Little Anie - Cap. 47

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Little Anie

Pov Arthur

Deitei novamente ao lado de Luh e Anie se sentou nos encarando.
- O que você quer hein? – Perguntei. Ela tinha acordado elétrica demais. O dia tinha só começado. Ela soltou um risinho sapeca.
- Tenho uma pergunta. – Levantou o dedo indicador.
- E qual é a pergunta? – Lua disse.
- Mamãe? Como os bebês são feitos? – Perguntou e eu não segurei a risada ao ver a cara que Lua fez. Qualquer outra criança perguntaria como os bebês nascem. Mas Anie perguntou como eles eram feitos.
- Para de rir, idiota! – Lua disse ao me olhar.
- Eu... Não... Consigo. – Falei entre risos.
- Aah filha... Bom... – Lua tentou responder.
- Nós... – Lua me interrompeu.
- Olha bem o que você vai falar. – Me olhou séria.
- Nós encomendamos os bebês, filha. – Falei.
- Como?
- Aah Anie, quando a gente decide que quer encomendar oras. – Dei de ombros.
- O que é encom...
- Encomendar? – Perguntei, e ela assentiu. Lua riu.
- É o mesmo que fazer um pedido, entendeu? E esperar chegar.
- Como se faz o pedido? – Continuou. Crianças deviam vim com censura à curiosidade. Lua riu alto.
- Responde, amor. Estou adorando ouvir você explicar. – Riu cinicamente. Ela sabia que eu jamais ia falar besteira a Anie.
- Eu não fiz o pedido sozinho. Você fez também. Por que não explica a ela como foi? – Ergui uma sobrancelha. E Lua me olhou sorrindo.
- Porque você explica melhor que eu. – Mordeu os lábios.
- Responde papai! – Anie disse.
- Ah filha, o pedido é feito... É difícil explicar. Você não vai entender. – Desistir ou falaria besteira. Lua riu.
- Não rir!
- Onde os bebês ficam? Aqui? – Ela apontou para a barriga e eu assenti.
- Sim, aqui. – Eu disse levantando a minha camiseta que Lua vestia e passei a mão em sua barriga. Ela segurou minha mão adivinhando o que eu estava prestes a fazer.
- Quando os bebês nascem?
- Filha? De onde você tá tirando essas perguntas? – Lua lhe perguntou. E eu continuei com a mão na barriga dela.
- É que a mulher no parquinho disse pra Carol, que queria ter outro bebê, mas o marido dela não queria fazer. Por que ele tem que fazer, se é ela que quer, mamãe?
- Meu Deus! – Lua exclamou baixo. – Arthur? Por que você não presta atenção nos assuntos que as pessoas conversam perto dela? – Me questionou.
- Nem ouvi... – Dei de ombros.
- Por que? – Anie insistiu.
- É que os pais fazem o pedido juntos, filha. – Respondi.
- Demora? – Quase rir. Lua beliscou meu braço.
- Depende. – Respondi.
- Por onde nasce o bebê se ele fica aqui? – Agora ela apontou para a barriga da Luh. Ainda bem que ela tinha nascido de cesariana, por se fosse parto normal, ela ficaria sem essa resposta. Ri pensando nisso. Lua provavelmente leu meus pensamentos e bateu em meu braço.
- Uhm... – Murmurei passando minha mão na quase invisível marca que tinha ficado da cirurgia. Lua acompanhava cada movimento da minha mão. – Eles fazem um corte aqui. – Parei quando cheguei onde queria e Anie me olhou. – E o bebê nasce. – Finalizei.
- Dói?
- Não sei. Dói, amor? – Perguntei insinuando algo a mais. Lua me encarou irônica.
- Não filha, não dói. – Sorriu.
- Tá bom. – Respondeu. Finalmente ela tinha matado a curiosidade. Só faltava ela perguntar como os bebês iam parar ali. E estava demorando. – Mãe?
- Oi.
- Mas como os bebês entram na barriga? – Perguntou inocentemente. E bom, eu não ia responder. Lua mordeu os lábios e me olhou.
- Muita curiosidade pra pouca idade. – Falei. – Quando pedimos os bebês, eles aparecem já na barriga. Pronto. Chega de perguntas. – Falei e apertei as bochechas dela.
- É isso. Que tal irmos tomar banho, hein mocinha? – Lua perguntou a ela. – Vai pegar sua toalha. - Mandou e Anie desceu da cama e saiu correndo fechando a porta. Aproveitei a oportunidade e me virei ficando em cima de Luh.
- Adoraria fazer um pedido. – Comentei e mordi seu lábio inferior. Ela soltou um gemido.
- É?
- Sim. Muito, e agora. – Falei.
- Não gostaria de... S... Só... Prat... Praticar o... P... Pedido? – Me perguntou ofegante.
- É uma sugestão?
- Aah... – Gemeu quando eu desci a mão até sua intimidade. – Não faz... Não faz... – Pediu fechando os olhos.
- Você está tão molhada... – Puxei seu lábio inferior. Provocando-a. – Por que não quer?
- Não quero... Agora...
- Desde ontem... – Questionei. Ela fechou os olhos e suspirou.
- Sou eu... Não é nada com você. Estou preocupada. Não consigo. – Explicou.
- Eu sei, percebi... Estou sofrendo desde ontem... Acho que nunca fiquei tantas vezes excitado só em algumas horas e não fiz nada. Nada!
- Gosto de provocar você. – Admitiu. E mordeu os lábios me provocando mais ainda.
- Não me diga? – Ironizei e mordi seus lábios antes de beija-los.
- Arthur! Anie pode voltar.
