Ela disse com voz embargada, algumas lágrimas já escorriam.
– Nem eu, Lua... Nem eu... – Beijei seus lábios outra vez.

Continua...

Se leu, comente! Não custa nada.

Demorei, mas postei. Isso que importa, não é mesmo? Haha
De acordo com meus planos, próximo capítulo será o tão temido resultado (Preparem os lencinhos). Mas eles (os planos) sempre podem mudar.

Beijooos...

27 comentários:

  1. Que cap maravilhoso! Parabéns está cada vez melhor ..
    só não demora muito de postar pf

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  2. Capítulo esplêndido adorei, Lua e Arthur como sempre esse casal Unido,
    Família linda AAAA
    Independente do resultado sei que eles vão ficar triste mais vai passar
    Já estou fazendo minhas apostas nesse resultado.

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  3. Chorei capítulo emociante,...

    Maaaaaaaaaaaaaais

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  4. Ameiiii!!!!
    Quero massss

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  5. Que lindoooooo! Quero mais!

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  6. To ansiosa pro próximo tomara que a Lua possa ter filhos

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  7. Owm choreii :'( Lua ta com uma dor tão grande... Tomara que venha bebê para eles pq merecem ♡♥♡ kkkk Anie ia querer os mamá dele kkkk
    Adorandooo *----* ja quero o proximo capitulo Milly :)

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  8. Muitoo ansiosa para o próximo capítulo!!

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  9. Wont que bonitinho o começo....
    Posta mais...♡♡♡♡♡♡

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  10. cada vez mas apaixonada pela fic. Estou achando q o resultado do exame ñ vai ser nada bom, e o thur ñ vai cumprir o q prometeu a lua. acho q ele vai ficar com raiva dela. Xx adaline

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  11. QUE BONITINHOS ESTÃO ELES

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  12. MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOS LINDOS ELES

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  13. espero muitíssimo que esse resultado dê negativo!
    maaaaaaaaaaais!

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  14. Posta logooooo eu vou morrer de ansiedade :)

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  15. to ansiosa demaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais pra esse resultado HAhh
    já quero muito o próximo.
    bye: Clara

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  16. Ficooooo LINDOOOOO esse capitulooooooo ameiiiiiiii espero que continue assim eles dois sempre juntos e unidos pq sempre quando fazem web o Arthur trai ou ele fica ruim quando acontece alguma coisa desse tipo e isso é muito chatoo nem da vontade de le a sua está otimaaa❤❤❤❤ amoo ellla

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  17. QUE LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS! MUITO FOFO ESSE CASAL
    AMO MUITO ESSA WEBBBB <3

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  18. Arthur sempre dá esses foras, aíaí
    já quero o próximo.

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  19. próximooooooooooooooooooooooooooooo pra ontem!
    linda a web, parabéns

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  20. Anie é uma gracinha, fofa até com ciúmes Hhaha

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  21. ANIE É MUITO CIUMENTAAAA HHAHA MAS AMO ELA <3

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  22. LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOS

    HJ TEM WEB MILLY?

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  23. FAMILIA LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

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