Adivinha quem sou (Adaptada)- Capítulo 48

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Nesse momento se separa um pouco de mim e seu tio lhe dá uma caixa de veludo cor de vinho. Vejo que meus pais se emocionam.

Isso me dá arrepios.

Acho que vou viver um dos grandes momentos da minha vida e, como sempre, começo a rir. Mas desta vez junto com o pânico.

Meu morenaço abre a caixa diante de mim. Vejo que contém um incrível anel de diamante branco e minha boca fica seca. É a pedra mais impressionante que eu já vi na minha vida. Fico sem ar e quando eu volto a olhar para Arthur, ele se justifica:

— Sei que nos conhecemos há pouco mais de dois meses, mas...

— Arthur... O que você vai fazer? – O corto com um fio de voz.

Segurando minha mão, me faz calar a boca e continua:

— Nunca na minha vida eu fiquei tão mal por estar longe de alguém. Nunca na minha vida eu pensei 24 horas por dia em uma mulher e só teu sorriso e sua lembrança me faziam seguir a diante. Esse anel é importante para mim e minha família, porque era de minha mãe.

Ela sempre dizia que o dia que aparecesse a mulher da minha vida, teria calafrios quando a deixasse e minha vida não seria completa até voltar ao seu lado. E tudo isso me aconteceu com você. – Ele sorri. Eu, no entanto, sofro alucinações. — Eu sei que sou um pouco mais velho do que você, e as prioridades que tenho na vida que não são as suas. Apenas nos conhecemos porque eu não fui honesto com você no barco e tão pouco tentei te conhecer mais além do que o nosso desejo exigia naquele momento. Mas quero que saiba que o pouco que conheço de você me faz saber que estou totalmente e completamente apaixonado e por isso naquele dia te dei a chave do meu coração.

Ao meu redor ouço um “Ohhhh!” generalizado.

Deus, como é romântico o meu amor!

A minha família, os seus familiares, os músicos. Assistindo a tudo encantados.

Sinto-me aquecida!

— Eu sei que talvez seja uma loucura o que vou te pedir, seus pais e seu irmão assim o acreditam e assim têm me dito, mas eu vim até seu país para te buscar. Eu percebi que eu quero passar o resto da minha vida com você e desejo que o resto da minha vida possa começar o mais cedo possível. E assim eu te pergunto se me daria a honra de ser minha esposa.

Estou tonta. Como sempre, suas palavras não poderiam ser mais românticas.

Acaba de me pedir para casar com ele?

Agarro-me ao seu braço ou eu caio sentada.

— Você é a mulher da minha vida, case-se comigo! – Ele murmura, implorando-me.

Eu quero responder, mas é como se a minha língua tivesse adormecido e não pudesse fazer isso.

Sem dúvida alguma, Arthur também é o homem da minha vida e me olha aguardando uma resposta, mas eu estou bloqueada. Apenas posso respirar ou engolir. Ele, vendo a minha condição, faz piada e dizendo:

— Seu irmão me aconselhou não me ajoelhar para lhe perguntar, por que não gosta dessas coisas, mas se é necessário que eu faça à moda antiga, com certeza, querida, eu faço.

Eu não sei desde quando minha família está lidando com Arthur, mas nesse instante é o que menos importa e murmuro, olhando para o homem dos meus sonhos:

— Não há necessidade... Você não precisa.

Ao responder, volto à vida.

Olho para a pedra impressionante que tenho diante de meus olhos e então olho para o meu amor. Ele sorri esperando uma resposta e esse sorriso, ligado à locomotiva que tenho no coração, me fazem saber que devo dizer sim.

Assim que sorrio e, sem me importar com outros nos olhando, assinto e, enquanto com uma mão pego a chave e com a outra agarro sua dele, respondo:

— Sim, Arthur. Quero casar com você.

Ambos sorrimos.                   

Minha felicidade é a sua felicidade, e vice-versa.

Nós nos beijamos e desfrutamos deste doce e romântico momento juntos, enquanto as pessoas batem palmas de alegria ao nosso redor.

Olhamo-nos radiantes enquanto Arthur retira o anel da caixa e coloca em mim. Eu, mais feliz do que poderia, me jogo em seus braços e o beijo.

É o momento mais maravilhoso e especial da minha vida.

Eu cubro-o com beijos enquanto ele ri e sussurra contra minha boca:

— Caprichosa, eu te amo.