- Ela não vem... E quando chegar, vai vim fazendo barulho. Shhh... – Eu disse. E Lua levou as mãos até minha cintura e apertou. Pressionei meu corpo contra o dela e ela gemeu baixo.
- Eu vou sentir falta disso... – Murmurou.
- Dessa tortura toda? – Perguntei cheirando seu pescoço e mordiscando logo em seguida.
- Não. – Negou e se encolheu enquanto eu trilhava um caminho de beijos até seus seios.
- Falta de que então?
- Disso... – Levantou o corpo de encontro ao meu. E gemeu sentindo minha ereção em sua intimidade. Fechei os olhos tentando me controlar. – E de... De tudo que você... P... Possa fazer comigo. – Finalizou com dificuldade. Suspirei e apertei suas coxas com força. Ela encolheu as pernas, flexionando os joelhos, colocando-as ao redor da minha cintura.
- Eu posso começar agora. – Minha voz estava rouca. E eu empurrei mais uma vez, meu corpo contra o dela.
- Não... Você sabe que... Agora não. – Tive que concordar, Anie poderia aparecer a qualquer segundo.
- Então você vai continuar me provocando? E me deixando mais duro ainda? – Questionei de olhos fechados.
- Acho que... Sim... Não está... G... Gostando?
- É excitante. Mas torturante demais. Eu quero sentir você. – Deixei meu corpo cair em cima do dela. E Lua apertou mais ainda as pernas envolta de mim. – Você sabe, que se dependesse só de mim... A gente não sairia desse quarto. – Beijei seus lábios com velocidade. Desejo. Ela subiu a minha camiseta, cessei o beijo com selinhos e tirei a camiseta. Lua passou as unhas arranhando minha costa. – E nem dessa cama tão cedo. – Finalizei. Ela soltou um risinho e segurou minha nuca.
- Você é o marido mais safado que existe. – Comentou e passou a ponta dos dedos em meus lábios.
- Só com você. Só pra você eu sou assim. Isso não bom? – Perguntei e levantei mais ainda a camiseta que ela ainda vestia.
- É ótimo. – Admitiu. Concordei e passei a ponta dos dedos levemente pelos seus seios, ora um, ora outro. Sentindo os bicos ficarem mais duros a cada toque meu. Soltei um riso pelo nariz. E Luh uma exclamação de prazer enquanto se contorcia em baixo de mim, tentando me fazer parar com as carícias.
- Você é linda, sabia? – Perguntei agora envolvendo seus seios com as mãos. – Se eu não posso ter agora o que eu quero. – A olhei. – Você pode sentir o que eu posso oferecer fora isso... – Completei. Ela soltou um gemido alto e apertou mais ainda as pernas envolta da minha cintura. Beijei seus lábios rapidamente. – Shh...
- Você é louco! – Retrucou de olhos fechados.
- Sim. Por você! – Admiti.
- Se eu concordasse com tudo que você propõe... A hora que propõe... Faríamos amor o dia todo. – Sussurrou em meu ouvido. Eu tinha que concordar com ela.
- Tenho que concordar. Mas não tenho culpa se você é tão gostosa e me deixa excitado mesmo sem fazer provocações. – Murmurei. – Mas tô gostando dessa brincadeira... – Falei e mordi seu pescoço levemente. Ela puxou meus cabelos com força e mordeu meu ombro.
- Aaaah... Amor...
- O que foi? – A encarei com uma sobrancelha erguida.
- Faz...
- O que? – Insistir. Mesmo já sabendo o que ela estava pensando.
- Você... Sabe o que...
- Incrivelmente eu sou bom em adivinhar seus pensamentos. – Comentei. – E tudo o que você deseja. – Finalizei e desci minhas mãos pelo corpo dela. Lua se mexeu inquieta. – Fica parada. – Pedi parando as mãos na cintura dela. Lua reclamou. Fiquei em meio às pernas dela e as separei. Ela fechou as pernas corando automaticamente. Soltei um riso. – Assim vai ficar difícil eu dar o que você quer. – Falei. E coloquei as mãos em seus joelhos. – Relaxa amor... Já fizemos isso tantas vezes.
- Você é um safado. – Ela me puxou pelo braço quando a porta foi aberta. – Caramba, Arthur. – Exclamou fechando os olhos.
- Não tenho culpa. – Bufei.
- Mamãe eu...
- Meu pai! – Lua exclamou alto, levando a mão a boca e eu virei o rosto para encarar Anie. Não consegui segurar a risada. – O que você fez. – Disse olhando pra a menina. – Onde você conseguiu esse batom? – Perguntou. Anie estava toda suja de batom vermelho. Até os dentinhos. A boca. As mãos. Acho que ela tinha comido, enfim...
- Foi o papai que me deu... – Ela riu e apontou para mim. Lua me olhou. Sai de cima dela e puxei a camiseta para baixo.
- O que? – Perguntei rindo. É o pior era que tinha sido realmente eu.
- Você é pior que ela. – Balançou a cabeça. – Meu batom, não acredito. Você comeu Anie? – Perguntou preocupada.
- É ruim. – Ela fez uma careta e mostrou a língua.
- É melhor eu ir banhar você mesmo. – Falou e se sentou na cama. Me sentei também e aproximei a boca do ouvido dela.
- Eu ainda não consegui o que quero. – Depositei um beijo molhado em seu pescoço. – E nem o que você me pediu. – Continuei sussurrando. – Mas de hoje não passa. – Finalizei. Ela sorriu e segurou meu queixo.
- Nem eu quero que passe. – Sussurrou e me deu um selinho. Logo saiu da cama e foi para o banheiro com Anie. Me joguei na cama de novo.