Esta noite não vou para casa dormir. Fico com Arthur.

Desde que nos reencontramos não paramos de nos beijar, nos olhar, nos tocar, nos abraçar e eu estou tão feliz, tão contente, tão maravilhada que eu acho que vou explodir.

Depois do jantar, quando todos saem, ele me propõe dar um passeio pela praia. Eu aceito.

É mais de meia-noite e a praia está vazia. Muito vazia. Caminhamos abraçados pela areia enquanto ele fala do quanto sentiu minha falta e eu sorrio ao ouvi-lo.

Quando água molha nossos pés, nós paramos. Olhamo-nos e lhe peço:

— Beija-me!

Ele faz. Devora-me.

Sua língua procura a minha e, envolvendo-me em seus braços faz amor só com a boca, enquanto envolvo sua cintura com minhas pernas e suas mãos deslizam debaixo da minha saia, segurando-me pela bunda.

Nossa respiração se acelera. O desejo explode em nós e Arthur murmura contra minha boca:

— Faria amor com você agora mesmo.

Eu sorrio. Sem dúvida ambos desejamos o mesmo e respondo:

— Faça-o.

Surpreso com a minha resposta, me olha e acrescento sorridente:

— Você me deseja, eu desejo você. O que o resto do mundo pensa não me importa.

Com um gesto engraçado, Arthur me beija e sussurra:

Caprichosa... Não me tente.

Disposta a fazer exatamente isso, eu desabotoo a camisa. Então eu subo o sutiã para mostrar meus seios e murmuro:

— Eles são seus. Pegue-os.

Sem me soltar, Arthur inclina a cabeça e coloca a boca nos meus mamilos. Suga-os com prazer e o ar da praia os endurece. Estou em êxtase.

— Não sabe o quanto eu senti sua falta.

Minha voz e o que digo o cativa. A vontade que ele tem de mim e seu gemido de

prazer assim me dizem e, enquanto segue com o seu ataque particular, sugiro:

— Vamos pra trás daquelas redes. La ninguém vai nos ver.

Arthur se afasta do meu peito e me olha. Seu desejo é imenso e finalmente sorri e aceita minha loucura. Caminha até onde eu indico, e quando chegamos me solta e diz desabotoando a calça:

— Será algo rápido. Caprichosa!

Assinto e sorrio.

Seja o que for, o quero e o quero agora! E mais ainda quando vejo sua ereção crescente.

Minha nossa, minha nossa!

O faço se sentar na rede e, com cuidado, me ponho a cavalgar sobre ele, enquanto seu maravilhoso pênis ganha espaço no meu interior.

Oh, sim... Como eu preciso dele!

Beijo o canto dos seus lábios com ternura, mas a sua ansiedade é tanta que pega a minha cabeça e, com desejo desenfreado, me beija até me deixar sem ar.

— Lu... – Murmura com voz rouca, me apertando contra ele.

— Não pare! – Eu exijo.

Move-se no meu interior e um gemido afogado nos faz perceber que enfim nossos corpos estão juntos novamente. Cavalgo sobre ele devagar, enquanto nos olhamos nos olhos e uma voraz explosão de fogo louco nos consome.

Um novo gemido de prazer escapa de nós dois e Arthur, apertando minha bunda com suas mãos fortes e cuidadosas, me aperta de novo contra ele enquanto diz:



Meu nome é Jéssica. Seja bem vinda linda ;)
Na verdade ainda faltam alguns Capítulos, eu é que contei mal..


9 comentários:

  1. Ameiiii, lindo de maisss!!! Posta outro hojeeee !!!

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  2. Obrigada Jéssica *-*

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  3. Safadooooooooooooooooooooooooooos kk
    até na praia kkkkk OMG!!

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  4. QUE PEDIDO DE CASAMENTO FOI ESSE MY GOD!!!! **-**

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  5. Achei super lindoooooo, perfeitoooo e românticoooo O PEDIDO DE CASAMANTO.

    É MUUUUUUUUUUUITO AMOR ENVOLVIDO rsrss

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  6. PALAVRAS CHAVES:

    -PRAIA
    -REDE
    -SEXO
    -AMOR

    KKKKKKKKKKKKKKKKKK SÓ PODIA SER LUAR #S2

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  7. se vc contou mal ou não.... TÁ DIVOOO A WEB ;) srsrs

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