Continua...


Se leu, comente. Não custa nada.

Amores, vocês que acompanham a outra web: O Clube. Eu irei tentar de verdade, postar amanhã o cap. 85. Eu disse que postaria, enfim... Até agora não deu.

O que acharam do cap. hein? Hahaha vocês nem imaginam (pelo menos eu acho) o que está por vim. 

Beijos...

15 comentários:

  1. Respostas
    1. Aawn, que bom ♡ Rafa.

      Próximo capítulo, só segunda.

      Beijos...

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    2. Só segunda?! Ôôô judiacao senhor...

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    3. Sim, Vih, porque eu posto um dia sim, e outro não. E dia de domingo eu não posto. Mas hoje tem fic \o/ Eeeeh haha

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  2. AI MEUS DEUS, AI MEU DEUS estou prestes a ter um ENFARTE!!!! G-ZUIS Mocinha você é má, muuuito má senhorita Milly, essa adiação toda, ESSAS SUAS 'suposições' todas 'Nem imaginam o que está por vim' SFSUODAPJCWVLK ps.: sei que a palavra que se encaixaria nesse contexto não é '' suposições''!!!! Mas não estou conseguindo formar frases... Culpa sua da um spoilerzinhoo.... Pffff :' scrrr ai mds... .

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    1. Haha, Vic (posso chamar assim né?) Acho que você quis dizer "insinuações" ;-)

      Dar um spoiler? Uuuuhm sei não. Será? ...

      Vamos lá, muito hot está por vim. Isso é o resumo do que vai acontecer haha

      Curioooosaaaa... haha

      Beijos...

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  3. Aaaaaaaah ... Mais mais mais mais ... Como sempre ótimo capítulo hahaha bjs By: Sue

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    1. Obrigada, Sue :-D Hoje tem mais um cap. Haaaaaaaaaa nem imaginam! Mas sei que vão amar (pelo menos, eu espero né haha)

      Beijos...

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  4. Owm vontade de apertar a Anie ♡♥♥♥♡ Ahahahahaha morriii olha ser pais de Anie é realmente so improviso ahahahaha carinha sapeca vem bomba
    Trancar a porta ta pôde neh ahahahahaha foi quase que Anie pega eles ''armando a barraca''
    Ameeeiiiii *---* Milly tu é demaiss.
    Já queroo o proximo capitulo *---* beeijo

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    1. Anie é um amor ♡ Será que existe uma criança assim? Haha vou sequestrar ela pra mim ♡.♡ sapeca que nem... mas tão amorzinho.

      kkk "armando a barraca" essa expressão é engraçada.

      Aaawn, obrigada! Vocês que são demais :-D ... Hoje tem mais um capítulo. Só acho que vão amar...

      Beijos...

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